<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Síndrome de Burnout - Alexandre Bastos Advocacia</title>
	<atom:link href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/tag/sindrome-de-burnout/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/tag/sindrome-de-burnout/</link>
	<description>Escritório de Advocacia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 31 Dec 2021 13:58:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/02/marca-150x150.png</url>
	<title>Arquivos Síndrome de Burnout - Alexandre Bastos Advocacia</title>
	<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/tag/sindrome-de-burnout/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Síndrome de Burnout: sintomas, estabilidade e indenização trabalhista</title>
		<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sindrome-de-burnout/</link>
					<comments>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sindrome-de-burnout/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Burnout]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alexandrebastosadvocacia.com.br/?p=9326</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Síndrome de Burnout tem sido uma das causas que mais tem afastado empregados dos seus trabalhos nos últimos anos. No entanto, isso é consequência dessa sociedade caótica que tem feito parte das nossas vidas. Tanto que, a expressão &#8220;trabalhe enquanto eles dormem&#8221; tem se tornado adjetivo de produtividade e sucesso. Infelizmente, o que ninguém [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sindrome-de-burnout/">Síndrome de Burnout: sintomas, estabilidade e indenização trabalhista</a> apareceu primeiro em <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br">Alexandre Bastos Advocacia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-9328 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Sindrome-de-burnout.png" alt="Síndrome de Burnout" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Sindrome-de-burnout.png 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Sindrome-de-burnout-300x123.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Sindrome-de-burnout-1024x421.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Sindrome-de-burnout-768x316.png 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>A Síndrome de Burnout tem sido uma das causas que mais tem afastado empregados dos seus trabalhos nos últimos anos.</p>
<p>No entanto, isso é consequência dessa <strong>sociedade caótica que tem feito parte das nossas vidas</strong>.</p>
<p>Tanto que, a expressão &#8220;trabalhe enquanto eles dormem&#8221; tem se tornado adjetivo de produtividade e sucesso.</p>
<p>Infelizmente, o que ninguém vai falar são os problemas que existem por trás desse tipo de pensamento.</p>
<p>Inclusive, <strong>a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou em 1º de janeiro de 2022, a Síndrome de Burnout como doença do trabalho</strong>.</p>
<h2>O que é, e quais são os sintomas da Síndrome de Burnout?</h2>
<p>Inicialmente, antes de tratar sobre os direitos trabalhistas que o empregado terá com o diagnóstico da doença, prefiro trazer o seu significado e sintomas.</p>
<p>Afinal, de nada adianta conhecer os direitos se lá na frente a doença não for diagnosticada<strong>.</strong></p>
<p>Portanto, é necessário que você saiba que a Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico <strong>motivado por esgotamento profissional.</strong></p>
<p>Esse esgotamento vem do <strong>excesso na carga de trabalho, da jornada, das responsabilidades, da competitividade e outros fatores.</strong></p>
<p>Assim, mais do que nunca, as empresas precisam estar qualificadas para lidar com esse problema.</p>
<h3>Sintomas do Burnout</h3>
<p>Por se tratar de um distúrbio psíquico, a Síndrome de Burnout muitas vezes <strong>se confunde com outras doenças</strong>, como a ansiedade e a depressão.</p>
<p>Além disso, ela pode ser <strong>confundida com sentimentos normais</strong> do nosso dia a dia como a angústia e a tristeza.</p>
<p>Dessa forma, esteja atento se estiver passando pelas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>Alterações repentinas no humor;</li>
<li>Mudanças na alimentação, comendo menos, ou mais do que o normal;</li>
<li>Variação constante no peso;</li>
<li>Irritabilidade excessiva ou por motivos fúteis;</li>
<li>Cansaço físico;</li>
<li>Cansaço mental;</li>
<li>Baixa autoestima;</li>
<li>Problemas ao tentar se concentrar nas tarefas comuns do trabalho;</li>
<li>Perda de memória;</li>
