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	<title>Arquivos Rescisão indireta - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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	<title>Arquivos Rescisão indireta - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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		<title>Funcionária grávida pode pedir demissão? Entenda seus direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 11:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma funcionária grávida pode pedir demissão do seu emprego? Algo está acontecendo e você está pensando em pedir demissão, mas surgem dúvidas e você não sabe como agir, não é mesmo? Neste artigo, eu quero te informar sobre seus principais direitos nesses casos. Vou falar sobre o auxílio-maternidade, a estabilidade no emprego e também sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-12101 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/gravida-pode-pedir-demissao.jpg" alt="grávida pode pedir demissão" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/gravida-pode-pedir-demissao.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/gravida-pode-pedir-demissao-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/gravida-pode-pedir-demissao-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/gravida-pode-pedir-demissao-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Uma funcionária grávida pode pedir demissão do seu emprego?</p>
<p data-start="176" data-end="296">Algo está acontecendo e você está pensando em pedir demissão, mas surgem dúvidas e você não sabe como agir, não é mesmo?</p>
<p data-start="298" data-end="530">Neste artigo, eu quero te informar sobre seus <strong data-start="342" data-end="365">principais direitos</strong> nesses casos. Vou falar sobre o <strong data-start="398" data-end="421">auxílio-maternidade</strong>, a <strong data-start="425" data-end="452">estabilidade no emprego</strong> e também sobre a <strong data-start="470" data-end="491">rescisão indireta</strong>, quando a empresa comete erros graves.</p>
<p data-start="532" data-end="619">Se preferir, clique no tema que mais te interessa no nosso índice e vá direto ao ponto.</p>
<h2>Funcionária grávida pode pedir demissão do emprego?</h2>
<p data-start="219" data-end="338">Com certeza que sim! Afinal, <strong data-start="248" data-end="302">nenhum empregado é obrigado a continuar no emprego</strong> se não estiver mais satisfeito, ok?</p>
<p data-start="340" data-end="466">Mas precisamos tomar alguns cuidados e falar sobre pontos importantes para que <strong data-start="419" data-end="465">o pedido de demissão seja realmente válido</strong>.</p>
<p data-start="468" data-end="607"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A CLT, no <strong data-start="478" data-end="492">artigo 500</strong>, determina que <strong data-start="508" data-end="557">o pedido de demissão de quem tem estabilidade</strong> só vale se contar com a assistência do sindicato.</p>
<p data-start="609" data-end="717">Ou seja, se a funcionária grávida quiser sair da empresa, <strong data-start="667" data-end="716">é necessário fazer a homologação no sindicato</strong>.</p>
<p data-start="719" data-end="930">Se a demissão acontecer sem essa assistência, <strong data-start="765" data-end="805">existe o risco do pedido ser anulado</strong>, e a funcionária pode ser <strong data-start="832" data-end="858">reintegrada ao emprego</strong>, além de ter direito ao <strong data-start="883" data-end="929">pagamento do período em que ficou afastada</strong>.</p>
<p data-start="932" data-end="1138"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2757.png" alt="❗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Portanto, a funcionária grávida <strong data-start="964" data-end="991">pode pedir demissão</strong>, mas <strong data-start="997" data-end="1036">precisa da assistência do sindicato</strong>. Caso contrário, a empresa pode ter que reintegrar a funcionária e pagar todo o tempo de afastamento.</p>
<p data-start="1140" data-end="1394">Agora, é muito importante observar o motivo do pedido de demissão.</p>
<p data-start="1140" data-end="1394">Se for por <strong data-start="1218" data-end="1238">motivos pessoais</strong>, tudo bem. Mas se for por <strong data-start="1265" data-end="1296">problemas dentro da empresa</strong>, existe a chance de pedir a <strong data-start="1325" data-end="1346">rescisão indireta</strong>, saindo com <strong data-start="1359" data-end="1393">todos os direitos trabalhistas</strong>.</p>
