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	<title>Arquivos Regime de tempo parcial - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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	<title>Arquivos Regime de tempo parcial - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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		<title>Entenda o trabalho em regime de tempo parcial com a reforma trabalhista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 13:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Regime de tempo parcial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o&#160;trabalho em regime de tempo parcial Algumas empresas&#160;atingem picos de demanda em determinado turno, mas não podem ou não conseguem contratar novos funcionários para suprir essas exigências. Geralmente por questões econômicas estas empresas não conseguem arcar com os custos da contratação de novos colaboradores, o que tornaria inviável a manutenção do negócio. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/trabalho-em-regime-de-tempo-parcial-com-a-reforma-trabalhista/">Entenda o trabalho em regime de tempo parcial com a reforma trabalhista</a> apareceu primeiro em <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br">Alexandre Bastos Advocacia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">O que é o&nbsp;trabalho em regime de tempo parcial</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Algumas empresas&nbsp;atingem picos de demanda em determinado turno, mas não podem ou não conseguem contratar novos funcionários para suprir essas exigências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Geralmente por questões econômicas estas empresas não conseguem arcar com os custos da contratação de novos colaboradores, o que tornaria inviável a manutenção do negócio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Desta forma, para suprir essa lacuna, surgiu a figura do&nbsp;trabalho em regime de tempo parcial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Assim, o referido Instituto&nbsp;foi introduzido no Brasil, por meio da Medida Provisória de nº 2.164-41/2001.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Seu objetivo era criar&nbsp;<strong>novos postos de trabalho</strong>, além de beneficiar as empresas que poderiam atender melhor os seus clientes.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Definição</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Segundo o artigo <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del5452.htm" target="_blank" rel="noopener">58-A da CLT</a></span>, com as alterações promovidas pela Lei 13.467/17, o&nbsp;trabalho em regime de tempo parcial é definido da seguinte maneira:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Importante ressaltar, que antes da reforma a duração não poderia exceder a vinte e cinco horas semanais, conforme determinava a CLT.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Modalidades</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">É possível perceber que a reforma trabalhista criou duas modalidades de tempo parcial que são estabelecidas com base na prestação ou não de horas extras, dividindo-se da seguinte maneira:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Regime de duração que&nbsp;não exceda a trinta horas semanais</span></li>
<li><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Regime de duração que não exceda a vinte e seis horas semanais</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">No primeiro caso, <strong>não é permitido</strong> a realização de horas extras pelo funcionário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">No segundo caso, a realização de horas extras <strong>é permitida</strong>, contudo,&nbsp;limitado a 6 horas extras por semana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Os períodos mencionados referem-se ao limite máximo da jornada. Nada impede períodos inferiores estabelecidos em contrato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, caso os limites não sejam obedecidos a empresa deverá arcar com o pagamento do período suplementar acrescidos de pelo menos<strong> 50%</strong> sobre o valor da hora normal de trabalho, além de outras penalidades administrativas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar do limite de 6 horas extras por semana, a Constituição também limita a prestação em até 2 horas extras/dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Deste modo, as empresas devem estar atentas na divisão da jornada de seus colaboradores para evitar condenações desnecessárias neste sentido.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Remuneração</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Como fica então o pagamento destes funcionários?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Devem receber o mesmo salário daqueles que trabalham de forma integral?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Sobre o tema o TST já se pronunciou <strong>permitindo</strong> o pagamento de forma proporcional ao tempo trabalhado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O referido posicionamento encontra-se estabelecido na Oj de nº 358 da SDI-I do TST:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">358. SALÁRIO MÍNIMO E PISO SALARIAL PROPORCIONAL À JORNADA REDUZIDA. EMPREGADO. SERVIDOR PÚBLICO</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">I &#8211; Havendo contratação para cumprimento de jornada reduzida, inferior à previsão constitucional de oito horas diárias ou quarenta e quatro semanais, é lícito o pagamento do piso salarial ou do salário mínimo <strong>proporcional ao tempo trabalhado</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">II – Na Administração Pública direta, autárquica e fundacional <strong>não é válida</strong> remuneração de empregado público inferior ao salário mínimo, ainda que cumpra jornada de trabalho reduzida. Precedentes do Supremo Tribunal Federal.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Veja que existe uma exceção no caso de <strong>empregado público</strong>, não sendo permitido o pagamento inferior ao salário mínimo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Portanto, caso a <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-jornada-de-trabalho-do-empregado/" target="_blank" rel="noopener">jornada</a></span> seja inferior as 8 horas diárias e 44 horas semanais, o <strong>pagamento do salário será proporcional</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Além disso, a própria CLT já determinava essa regra em seu artigo 58-A, § 1º:</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">58-A, §&nbsp;1º &#8211; O salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral.</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, a proporção deve se dar com base no salário mínimo ou piso salarial da categoria.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Férias</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A reforma trabalhista também alterou alguns pontos no que se refere as <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://alexandrebastosadvocacia.com.br/alguns-direitos-sobre-ferias-que-todo-trabalhador-deveria-conhecer/" target="_blank" rel="noopener">férias</a></span> dos que trabalham em regime de tempo parcial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A primeira mudança a ser citada foi a possibilidade de &#8220;vender&#8221; parte das férias, algo que antes não era permitido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme artigo 58-A, §6º da CLT o empregado deste regime pode vender até 1/3 do período de férias a que tem direito:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">58-A, § 6º &#8211; É facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter um terço do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Caso a solicitação para conversão seja realizada em até 15 dias antes do término do período aquisitivo, o empregador não poderá discordar da solicitação realizada.