<li>Desconforto e distúrbio gastrointestinal;</li>
<li>Alteração nos batimentos do coração;</li>
<li>Suor excessivo e constante;</li>
<li>Calafrios;</li>
<li>Sensação constante de medo;</li>
<li>Insônia;</li>
<li>Dores de cabeça e/ou musculares.</li>
</ul>
<p>Por outro lado, esses sintomas são apenas alguns dos mais comuns, então é necessário observar as alterações no seu corpo.</p>
<p>Às vezes, com tantas obrigações no nosso dia a dia, esse tipo de cuidado acaba passando despercebido, não é mesmo?</p>
<h2>O que fazer diante dos sintomas da Síndrome de Burnout?</h2>
<p>Se perceber que possui alguns dos sintomas acima, <strong>procure um médico assim que possível.</strong></p>
<p>Por se tratar de um problema psíquico ainda <strong>existe muito preconceito sobre o tema</strong> e muitos empregados tendem a esconder o que estão passando.</p>
<p>No entanto, como qualquer outro distúrbio, se o Burnout não for tratado o mais rápido possível a situação pode evoluir trazendo ainda mais prejuízo para o colaborador.</p>
<p>logo, <strong>a pior atitude que você pode tomar é não procurar ajuda para solucionar o seu caso.</strong></p>
<p>Além disso, após procurar um médico é possível que seja afastado do trabalho para tratar o problema.</p>
<p>Importante lembrar que se esse afastamento for <strong>superior a quinze dias</strong> é necessário o encaminhamento para o INSS e a realização de perícia.</p>
<h2>A Síndrome de Burnout é considerado acidente de trabalho?</h2>
<p>Quando falamos sobre acidente de trabalho qual é a imagem que imediatamente passa sobre a sua cabeça?</p>
<p>Arrisco dizer que muito provavelmente você pensou nos casos mais comuns como quedas, fraturas, choques, queimaduras etc.</p>
<p>Mas, para as nossas leis, <strong>a ideia de acidente de trabalho vai um pouco além permitindo que outras formas menos comuns também sejam entendidas dessa forma</strong>.</p>
<p>Nesse sentido, basta olhar o que consta no artigo 20 da lei 8.213/91 que trata justamente dos benefícios previdenciários:</p>
<blockquote>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Art. 20. Consideram-se acidente do trabalho, nos termos do artigo anterior, as seguintes entidades mórbidas:</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">        I &#8211; doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social; </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">        II &#8211; doença do trabalho, assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, constante da relação mencionada no inciso I.</span></p>
</blockquote>
<p align="JUSTIFY">Para o nosso caso, basta que a gente se concentre no que se refere a <strong>doença profissional, também conhecida como doença ocupacional.</strong></p>
<h3 align="JUSTIFY">Doença ocupacional</h3>
<p>Diferente do que ocorre no caso de quedas, fraturas, choques, em regra, a Síndrome de Burnout é <strong>adquirida ao longo do tempo.</strong></p>
<p>Pois, como falamos, ela é consequência de um ambiente de trabalho tóxico, com muita pressão e competitividade.</p>
<p>E diferente do que ocorre com outros distúrbios, <strong>o Burnout, sempre vai estar relacionado ao trabalho.</strong></p>
<p>Portanto, como estamos falando de acidente de trabalho o empregado passa a ter alguns direitos trabalhistas.</p>
<h2>Quais os direitos trabalhistas de quem possui Burnout?</h2>
<p>Como acabamos de ver, a síndrome do esgotamento é uma doença ocupacional e portanto, é classificada como acidente de trabalho.</p>
<p>Dessa forma, como qualquer outro empregado acidentado, ele passa a ter direito a algumas verbas trabalhistas.</p>
<p>Por outro lado, com exceção a estabilidade no emprego, <strong>sem uma ação trabalhista a empresa provavelmente não pagará as outras verbas.</strong></p>
<h3>Indenização por danos morais</h3>
<p>O primeiro direito que eu queria trazer é a indenização por danos morais aos empregados com esgotamento profissional.</p>
<p>Quem passa por esse distúrbio sabe como é difícil atravessar esse momento, pois são <strong>inúmeros sintomas que prejudicam, e muito, o dia a dia.</strong></p>
<p>A agonia de imaginar, aquele supervisor aparecer com diversas demandas, sendo que você ainda nem cumpriu as do dia anterior é muito estressante.</p>
<p>Ademais, ainda existe a cobrança de metas impossíveis de cumprir, ameaças de punição, ter que lidar com pessoas insuportáveis etc.</p>
<p>Chega um momento que o corpo não aguenta mais e com isso vem as <strong>palpitações, a sudorese, calafrios que vão se repetindo ao longo do tempo.</strong></p>