<p data-start="1396" data-end="1433">E é sobre isso que vamos falar agora!</p>
<h2>Pedir rescisão indireta para receber todos os direitos</h2>
<p data-start="213" data-end="388">Geralmente, quando a funcionária enfrenta <strong data-start="255" data-end="288">problemas internos na empresa</strong> e tem seus <strong data-start="300" data-end="334">direitos trabalhistas violados</strong>, o primeiro pensamento é pedir demissão, não é mesmo?</p>
<p data-start="390" data-end="520">A vontade de acabar logo com aquela situação e se livrar do problema pode levar a funcionária a <strong data-start="486" data-end="519">tomar uma decisão precipitada</strong>.</p>
<p data-start="522" data-end="630">Digo isso porque, ao pedir demissão (mesmo com a assistência do sindicato), a funcionária <strong data-start="612" data-end="629">recebe apenas</strong>:</p>
<ul data-start="632" data-end="721">
<li data-start="632" data-end="656">
<p data-start="634" data-end="656">Os dias trabalhados;</p>
</li>
<li data-start="657" data-end="693">
<p data-start="659" data-end="693">Férias vencidas e proporcionais;</p>
</li>
<li data-start="694" data-end="721">
<p data-start="696" data-end="721">13º salário proporcional.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="723" data-end="780">Ou seja, <strong data-start="732" data-end="779">ela abre mão de vários direitos importantes</strong>.</p>
<p data-start="782" data-end="1005">Entretanto, se o motivo do pedido for a <strong data-start="822" data-end="860">violação dos direitos trabalhistas</strong>, a CLT permite que a funcionária entre com um <strong data-start="907" data-end="938">pedido de rescisão indireta</strong>, recebendo <strong data-start="950" data-end="1004">os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa</strong>.</p>
<p data-start="1007" data-end="1051"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4a1.png" alt="💡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Nessa situação, a funcionária tem direito a:</p>
<ul data-start="1053" data-end="1394">
<li data-start="1053" data-end="1074">
<p data-start="1055" data-end="1074"><strong data-start="1055" data-end="1071">Aviso prévio</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1075" data-end="1100">
<p data-start="1077" data-end="1100"><strong data-start="1077" data-end="1097">Saldo de salário</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1101" data-end="1146">
<p data-start="1103" data-end="1146"><strong data-start="1103" data-end="1143">13º salário integral ou proporcional</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1147" data-end="1171">
<p data-start="1149" data-end="1171"><strong data-start="1149" data-end="1168">Férias vencidas</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1172" data-end="1222">
<p data-start="1174" data-end="1222"><strong data-start="1174" data-end="1219">Férias proporcionais com acréscimo de 1/3</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1223" data-end="1245">
<p data-start="1225" data-end="1245"><strong data-start="1225" data-end="1242">Saque do FGTS</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1246" data-end="1280">
<p data-start="1248" data-end="1280"><strong data-start="1248" data-end="1277">Multa de 40% sobre o FGTS</strong>;</p>
</li>
<li data-start="1281" data-end="1331">
<p data-start="1283" data-end="1331"><strong data-start="1283" data-end="1304">Seguro-desemprego</strong> (se estiver habilitada);</p>
</li>
<li data-start="1332" data-end="1394">
<p data-start="1334" data-end="1394"><strong data-start="1334" data-end="1378">Indenização pelo período da estabilidade</strong>, se for o caso.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1396" data-end="1479"><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">A rescisão indireta é possível sempre que a empresa comete <strong data-start="1455" data-end="1472">faltas graves</strong></a></span>, como:</p>
<ul data-start="1481" data-end="1706">
<li data-start="1481" data-end="1504">
<p data-start="1483" data-end="1504">Atrasos no salário;</p>
</li>
<li data-start="1505" data-end="1535">
<p data-start="1507" data-end="1535"><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/se-a-empresa-nao-depositar-o-fgts-o-que-acontece/" target="_blank" rel="noopener">Falta de depósito do FGTS</a></span>;</p>
</li>
<li data-start="1536" data-end="1558">
<p data-start="1538" data-end="1558">Assédio moral;</p>
</li>
<li data-start="1559" data-end="1582">
<p data-start="1561" data-end="1582">Redução de salário;</p>
</li>
