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	<title>Arquivos Banco de horas - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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	<title>Arquivos Banco de horas - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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		<title>Banco de horas e horas extras: 5 erros graves das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 10:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de horas]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem dúvida, o banco de horas é uma das melhores estratégias para evitar o pagamento de horas extras e reduzir significativamente os custos operacionais. E o melhor: tudo dentro da lei. Mas, ter um banco de horas anulado na Justiça do Trabalho é uma das piores dores de cabeça para qualquer empregador. Imaginar o impacto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-11454 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1.jpg" alt="Banco de horas e horas extras" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></h2>
<p>Sem dúvida, o banco de horas é uma das melhores estratégias para evitar o pagamento de horas extras e reduzir significativamente os custos operacionais. E o melhor: tudo dentro da lei.</p>
<p>Mas, ter um banco de horas anulado na Justiça do Trabalho é uma das piores dores de cabeça para qualquer empregador.</p>
<p>Imaginar o impacto de <strong>ter que pagar todas aquelas horas extras acumuladas, com juros e correção, pode ser um golpe pesado nas finanças da empresa.</strong></p>
<p>Por isso, neste artigo, quero destacar os 5 erros graves que as empresas cometem e que levam à anulação do banco de horas.</p>
<h2>1º Erro: Deixar o funcionário fazer mais de 2h extras por dia</h2>
<p>Esse é, sem dúvida, um dos erros mais comuns e graves quando falamos de banco de horas.</p>
<p>A CLT, no art. 59, §2º, deixa bem claro que a jornada de trabalho não pode passar de 10 horas diárias, ou seja, 8 horas normais mais 2 horas extras, no máximo.</p>
<p>Porém, <strong>eu vejo com frequência, ao analisar os espelhos de ponto das empresas, que os empregados ultrapassam esse limite.</strong></p>
<p>Isso acontece muito em dias de inaugurações, eventos especiais, força-tarefas, auditorias ou por qualquer outro motivo.</p>
<p>Quando isso acontece e a jornada fica registrada, fica muito fácil para o empregado provar esse excesso na Justiça.</p>
<p><strong>Ele só precisa apontar essas violações nos espelhos de ponto.</strong></p>
<p>Agora, se a empresa já deixou claro que o limite de 2 horas extras não pode ser ultrapassado e o funcionário insiste em descumprir, o caminho é aplicar a punição cabível.</p>
<h2>2º Erro: Fraudar os registros de ponto</h2>
<p>Esse erro está diretamente ligado ao primeiro, ou acontece sempre que a empresa tenta <strong>&#8220;ajustar&#8221; os excessos no banco de horas</strong>.</p>
<p>Infelizmente, é bem comum a empresa chegar no fim do mês ou do período de compensação e perceber que o funcionário passou do limite.</p>
<p>E o que muitos fazem? <strong>Abrem os registros de ponto e alteram</strong> para que a jornada fique dentro do permitido.</p>
<p>Mas essa prática vai <strong>totalmente contra as regras trabalhistas</strong> e é muito fácil de ser descoberta.</p>
<p>Se o funcionário tiver prints ou guardou os comprovantes de seus registros, a empresa vai enfrentar um <strong>problemão na Justiça e com o Ministério do Trabalho</strong>.</p>
<p>Além disso, se os horários registrados não baterem com a realidade do funcionário, as <strong>testemunhas podem comprovar uma jornada diferente</strong> no processo, e o juiz pode <strong>anular o banco de horas</strong>.</p>
<h2>3º Erro: Não consultar a Convenção Coletiva da categoria</h2>
<p>Não basta simplesmente avisar ao empregado sobre a existência do banco de horas e obrigá-lo a cumprir uma jornada específica.</p>
<p>É fundamental que o banco de horas esteja <strong>em conformidade com as regras da convenção coletiva</strong> ou acordo coletivo de trabalho.</p>
<p>Digo isso porque <strong>cada convenção pode ter regras específicas sobre como e quando a compensação deve ocorrer.</strong></p>
<p>Por exemplo, pode ser que a convenção determine que a compensação seja feita a cada 4 meses, ou que as horas excedentes não ultrapassem o limite de jornada semanal.</p>
<p>São muitas as particularidades, e <strong>cada sindicato tem suas próprias regras</strong>.</p>