<p>Essa sensação de medo, pavor e pânico compromete a saúde do empregado que se vê em uma posição de <strong>vulnerabilidade</strong> horrível.</p>
<p>Porém, é obrigação da empresa manter um estabelecimento saudável para os seus colaboradores e parceiros.</p>
<p>Ou seja, é seu dever promover atos que impeçam que esse tipo de situação desagradável seja um hábito.</p>
<p>Dessa forma, <strong>quando o estabelecimento não cumpre o seu dever e o empregado adoece, passa a ser uma obrigação reparar o dano.</strong></p>
<p>Ao menos, é o que consta lá no artigo 223-B da CLT:</p>
<blockquote>
<p>Art. 223-B.  Causa dano de natureza extrapatrimonial a ação ou omissão que ofenda a esfera moral ou existencial da pessoa física ou jurídica, as quais são as titulares exclusivas do direito à reparação.</p>
</blockquote>
<p>Essa ofensa à esfera moral ou existencial, é justamente esse sentimento de angústia e medo que ultrapassa as condições normais do ser humano.</p>
<p>E quando isso ocorre, a empresa deve reparar os danos que causou, ok?</p>
<h3>Indenização por danos materiais</h3>
<p>E se o empregado precisa gastar com médicos, psicólogos e remédios para tratar a Síndrome de Burnout?</p>
<p>Será que é justo não conseguir fazer aquela viagem no final de ano por ter gastado o dinheiro com seu tratamento?</p>
<p>Óbvio que não.</p>
<p>Por isso, nosso código civil, determina que <strong>aquele que comete um dano a alguém fica obrigado a reparar</strong>, vejamos:</p>
<blockquote>
<p>Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.</p>
</blockquote>
<p>E ainda temos o artigo 949:</p>
<blockquote>
<p>Art. 949. No caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.</p>
</blockquote>
<p>Então, é muito importante que o empregado <strong>guarde todas as notas fiscais e extratos</strong> que comprovem os custos que teve em seu tratamento.</p>
<p>Em posse dos documentos é possível pedir para que o juiz determine a devolução de tudo o que foi gasto para tratar o problema.</p>
<h3>Pensão vitalícia</h3>
<p>Infelizmente, alguns casos mais graves de Burnout incapacitam o empregado para suas atividades, isso quando o quadro não evolui para outras doenças.</p>
<p>Ou seja, a situação passa a um nível que <strong>o empregado não consegue nem mesmo trabalhar</strong>, prejudicando o seu sustento.</p>
<p>Contudo, da mesma forma que ocorre com a reparação com gastos médicos <strong>a empresa também deve arcar com as consequências dessa incapacidade.</strong></p>
<p>Afinal, se o estabelecimento teve culpa, ele fica obrigado a reparar os danos.</p>
<p>Nesse sentido, veja o que determina o artigo 950 do Código Civil:</p>
<blockquote>
<p>Art. 950. Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, se for do desejo do empregado é possível requerer que o pagamento seja realizado em apenas uma parcela.</p>
<p>Contudo, vai depender do caso concreto, pois alguns casos permitem o retorno do funcionário para as suas atividades.</p>
<h3>Estabilidade no emprego</h3>
<p>Muito provavelmente a estabilidade no trabalho será o único direito que a empresa concederá ao empregado com Burnout.</p>
<p>Aqui <strong>é preciso ficar atento se o afastamento se deu por mais de 15 dias e se houve o recebimento de auxílio acidentário.</strong></p>
<p>Lembrando que o auxílio doença comum não dá direito a estabilidade no emprego, então é preciso observar se o afastamento ocorreu na modalidade B-31 (comum) ou B-91 (acidente).</p>
<p>Caso preencha esses requisitos, a lei garante ao empregado a estabilidade e assim <strong>não poderá ser demitido durante o prazo de 12 meses.</strong></p>
<p>Agora, caso a descoberta da síndrome do esgotamento profissional ocorra somente após sair da empresa, não é necessário que tenha recebido o auxílio.</p>
<p>Então esteja atento a qualquer decisão da empresa que pretenda dispensar alguém com Burnout.</p>
<h2>Fui demitido com Síndrome de Burnout o que fazer?</h2>
<p>Como comentei no tópico anterior a empresa <strong>não pode demitir</strong> o empregado que está com Síndrome de Burnout, pois é uma doença ocupacional.</p>
<p>Mas, como sabemos, nem sempre isso é o que acontece na prática.</p>
<p>Seja como for, é muito importante <strong>buscar ajuda com um advogado</strong> para que ele possa passar as orientações sobre seus direitos.</p>
<p>Dependendo do que aconteceu ele vai informar se existe direito a indenização por danos morais, materiais, pensão vitalícia e reintegração ao emprego.</p>
<p>Afinal, muito provavelmente <strong>a empresa não vai pagar de forma expontânea</strong> esses valores.</p>