<li data-start="1583" data-end="1610">
<p data-start="1585" data-end="1610"><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-empresa-pode-deixar-de-pagar-comissao/" target="_blank" rel="noopener">Diminuição da comissão;</a></span></p>
</li>
<li data-start="1611" data-end="1645">
<p data-start="1613" data-end="1645">Não pagamento de horas extras;</p>
</li>
<li data-start="1646" data-end="1706">
<p data-start="1648" data-end="1706">Falta de pagamento de insalubridade ou periculosidade.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1708" data-end="1922">Vale lembrar que esses são apenas <strong data-start="1725" data-end="1744">alguns exemplos</strong>.</p>
<p data-start="1708" data-end="1922">Se você quer sair do emprego por causa de algum erro da empresa, o ideal é <strong data-start="1821" data-end="1862">conversar com um advogado trabalhista</strong> para analisar se a rescisão indireta se aplica ao seu caso.</p>
<h3>Já pedi demissão e não sabia da rescisão indireta, e agora?</h3>
<p data-start="198" data-end="393">Como a maioria dos funcionários <strong data-start="230" data-end="290">não conhece a possibilidade de pedir a rescisão indireta</strong>, muitos acabam <strong data-start="306" data-end="344">pedindo demissão por conta própria</strong>, mesmo por causa de direitos violados.</p>
<p data-start="395" data-end="581">Contudo, mesmo com esse desconhecimento, <strong data-start="436" data-end="514">a Justiça do Trabalho permite a conversão da demissão em rescisão indireta</strong>, desde que o trabalhador comprove os erros cometidos pela empresa.</p>
<p data-start="583" data-end="621">Veja esse exemplo de decisão judicial:</p>
<blockquote>
<p>AGRAVO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA. ACÓRDÃO REGIONAL PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.467/2017. RITO SUMARÍSSIMO . FORMA DE DISSOLUÇÃO CONTRATUAL. <strong>CONVERSÃO DA DEMISSÃO EM RESCISÃO INDIRETA</strong>. NÃO RECOLHIMENTO DE FGTS E SALÁRIOS. No caso dos autos, não se constata ofensa direta ao art . 5º, LV, da CF. O TRT destacou: &#8220;Embora o salário de novembro tenha sido pago em dezembro, e o deste mês em janeiro, o salário de outubro até o momento não foi pago, tampouco a gratificação natalina. Ademais, nenhum recolhimento de FGTS foi feito, como mostra o cálculo juntado pela própria empresa&#8221;. <strong>Caracterizada falta grave do empregador, tal como o não recolhimento do FGTS e atraso reiterado de salários, é viável a conversão da demissão em rescisão indireta</strong> . Precedentes. Mantém-se a decisão recorrida. Agravo conhecido e desprovido.</p>
<p>(TST &#8211; Ag-AIRR: 00000829120205120027, Relator.: Morgana De Almeida Richa, Data de Julgamento: 29/03/2023, 5ª Turma, Data de Publicação: 31/03/2023)</p>
</blockquote>
<p>Portanto, se esse foi o seu caso, existe a possibilidade da conversão.</p>
<h2>Como fica o salário maternidade se pedir demissão?</h2>
<p>Uma dúvida muito comum ocorre em relação ao salário maternidade.</p>
<p>Quando a funcionária pede demissão ela não recebe mais o salário maternidade?</p>
<p>Nesses casos, <strong>o pagamento do salário maternidade será feito diretamente pelo INSS quando comprovar a qualidade de segurada desempregada</strong>, conforme art 97 do decreto 3.048/99:</p>
<blockquote>
<p>Art. 97.  O salário-maternidade da segurada empregada será devido pela previdência social enquanto existir relação de emprego, observadas as regras quanto ao pagamento desse benefício pela empresa. </p>
<p>Parágrafo único.  Durante o período de graça a que se refere o art. 13, <strong>a segurada desempregada fará jus ao recebimento do salário-maternidade, situação em que o benefício será pago diretamente pela previdência social</strong>. </p>
</blockquote>
<h2>Gestante tem direito a estabilidade quando pede demissão?</h2>
<p data-start="193" data-end="321">Um erro muito comum entre as gestantes é acreditar que <strong data-start="248" data-end="320">a estabilidade no emprego continua valendo mesmo após pedir demissão</strong>.</p>
<p data-start="323" data-end="445">Entretanto, <strong data-start="335" data-end="378">quando a própria gestante pede demissão</strong>, <strong data-start="380" data-end="444">ela perde o direito à indenização do período de estabilidade</strong>.</p>
<p data-start="447" data-end="635"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Agora presta bastante atenção, se a saída do emprego acontecer por meio de <strong data-start="498" data-end="519">rescisão indireta</strong>, a gestante <strong data-start="532" data-end="607">tem direito a receber o valor correspondente ao período da estabilidade</strong>, como forma de indenização.</p>