<p>Mais uma vez, não é difícil comprovar as irregularidades: <strong>basta comparar as regras da Convenção com os espelhos de ponto do empregado.</strong></p>
<p>E acredite, já vi muitos juízes anularem o banco de horas exatamente por esse motivo.</p>
<h2>4º Erro: não deixar o empregado consultar o saldo de horas</h2>
<p>Esse é um erro que, felizmente, é <strong>facilmente corrigível</strong>.</p>
<p>Eu sei que o RH fica sobrecarregado com perguntas sobre as horas extras e o saldo a ser compensado.</p>
<p>E é muito comum ouvir dos colaboradores: <strong>&#8220;nessa empresa só faço hora, nunca consigo tirar folga&#8221;</strong>.</p>
<p>Mas é bem pior para a empresa se o juiz <strong>anular o banco de horas</strong> pelo simples fato de o funcionário não poder <strong>consultar suas horas extras.</strong></p>
<p>Vale lembrar que, com o avanço da tecnologia, <strong>muitos sistemas de controle de jornada</strong> já permitem que o empregado tenha <strong>total controle</strong> sobre as horas trabalhadas e o seu banco de horas.</p>
<h2>5º Erro: não formalizar com o empregado o banco de horas</h2>
<p>O último erro, e um dos mais graves, é <strong>não formalizar o banco de horas</strong> com o empregado.</p>
<p>É fundamental que a empresa <strong>estabeleça as regras</strong> de forma clara com o colaborador, garantindo que todos saibam exatamente o que podem ou não fazer durante o período de compensação.</p>
<p>Quanto menos formalidade e clareza nas obrigações, <strong>maiores são as chances de ocorrerem ruídos na comunicação entre a empresa e seus funcionários.</strong></p>
<p>Além disso, a reforma trabalhista permite o ajuste individual do banco de horas, desde que a compensação ocorra em até seis meses. Acima desse período somente com norma coletiva.</p>
<p>E muitas empresas erram ao ultrapassar esse período sem observar as regras do sindicato e acabam enfrentando as consequências na Justiça.</p>
<h2>Quais as consequências da nulidade do banco de horas?</h2>
<p>Não, <strong>não vale a pena cometer os erros</strong> que mencionei acima e arriscar ter o banco de horas anulado na Justiça.</p>
<p>Sabe toda aquela <strong>economia de horas extras</strong> que sua empresa fez ao longo dos anos? Pois é, com a <strong>nulidade do banco de horas</strong>, <strong>essa economia vai toda por água abaixo</strong>.</p>
<p>E o pior: com juros, correção monetária, reflexo em diversas verbas trabalhistas, e ainda com repercussão no INSS.</p>
<p>Ou seja, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/e-se-a-empresa-nao-pagar-as-dividas-trabalhistas/" target="_blank" rel="noopener">o prejuízo para a empresa é gigantesco</a></span>.</p>
<p>Além disso, como esses erros provavelmente ocorreram com <strong>outros funcionários</strong>, basta <strong>um ganhar na Justiça</strong> para que os outros comecem a ingressar com ações trabalhistas também.</p>
<p>Ademais, <strong>comprovar erros no banco de horas</strong> nem sempre precisa de testemunhas.</p>
<p>Os próprios <strong>espelhos de ponto revelam os equívocos</strong>, o que torna muito mais fácil anular o sistema no Judiciário.</p>
<p>Por isso, tenha <strong>muito cuidado com o seu sistema</strong>, porque assim como ele pode <strong>ajudar a economizar</strong>, um simples erro pode trazer <strong>prejuízos inenarráveis</strong>.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo, citei os <strong>5 erros mais graves</strong> quando o assunto é banco de horas e horas extras.</p>
<p>No entanto, outros equívocos também podem levar à <strong>anulação do banco de horas</strong>, como permitir o trabalho em dias destinados ao descanso.</p>
<p>Por isso, a melhor forma de evitar erros é <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-empresarial/" target="_blank" rel="noopener">conversando com um advogado trabalhista</a></span> para que ele possa fazer uma análise da sua empresa.</p>
<p>Como já disse e reforço,<strong> um excelente sistema, se mal aplicado, pode trazer grandes dores de cabeça para o empregador.</strong></p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-morena-sentada-na-mesa-cercada-de-dispositivos-e-papeis_13556673.htm#fromView=search&#038;page=8&#038;position=1&#038;uuid=d65e6249-ef19-491f-badc-178a14082453">Imagem de wayhomestudio no Freepik</a>