<p>Ademais, durante a consulta, questione sobre outros direitos que podem ter sido violados durante o contrato de trabalho.</p>
<p>Assim, também será possível buscar outras verbas, como horas extras, periculosidade, insalubridade, intervalos e etc.</p>
<h2>Posso sair da empresa sem pedir demissão para não perder meus direitos?</h2>
<p>No início do texto eu disse que um dos motivos que levam o empregado ao esgotamento profissional é trabalhar em um <strong>ambiente tóxico</strong>.</p>
<p>Principalmente em estabelecimentos que não respeitam o contrato e outros direitos.</p>
<p>Dessa forma, <strong>para se livrar desse trabalho é comum que muitos colaboradores peçam demissão</strong>.</p>
<p>Contudo, ao pedir demissão o empregado passa a ter direito apenas as seguintes verbas:</p>
<ul>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>Férias vencidas + 1/3;</li>
<li>Férias proporcionais + 1/3;</li>
<li>13º proporcional.</li>
</ul>
<p>Só que, a CLT permite em alguns casos, onde os direitos não são respeitados, que o funcionário peça a <strong>rescisão indireta do seu contrato.</strong></p>
<p>A rescisão indireta, também conhecida como a justa causa do empregador, <strong>garante os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa</strong>, que são:</p>
<ul>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º proporcional;</li>
<li>Férias vencidas +1/3;</li>
<li>Férias proporcionais + 1/3;</li>
<li>Aviso Prévio;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% sobre o saldo do FGTS;</li>
</ul>
<p>Portanto, se a empresa é tóxica, não cumpre o contrato e nem respeita dos direitos é possível requerer a rescisão indireta e <strong>garantir uma rescisão justa</strong>.</p>
<p>Eu tenho um artigo muito completo sobre esse tema que pode ser conferido aqui:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta do contrato de trabalho: saiba tudo sobre os seus direitos</a></span></p>
<h2>Quanto vou receber de indenização trabalhista por Síndrome de Burnout?</h2>
<p>Uma dúvida que recebo bastante sempre que um cliente precisa processar a empresa é quanto ele vai receber de indenização.</p>
<p>A verdade é que eu gostaria muito de poder responder de forma objetiva, mas ela é <strong>composta de diversos fatores</strong>.</p>
<p>Nesse sentido, a reforma trabalhista trouxe alguns requisitos que o juiz precisa observar na hora de, por exemplo, condenar uma empresa por danos morais.</p>
<p>Dentre eles estão:</p>
<ul>
<li>A intensidade do dano;</li>
<li>Se existe possibilidade de superar psicologicamente o problema;</li>
<li>A extensão da ofensa;</li>
<li>A duração dos efeitos do dano;</li>
<li>O grau de culpa da empresa;</li>
<li>A quantidade de esforço para minimizar o dano;</li>
<li>A capacidade financeira dos envolvidos etc.</li>
</ul>
<p>Esses e outros requisitos é o que faz alguns empregados receberem 30 mil de danos morais ou <strong>475 mil por Burnout</strong>, como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.tst.jus.br/web/guest/-/mantida-indenizacao-a-bancario-aposentado-aos-31-anos-por-sindrome-de-burnout?inheritRedirect=true" target="_blank" rel="noopener">nesse caso do bancário que precisou se aponsentar aos 31 anos.</a></span></p>
<p>Sendo assim, é necessário <strong>consultar um advogado</strong> para que ele possa analisar todos os pontos citados.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Infelizmente a Síndrome de Burnout tem se tornado cada vez mais comum no ambiente de trabalho.</p>
<p>Isso é um claro reflexo desse universo voltado para o <strong>excesso de produtividade</strong> que estamos vivendo.</p>
<p>Contudo não podemos nos esquecer que o nosso bem maior é a saúde e que sem ela teremos dificuldades para sobreviver.</p>
<p>Nesse artigo <strong>você aprendeu as principais informações sobre os direitos trabalhistas dos que sofrem com Burnout</strong> ou a síndrome do esgotamento profissional.</p>
<p>Diante disso, não esqueça de <strong>procurar um advogado</strong> para que ele possa te orientar melhor a como agir no seu caso.</p>
<p>A boa notícia é que muitos advogados atendem de forma online trazendo ainda mais <strong>conforto e economia</strong> para seus clientes.</p>
<p>Inclusive recomendo meu artigo sobre o assunto:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">Advogado trabalhista online: vale a pena? como contratar?</a></span></p>
<p>Espero que tenha gostado desse conteúdo e não esquece de compartilhar!</p>
<p>Até a próxima!</p>