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14pt;">Usufruição das férias</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Outra mudança realizada pela reforma trabalhista refere-se ao tempo de férias a que o colaborador neste regime tem direito.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Antes, os dias para usufruir as férias dependiam da duração semanal do trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A título de curiosidade, ocorriam na seguinte proporção:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">I &#8211; dezoito dias, para a duração do trabalho semanal superior a vinte e duas horas, até vinte e cinco horas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">II &#8211; dezesseis dias, para a duração do trabalho semanal superior a vinte horas, até vinte e duas horas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">III &#8211; quatorze dias, para a duração do trabalho semanal superior a quinze horas, até vinte horas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">IV &#8211; doze dias, para a duração do trabalho semanal superior a dez horas, até quinze horas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">V &#8211; dez dias, para a duração do trabalho semanal superior a cinco horas, até dez horas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">VI &#8211; oito dias, para a duração do trabalho semanal igual ou inferior a cinco horas.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Após a redação estabelecida pela reforma, o período de férias passou a ser regido pelo artigo 130 da CLT como os demais empregados de forma geral:</span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">I &#8211; 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco) vezes;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">II &#8211; 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze) faltas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">III &#8211; 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">IV &#8211; 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas.</span></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste ponto a reforma beneficiou os trabalhadores, pois aumentou significativamente o período de férias dos que trabalham em períodos curtos na empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Por sua vez,&nbsp;<strong>faltas injustificadas</strong>&nbsp;são condição primordial para definir o período de férias a que o funcionário terá direito.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Compensação de jornada</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Conforme aduzido anteriormente, os que trabalhavam neste tipo de regime não poderiam realizar horas extras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Ocorre que, outra mudança trazida pela reforma foi a revogação dessa regra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Agora, no regime de duração de até vinte e seis horas semanais é possível compensar as horas suplementares realizadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, é <strong>imprescindível</strong>&nbsp; que a jornada suplementar seja compensada&nbsp;até a semana imediatamente posterior à da sua execução.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Ademais, caso as horas extras não sejam compensadas, a quitação deverá ser feita na folha de pagamento do mês seguinte.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Adoção ao regime de tempo parcial</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">É permitido aos empregados atuais adotarem o regime de tempo parcial?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Desde que <strong>sejam atendidos os requisitos</strong> determinados pela CLT, sim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Inicialmente, é necessário o consentimento do funcionário para que a referida modalidade contratual seja adotada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Desta forma, a adesão não pode ocorrer por desejo apenas da empresa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O segundo requisito é a prévia negociação coletiva, justamente para evitar que fraudes ocorram.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste sentido, é importante lembrar que um dos malefícios em aderir o regime de tempo parcial é a redução salarial em razão da remuneração estar atrelada ao tempo do serviço.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;">Conclusão</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://alexandrebastosadvocacia.com.br/reforma-trabalhista-10-novas-alteracoes-na-clt/" target="_blank" rel="noopener">reforma trabalhista</a></span> trouxe profundas alterações no regime de trabalho em tempo parcial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">É inegável que as mudanças beneficiaram essencialmente as empresas trazendo mais flexibilidade neste tipo de contratação atendendo melhor as suas necessidades.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, trouxe também alguns aspectos negativos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Por exemplo, algumas pessoas que buscavam complementar o seu salário com um emprego de meio período,&nbsp; talvez, não consigam se adaptar as novas medidas, como a exigência de realização de horas extras. Tal medida poderia entrar em conflito com outras atividades semanais e tornar inviável a manutenção neste emprego.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Por outro lado, assim como em qualquer mudança, houve prejuízo e benefícios para ambos as partes, cabendo as empresas e colaboradores se adaptarem a nova realidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste ponto é essencial que as empresas procurem <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://alexandrebastosadvocacia.com.br/quais-as-vantagens-da-advocacia-trabalhista-empresarial-preventiva/" target="_blank" rel="noopener">auxílio jurídico</a></span>&nbsp;trazendo segurança as novas rotinas trabalhistas implementadas pela reforma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Do mesmo modo, o funcionário que se sentir prejudicado deve <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="http://alexandrebastosadvocacia.com.br/quais-os-motivos-para-pedir-a-rescisao-indireta/" target="_blank" rel="noopener">buscar um advogado</a></span> para que analise a sua insatisfação verificando se realmente existe uma infração legal, ou não.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Por fim, a ajuda profissional neste caso é essencial para saber lidar com as novas transformações impostas pela reforma trabalhista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Não esqueçam de compartilhar nosso conteúdo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Até a próxima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;"><a href="http://www.freepik.com"><span style="font-size: 8pt;">Designed by rawpixel.com / Freepik&lt;/</span></a></span></p>


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