<h2>Quando a gestante pede rescisão indireta tem direito a estabilidade?</h2>
<p data-start="217" data-end="301"><strong>A estabilidade da gestante é um direito garantido pela Constituição Federal.</strong></p>
<p data-start="303" data-end="438">De acordo com o texto constitucional, a empregada tem garantia no emprego desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto.</p>
<p data-start="440" data-end="597">Isso significa que <strong data-start="459" data-end="518">a empresa não pode dispensar a gestante sem justa causa</strong>.</p>
<p data-start="440" data-end="597">Se isso acontecer, terá que <strong data-start="548" data-end="596">indenizar o período restante da estabilidade</strong>.</p>
<p data-start="599" data-end="810">Como a rescisão indireta é uma forma de demissão sem justa causa, provocada por faltas graves da empresa, <strong>a gestante que pede a rescisão também tem direito à indenização pelo período da estabilidade.</strong></p>
<p data-start="812" data-end="996">Por exemplo: se a gestante pedir a rescisão indireta com 3 meses de gravidez, ela terá direito a 11 meses de indenização(6 meses restantes da gestação + 5 meses após o parto).</p>
<h2>Descobri a gravidez depois de pedir demissão, o que fazer?</h2>
<p data-start="204" data-end="298">Um caso muito comum é a funcionária <strong data-start="240" data-end="297">pedir demissão e só depois descobrir que está grávida</strong>.</p>
<p data-start="300" data-end="426">Ao procurar a empresa para tentar voltar ao emprego, o empregador costuma negar, dizendo que ela não tem esse direito.</p>
<p data-start="428" data-end="465">Mas, e aí? Quem está com a razão?</p>
<p data-start="467" data-end="771">Essa situação realmente gera <strong data-start="496" data-end="526">muita discussão na Justiça</strong>.</p>
<p data-start="467" data-end="771">Alguns tribunais entendem que não é possível a reintegração, enquanto outras decisões, inclusive do Tribunal Superior do Trabalho, reconhecem que é possível, sim, a gestante voltar ao emprego mesmo após ter pedido demissão, quando não tinha conhecimento da gestação</p>
<p data-start="773" data-end="1021">Como o TST <strong data-start="784" data-end="842">tem entendido que a reintegração é válida nesses casos</strong>, é muito importante que a gestante <strong data-start="878" data-end="923">formalize o pedido de retorno ao trabalho</strong>.</p>
<p data-start="773" data-end="1021">Se a empresa se recusar, o ideal é <strong data-start="960" data-end="1020">buscar a Justiça do Trabalho para garantir seus direitos</strong>.</p>
<p data-start="1023" data-end="1126">Afinal, esse é um momento delicado e ter uma fonte de renda nesse período faz toda a diferença.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p data-start="173" data-end="286">Neste artigo, você viu que <strong data-start="200" data-end="285">o pedido de demissão da gestante só é válido quando há a assistência do sindicato</strong>.</p>
<p data-start="288" data-end="468">Também aprendeu que, em caso de <strong data-start="320" data-end="352">erros cometidos pela empresa</strong>, <strong data-start="354" data-end="389">não é necessário pedir demissão</strong>, pois existe a possibilidade de <strong data-start="422" data-end="467">rescisão indireta do contrato de trabalho</strong>.</p>
<p data-start="470" data-end="638">A diferença entre as duas situações está nas verbas trabalhistas que a gestante pode receber, e isso influencia diretamente nos seus direitos e no seu sustento.</p>
<p data-start="640" data-end="780">Por isso, se você tem dúvidas ou se sente prejudicada de alguma forma, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener"><strong>o ideal é conversar com um advogado trabalhista de confiança.</strong></a></span></p>
<p data-start="782" data-end="800">Até a próxima!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Bullying no trabalho: Direitos trabalhistas e o que fazer. Entenda de forma descomplicada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 10:37:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bullying no trabalho é um problema sério e precisa ser combatido dentro das empresas. Além de atrapalhar o dia a dia, pode causar ansiedade, depressão e outros problemas psicológicos. Por isso, quero te explicar quais são os direitos do trabalhador nessa situação, incluindo a possibilidade de pedir danos morais e até a rescisão indireta do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11864 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bullying-no-trabalho.jpg" alt="Bullying no trabalho" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bullying-no-trabalho.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bullying-no-trabalho-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bullying-no-trabalho-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bullying-no-trabalho-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p class="" data-start="0" data-end="189"><strong data-start="0" data-end="89">Bullying no trabalho é um problema sério e precisa ser combatido dentro das empresas.</strong></p>