<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="239" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Banner-artigos-1024x239.png" alt="Alexandre Bastos Advocacia" class="wp-image-8084" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Banner-artigos-1024x239.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Banner-artigos-300x70.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Banner-artigos-768x179.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Banner-artigos.png 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>
<p>O post <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sindrome-de-burnout/">Síndrome de Burnout: sintomas, estabilidade e indenização trabalhista</a> apareceu primeiro em <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br">Alexandre Bastos Advocacia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sindrome-de-burnout/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Síndrome de Burnout e os direitos trabalhistas</title>
		<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/</link>
					<comments>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 15:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Burnout]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alexandrebastosadvocacia.com.br/?p=3921</guid>

					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO Recentemente foi publicado na mídia que a Síndrome de Burnout foi incluída pela OMS na sua Classificação Internacional de Doenças. Tal circunstância acentua ainda mais a discussão sobre o tema. Porém ainda que a notícia tenha tomado grande repercussão mundial, poucos ainda entendem o seu significado. E você? Sabe qual o significado da Síndrome [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/">A Síndrome de Burnout e os direitos trabalhistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br">Alexandre Bastos Advocacia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="421" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/03/A-Sindrome-de-Burnout-e-os-direitos-trabalhistas-1024x421.png" alt="A Síndrome de Burnout e os direitos trabalhistas" class="wp-image-7337" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/03/A-Sindrome-de-Burnout-e-os-direitos-trabalhistas-1024x421.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/03/A-Sindrome-de-Burnout-e-os-direitos-trabalhistas-300x123.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/03/A-Sindrome-de-Burnout-e-os-direitos-trabalhistas-768x316.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/03/A-Sindrome-de-Burnout-e-os-direitos-trabalhistas.png 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>INTRODUÇÃO</strong></h2>