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		<title>Banco de horas negativo pode descontar na rescisão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de horas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que o banco de horas negativo pode descontar na rescisão? A resposta para a grande maioria dos casos é não, apesar de muitas empresas continuarem com essa conduta. Nesse artigo eu vou te explicar como a Justiça do Trabalho interpreta essa questão e o que você deve fazer nessas situações. Banco de horas negativo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10454 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Banco-de-horas-negativo.jpg" alt="Banco de horas negativo pode descontar na rescisão" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Banco-de-horas-negativo.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Banco-de-horas-negativo-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Banco-de-horas-negativo-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Banco-de-horas-negativo-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Será que o banco de horas negativo pode descontar na rescisão?</p>
<p><strong>A resposta para a grande maioria dos casos é não</strong>, apesar de muitas empresas continuarem com essa conduta.</p>
<p>Nesse artigo eu vou te explicar como a Justiça do Trabalho interpreta essa questão e o que você deve fazer nessas situações.</p>
<h2>Banco de horas negativo nova lei</h2>
<p>Talvez você não saiba, mas o banco de horas somente começou a ser citado na CLT com a reforma trabalhista.</p>
<p>Antes disso era bem comum existir uma confusão entre o acordo de compensação e o banco de horas.</p>
<p>Contudo, com a reforma trabalhista a diferença passou a ficar bem evidente.</p>
<p>O acordo de compensação é aquele em que você realiza horas extras durante a semana e esse excedente deve ser compensado <strong>na mesma semana ou na seguinte</strong>.</p>
<p>No caso do banco de horas a situação é um pouco diferente, pois o prazo para compensação é bem maior:</p>
<ul>
<li>Se houver acordo individual escrito, a compensação deve ocorrer em até 6 meses;</li>
<li>Caso exista convenção ou acordo coletivo com o sindicato, esses prazos costumam se estender em até 1 ano.</li>
</ul>
<p>Mas cuidado, é importante ficar atento, pois as regras de compensação do banco de horas previstos na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/convencao-coletiva-de-trabalho-porque-desconsidera-la-e-um-erro-grave/" target="_blank" rel="noopener">convenção coletiva</a></span> deve prevalecer sobre o acordo individual.</p>
<p>Um exemplo, é que muitos sindicatos determinam nas negociações coletivas que o prazo para compensar as horas extras deve ocorrer em até 90 dias.</p>
<p>Caso a empresa não se atente a esse detalhe <strong>o banco de horas pode ser anulado e a empresa condenada a pagar as horas extras de todo o período</strong>.</p>
<h2>Então, o banco de horas negativo pode descontar na rescisão?</h2>
<p>Apesar da resposta para a maioria dos casos ser não, esse entendimento surge a partir da interpretação dada ao artigo 59 da CLT no seu parágrafo 3º.</p>
<p>Este artigo estabelece que <strong>a empresa deve pagar as horas extras ao empregado se, no momento da rescisão, o empregado não tiver compensado as horas excedentes</strong>.</p>
<p>Ou seja, caso o empregado tenha horas positivas em seu banco no momento da rescisão, a empresa deve pagar as horas extras referentes ao período.</p>
<p>E com o <strong>adicional mínimo de 50%</strong> previsto na Constituição Federal.</p>
<p>Ah, e não esqueça de olhar a sua convenção coletiva, pois esse adicional pode ser ainda maior.</p>
<p>Dessa forma, como a lei não trata nada sobre o desconto das horas negativas na rescisão, os Tribunais entendem, como regra geral, que não se permite esse desconto.</p>
<p>Logo, caberá a empresa organizar corretamente seus horários de trabalho e o quadro de funcionários para que esse tipo de situação não ocorra.</p>
<p>Portanto, o jeito correto de compensar as horas negativas será com as horas extras futuras que o funcionário venha a fazer.</p>
<h2>Pedi demissão e tenho banco de horas negativo</h2>
<p>Aqui a situação é diferente, pois alguns juízes permitem o desconto nesses casos.</p>
<p>A razão para essa medida reside no fato de que, nestas situações, a falta de compensação de todas as horas extras não pode ser atribuída à empresa.</p>
<p>Porém, mesmo assim, esse entendimento não é unânime, pois vale a regra geral de que não é possível descontar o banco de horas negativo na rescisão.</p>