<p class="" data-start="0" data-end="189">Além de atrapalhar o dia a dia, pode causar ansiedade, depressão e outros problemas psicológicos.</p>
<p class="" data-start="191" data-end="496">Por isso, quero te explicar <strong data-start="219" data-end="274">quais são os direitos do trabalhador nessa situação</strong>, incluindo a possibilidade de pedir danos morais e até a rescisão indireta do contrato.</p>
<p class="" data-start="191" data-end="496">Além disso, vou mostrar o que o empregado pode fazer para se proteger.</p>
<p class="" data-start="498" data-end="597">Se quiser ir direto para um ponto específico, <strong data-start="544" data-end="597" data-is-last-node="">clique no tema que te interessa no índice abaixo.</strong></p>
<h2>Meu caso se enquadra como bullying no trabalho?</h2>
<p class="" data-start="55" data-end="273">Sabe qual é um dos maiores problemas de quem sofre bullying? <strong data-start="116" data-end="144">Achar que a culpa é sua.</strong></p>
<p class="" data-start="55" data-end="273">Muitas vezes, a pessoa não percebe que <strong data-start="184" data-end="271">não se trata de uma simples brincadeira entre colegas, mas de um abuso psicológico.</strong></p>
<p class="" data-start="275" data-end="499">A boa notícia é que identificar essa diferença é mais simples do que parece.</p>
<p class="" data-start="275" data-end="499">O bullying no trabalho tem um objetivo claro: <strong data-start="402" data-end="497">prejudicar o empregado e gerar um desconforto emocional que pode desestabilizar sua rotina.</strong></p>
<p class="" data-start="501" data-end="606">No Direito do Trabalho, isso tem nome: assédio moral. E sim, o bullying é uma forma de assédio moral.</p>
<h3>O que é assédio moral</h3>
<p class="" data-start="34" data-end="181">Como eu disse, <strong data-start="49" data-end="179">assédio moral acontece quando colegas de trabalho ou superiores adotam atitudes que desestabilizam emocionalmente o empregado.</strong></p>
<p class="" data-start="183" data-end="431">Geralmente, esse comportamento tem um objetivo por trás: <strong data-start="240" data-end="290">pressionar a pessoa até que ela peça demissão.</strong></p>
<p class="" data-start="183" data-end="431">O ambiente fica tão insuportável que, em algum momento, o trabalhador não vê outra saída senão sair do emprego para se livrar da situação.</p>
<p class="" data-start="433" data-end="633">Agora, pense nisso: <strong data-start="453" data-end="567">ninguém deveria sair de casa para trabalhar e ser obrigado a ouvir coisas desagradáveis dos chefes ou colegas.</strong> Isso é desrespeitoso e pode causar sérios danos à saúde mental.</p>
<p class="" data-start="635" data-end="791">E claro, <strong data-start="644" data-end="717">para a Justiça do Trabalho, esse tipo de conduta é totalmente ilegal.</strong> Como veremos a seguir, a empresa pode ser condenada a indenizar a vítima.</p>
<h3>10 exemplos de bullying no trabalho</h3>
<p>Agora, vou citar <strong>10 situações que podem se classificar como casos de bullying no trabalho</strong>:</p>
<ul>
<li>Comentários humilhantes;</li>
<li>Exclusão social;</li>
<li>Atribuição de tarefas impossíveis;</li>
<li>Criticas excessivas;</li>
<li>Boatos e fofocas;</li>
<li>Controle excessivo;</li>
<li>Retenção de informações;</li>
<li><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/ameaca-de-demissao-e-assedio-moral-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noopener">Ameaças e intimidações</a></span>;</li>
<li>Sobrecarregar e desvalorizar;</li>
<li>Ofensas e agressões.</li>
</ul>
<p>Por isso, caso você passe por algum desses exemplos ou situações semelhantes não deixe de falar com um advogado.</p>
<h2>Quais os direitos trabalhistas de quem sofre bullying no trabalho?</h2>
<p class="" data-start="82" data-end="174">Já vimos que o bullying no ambiente de trabalho pode causar muitos prejuízos ao empregado.</p>