<p style="font-size:19px">Recentemente foi publicado na mídia que a Síndrome de Burnout foi incluída pela OMS na sua Classificação Internacional de Doenças.</p>



<p style="font-size:19px">Tal circunstância acentua ainda mais a discussão sobre o tema.</p>



<p style="font-size:19px">Porém ainda que a notícia tenha tomado grande <strong>repercussão mundial</strong>, poucos ainda entendem o seu significado.</p>



<p style="font-size:19px">E você? Sabe qual o significado da Síndrome de Burnout? Sabe quais são as consequências jurídicas daqueles que são acometidos pela doença?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CONCEITO</strong></h2>



<p style="font-size:19px">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Ministério da saúde (abre numa nova aba)" href="http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-mental/sindrome-de-burnout" target="_blank">Ministério da saúde</a> conceitua a doença da seguinte forma:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Síndrome de Burnout ou Síndrome do <strong>Esgotamento Profissional</strong>&nbsp;é um&nbsp;<strong>disturbio emocional</strong>&nbsp;com sintomas de&nbsp;<strong>exaustão extrema</strong>,&nbsp;<strong>estresse</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>esgotamento físico</strong> resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.&#8221;</p></blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>TRABALHO EXCESSIVO</strong></h2>



<p style="font-size:19px">Conforme abordado acima, a relação com o trabalho é fundamental para o diagnóstico da doença.</p>



<p style="font-size:19px">Os problema decorrem da exaustão em virtude das atividades praticadas, que extrapolam o limite corporal e mental levando o indivíduo ao <strong>colapso</strong>.</p>



<p style="font-size:19px">Diversos fatores contribuem para tal estado. Entre eles, não ser devidamente recompensado pelas tarefas realizadas, horas extras praticadas em excesso, bem como elevadas cargas de trabalho.</p>



<p style="font-size:19px">Consequentemente, com o passar do tempo, o empregado passa a enfrentar alterações em seu humor, ausência de motivação, ainda que em atividades prazerosas, além do cansaço físico e metal.</p>



<p style="font-size:19px">A situação no Brasil tem alcançado níveis alarmantes, pois existe um crescimento preocupante da doença a cada ano.</p>



<p style="font-size:19px">O fato do país atravessar uma<strong> crise financeira</strong> profunda, com mais de 13 milhões de desempregados, tem contribuído para a sua potencialidade.</p>



<p style="font-size:19px">Deste modo, a cada dia que passa, menos pessoas tem realizado mais tarefas para conseguir cumprir as exigências dos clientes.</p>



<p style="font-size:19px">Outro fator que merece destaque foi a influência da <strong>tecnologia</strong> no ambiente de trabalho.</p>



<p style="font-size:19px">Novas ferramentas tecnológicas fazem partes das empresas, e agora tem se tornado cada vez mais comum levar o trabalho para casa.</p>



<p style="font-size:19px">Responder e-mail´s, mensagens de clientes e chefes pelo whatsapp, preenchimento de relatórios na plataforma online da empresa, todos esses exemplos fora do expediente, são algumas situações onde a <strong>ausência de limites</strong> das ferramentas tecnológicas tem contribuído para o aumento de casos de Síndrome de Burnout.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>RECENTES DECISÕES JUDICIAIS</strong></h2>



<p style="font-size:19px">Com a popularização dos casos da síndrome, e um amadurecimento cada vez maior sobre o assunto, tem se tornado comum a condenação de empresas para ressarcirem seus empregados diagnosticados com <strong>Burnout</strong>.</p>