<h2>A empresa descontou o banco de horas negativo da rescisão, e agora?</h2>
<p>Apesar de ser uma prática proibida, muitas empresas permanecem fazendo esse tipo de desconto.</p>
<p>Seja por desconhecimento do entendimento dos Tribunais, ou até mesmo para evitar prejuízos.</p>
<p>Nesse último caso <strong>as empresas agem de má-fé acreditando que o empregado não entrará com um processo por causa de R$ 500,00 ou R$ 1.000,00</strong>.</p>
<p>Entretanto, a devolução das horas negativas é apenas a porta de entrada para outros pedidos motivados por violações que ocorreram durante o contrato de trabalho.</p>
<p>E nesses casos o prejuízo para a empresa será bem maior.</p>
<p>Mas, não podemos esquecer que i<strong>nfelizmente muitos funcionários realmente deixam seu direito de lado e acabam perdendo dinheiro</strong>.</p>
<h3>Como provar o desconto?</h3>
<p>Duas situações são as mais comuns de acontecer.</p>
<p>Na primeira delas o desconto vai aparecer no termo de rescisão do contrato de trabalho, provavelmente com o título horas negativas ou algo parecido.</p>
<p>Nesses casos fica mais simples provar.</p>
<p>Agora, caso o desconto não apareça no TRCT, ou tenha sido descontado antes, aí <strong>será necessário provar que o abatimento se deu por causa das horas negativas</strong>.</p>
<p>nessas situações precisaremos do espelho de ponto ou, se for o caso, o extrato do banco de horas, comprovando que no final do vínculo existam horas negativas.</p>
<h2>Banco de horas negativo pode ser descontado do salário?</h2>
<p>Aqui o entendimento é semelhante.</p>
<p>Como a empresa não organizou as escalas de trabalho, a ponto de zerar o banco de horas, o empregado não pode sofrer com o desconto do salário sobre as horas que não trabalhou.</p>
<p>Além disso, <strong>o artigo 462 da CLT somente permite o desconto no salário em casos específicos:</strong></p>
<ul>
<li>Adiantamentos;</li>
<li>Contrato coletivo;</li>
<li>Dispositivos de lei, e</li>
<li>Danos a empresa por dolo ou culpa, quando previsto em contrato.</li>
</ul>
<p>Logo, o ideal é que a empresa organize as suas escalas a ponto de zerar o banco de horas de seus funcionários.</p>
<h2>Como recuperar o valor do desconto do banco de horas negativo?</h2>
<p>O primeiro passo é informar a empresa que o desconto ocorreu de forma indevida.</p>
<p>Mas preste atenção, <strong>é muito importante registrar a cobrança em conversas do WhatsApp ou por gravações, caso prefira falar pessoalmente ou por telefone</strong>.</p>
<p>Após expor seus argumentos, o procedimento adequado seria a empresa reembolsar os valores que foram deduzidos de forma inadequada.</p>
<p>Contudo, caso a empresa te enrole ou crie dificuldades para devolver os valores, será necessário entrar com uma ação na Justiça.</p>
<h3>Advogado trabalhista para desconto na rescisão do banco de horas negativo</h3>
<p><strong>Procure por um bom advogado trabalhista</strong> e conte para ele tudo o que acontece e mostre os documentos que você tem em mãos.</p>
<p>Viu como o prints do Whatsapp e gravações serão importantes?</p>
<p>Dessa forma, em posse dos documentos o advogado vai avaliar toda a situação para ingressar com uma ação trabalhista.</p>
<p>Lembrando que<strong> o processo conterá outros pedidos após uma análise minuciosa do advogado para descobrir outras violações da empresa.</strong></p>
<p>Então além da devolução dos descontos na rescisão do banco de horas negativo, poderá haver outros pedidos, como insalubridade, horas extras, dentre outros, por exemplo.</p>
<p>Ademais, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">muitos advogados trabalhistas atendem de forma online</a></span>, trazendo muito mais comodidade e conforto para o cliente.</p>
<p>Afinal, não é necessário enfrentar trânsito e gastar dinheiro com transporte e alimentação para conhecer os seus direitos.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Agora que você já aprendeu que o banco de horas negativo não pode descontar na rescisão é preciso ficar atento.</p>
<p><strong>Caso isso ocorra com você não esqueça das provas que mencionei logo acima.</strong></p>
<p>E converse com a empresa antes de tomar alguma medida judicial. A depender da empresa será possível resolver o problema administrativamente.</p>
<p>Porém, caso nada disso resolva, não deixe de procurar um bom advogado trabalhista.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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