<p style="font-size:19px">Em casos extremos, os valores indenizatórios podem ser muito altos, como o caso do HSBC que foi <a rel="noreferrer noopener" aria-label="condenado pelo TST (abre numa nova aba)" href="http://www.tst.jus.br/noticia-destaque/-/asset_publisher/NGo1/content/id/24425668" target="_blank">condenado pelo TST</a> a pagar a título de indenização o montante de <strong>R$ 475 mil</strong> a seu ex-empregado que precisou ser aposentado aos 31 anos por conta da doença.</p>



<p style="font-size:19px">Caso semelhante ocorreu com o atendente do Correios, onde o TST decidiu que a empresa deveria pagar como compensação pelos <strong>danos sofridos</strong> o valor de R$ 30 mil em razão do <a rel="noreferrer noopener" aria-label="assédio moral (abre numa nova aba)" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/4-erros-do-empregador-que-geram-acoes-trabalhistas/" target="_blank">assédio moral</a>.</p>



<p style="font-size:19px">Nessas situações como os empregados sofrem diversos abalos de ordem física e mental, desde que comprovado a relação com o trabalho, os tribunais buscam a compensação por meio de indenizações em danos morais.</p>



<p style="font-size:19px">Além disso, podem ocorrer a compensação de ordem material sendo a empresa condenada a arcar com os custos do tratamento médico para que o funcionário tenha a sua saúde restaurada.</p>



<p style="font-size:19px">Temos ainda, casos mais graves onde a empresa acaba sendo obrigada a pagar uma <strong>pensão vitalicia</strong> ao empregado em virtude do impedimento total para o trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PREVENÇÃO</strong></h2>



<p style="font-size:19px">Conforme abordado ao longo do artigo, de forma geral, a Síndrome de Burnout decorre do excesso de trabalho por um longo período de tempo.</p>



<p style="font-size:19px">Excesso esse que pode decorrer da cobrança de metas inatingíveis, compensação injusta, baixa remuneração, dentre tantos outros fatores que contribuem negativamente para a saúde do trabalhador.</p>



<p style="font-size:19px">Por isso que, cada vez mais as empresas precisam contar com <strong>equipes multidisciplinares</strong>  que sejam capazes de encontrar falhas na dinâmica praticada nos <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/conheca-algumas-atitudes-que-configuram-o-assedio-moral-no-ambiente-de-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ambientes de trabalho (abre numa nova aba)">ambientes de trabalho</a>.</p>



<p style="font-size:19px">Deste modo, adotar práticas como <a rel="noreferrer noopener" aria-label="auditorias trabalhistas (abre numa nova aba)" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/auditoria-trabalhista-para-minha-empresa/" target="_blank">auditorias trabalhistas</a> e compliance são poderosas ferramentas que atuam como aliados para o empregador, evitando dores de cabeça desnecessárias.</p>



<p style="font-size:19px">Neste sentido, um dos pontos geralmente apontado nas condenações trabalhistas são o fato da empresa não proporcionar ao empregado um ambiente de trabalho sadio para a desenvoltura das atividades</p>



<p style="font-size:19px">Outro fator preponderante no aumento ou diminuição no valor das indenizações encontra-se na demonstração da empresa em ter adotado medidas que preservassem a <strong>saúde mental</strong> de seus colaboradores. </p>



<p style="font-size:19px">Em vista disso, uma <a rel="noreferrer noopener" aria-label="equipe capacitada (abre numa nova aba)" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/quais-as-vantagens-da-advocacia-trabalhista-empresarial-preventiva/" target="_blank">equipe capacitada</a> para analisar as rotinas de empresa é fundamental para proporcionar um <strong>ambiente adequado de trabalho</strong>.</p>



<p style="font-size:19px">Estar sempre atento as metas cobradas e ao bem estar do funcionário são dicas simples, mas que evitam prejuízos futuros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O QUE FAZER?</strong></h2>



<p style="font-size:19px">Caso perceba que seu trabalho está sendo prejudicial a sua saúde, como nos exemplos citados acima é necessário informar a situação ao seu superior para que este possa tomar as medidas cabíveis.</p>



<p style="font-size:19px">Caso o pedido não seja atendido, outra solução seria buscar auxílio do sindicato da categoria ou na Delegacia Regional do Trabalho ou com um advogado de confiança.</p>



<p style="font-size:19px">Independente das opções, é importante que o colaborador não fique calado diante da situação, já que a <strong>Síndrome de Burnout</strong> traz prejuízos graves a saúde do funcionário.</p>



<p style="font-size:19px">Como abordado, existem casos que inclusive existe a incapacitação total para o trabalho, sendo a <strong>aposentadoria por invalidez</strong> a última solução.</p>



<p style="font-size:19px">Entretanto, caso seja diagnosticado com a síndrome, o colaborador deve buscar auxílio jurídico o mais breve possível, para que as medidas judiciais sejam tomadas.</p>



<p style="font-size:19px">E que, a depender do caso concreto, pode existir uma reparação por danos morais e materiais, em razão da doença ocupacional.</p>



<p style="font-size:19px">No caso das empresas é necessário estar atento a qualquer manifestação dos sintomas da Síndrome de Burnout em seus funcionários.</p>



<p style="font-size:19px">Casos que demonstrem cansaço físico e mental excessivo, fadiga, irritabilidade, desídia no desempenho das funções precisam ser melhor investigadas.</p>



<p style="font-size:19px">Sendo detectado pela empresa qualquer um desses casos é necessário encaminhar o funcionário ao setor médico para melhor avaliação.</p>



<p style="font-size:19px">Sendo constatado a doença, é necessário preencher a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) e encaminhar o funcionário para realização de perícia ao <strong>INSS</strong>, onde será verificado a necessidade de afastamento ou não.</p>



<p style="font-size:19px">Importante ressaltar que, sendo o caso de afastamento superior a 15 dias com percepção de auxílio doença acidentário, após o retorno do colaborador este possui <strong>estabilidade de 12 meses</strong>, não podendo ser dispensado pela empresa sob pena de pagar de forma indenizada o período complementar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CONCLUSÃO</h2>



<p style="font-size:19px">O aumento nos casos da Síndrome de Burnout é uma consequência do <strong>despreparo social</strong> em lidar com as novas exigências relacionadas ao trabalho.</p>



<p style="font-size:19px">Neste sentido, o imediatismo das atividades, o aumento das demandas e as tarefas cada vez mais específicas são alguns quesitos que envolvem a dinâmica laboral das empresas atualmente.</p>



<p style="font-size:19px">Saber como enfrentar esses pontos é fundamental para manter o ambiente de trabalho saudável, bem como a sanidade mental dos funcionários.</p>



<p style="font-size:19px"><strong>É impossível ao empreendedor resolver todos esses problemas sozinho</strong> e a necessidade de contar com uma equipe multidisciplinar se torna cada vez mais indispensável.</p>



<p style="font-size:19px">Felizmente, a Síndrome de Burnout é um tema que tem se tornado destaque, principalmente nas mídias informativas, o que tem permitido o amadurecimento no seu enfrentamento.</p>



<p style="font-size:19px">Por fim, precisamos estar atentos a qualquer manifestação dos seus sintomas, seja em nós mesmos ou no próximo, para possibilitar a devida solução ao problema.</p>



<p style="font-size:19px">Se gostou, não esqueça de compartilhar e deixar a sua opinião nos comentários!</p>



<p style="font-size:10px">Designed by macrovector / Freepik</p>
<p>O post <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/">A Síndrome de Burnout e os direitos trabalhistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br">Alexandre Bastos Advocacia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