<p class="" data-start="176" data-end="248">Agora, quero te mostrar <strong data-start="200" data-end="246">quais são os seus direitos nessa situação.</strong></p>
<p class="" data-start="250" data-end="437">Vou falar sobre <strong data-start="266" data-end="369">indenização por danos morais, reconhecimento de doença ocupacional e rescisão indireta do contrato.</strong></p>
<p class="" data-start="250" data-end="437">Assim, você saberá exatamente o que pode fazer para buscar justiça.</p>
<h3>Indenização por danos morais</h3>
<p class="" data-start="40" data-end="160">Quando um empregado sofre bullying no trabalho, <strong data-start="88" data-end="158">a empresa pode ser condenada a pagar indenização por danos morais.</strong></p>
<p class="" data-start="162" data-end="337">A nossa Constituição protege a honra e a imagem das pessoas, e a CLT também garante esses mesmos direitos.</p>
<p class="" data-start="162" data-end="337"><strong data-start="269" data-end="335">Ninguém pode causar um transtorno desse tamanho e sair impune.</strong></p>
<p class="" data-start="339" data-end="611">Além disso, <strong data-start="351" data-end="445">a empresa tem a obrigação legal de garantir um ambiente de trabalho saudável e respeitoso.</strong></p>
<p class="" data-start="339" data-end="611">Portanto, isso significa a adoção de medidas rigorosas para evitar um local repleto de piadas ofensivas, xingamentos, agressões e qualquer outra forma de assédio moral.</p>
<h3>Doença ocupacional</h3>
<p class="" data-start="30" data-end="218">Atendo diariamente pessoas com dúvidas sobre seus direitos trabalhistas, e muitas delas <strong data-start="118" data-end="216">precisaram se afastar do trabalho após sofrer bullying e desenvolver transtornos psicológicos.</strong></p>
<p class="" data-start="220" data-end="393">É muito comum que trabalhadores nessa situação apresentem <strong data-start="278" data-end="342">ansiedade, depressão, Burnout ou outros problemas emocionais</strong> devido ao assédio moral no ambiente de trabalho.</p>
<p class="" data-start="395" data-end="561">O grande problema é que, ao se afastarem pelo INSS, muitos recebem apenas o auxílio-doença comum, perdendo direitos importantes, como a estabilidade no emprego.</p>
<p class="" data-start="563" data-end="785">Porém, <strong data-start="570" data-end="665">se o transtorno psicológico foi causado pelo assédio moral, o empregado pode ter direito a:</strong></p>
<ul>
<li data-start="563" data-end="785">Indenização por danos morais;</li>
<li data-start="563" data-end="785">Indenização por danos materiais;</li>
<li data-start="563" data-end="785">Estabilidade no emprego;</li>
<li data-start="563" data-end="785">Pensão vitalícia.</li>
</ul>
<p class="" data-start="787" data-end="967">Ademais, para garantir esses direitos, é essencial entrar com uma ação trabalhista. Isso permitirá que o trabalhador passe por uma perícia médica para identificar a causa do problema.</p>
<p class="" data-start="969" data-end="1069">Assim, se for comprovado que a empresa teve culpa, <strong data-start="1013" data-end="1067">ela será obrigada a pagar as indenizações devidas.</strong></p>
<p class="" data-start="1071" data-end="1133">Falo mais sobre esse assunto neste artigo:</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/desenvolvi-ansiedade-no-trabalho-posso-processar/" target="_blank" rel="noopener">Desenvolvi ansiedade no trabalho: Posso processar?</a></span></p>
<h3>Rescisão indireta do contrato de trabalho</h3>
<p class="" data-start="53" data-end="269">No começo deste artigo, falei que um dos objetivos de quem pratica o bullying é <strong data-start="133" data-end="173">forçar o empregado a pedir demissão.</strong></p>
<p class="" data-start="53" data-end="269">Afinal, <strong data-start="182" data-end="267">ninguém consegue suportar trabalhar em um ambiente hostil por muito tempo, certo?</strong></p>
<p class="" data-start="271" data-end="440">No entanto, <strong data-start="283" data-end="346">ao pedir demissão, o trabalhador perde direitos importantes</strong>, como o saque do FGTS, a multa de 40% e o seguro-desemprego. <strong data-start="408" data-end="438">Isso é um grande prejuízo.</strong></p>
<p class="" data-start="442" data-end="648">Para evitar essa situação, a <strong data-start="471" data-end="551">CLT permite que o empregado peça a rescisão indireta do contrato de trabalho</strong>, ou seja, o trabalhador pode sair da empresa <strong data-start="597" data-end="646">mantendo todos os seus direitos trabalhistas.</strong></p>
<p class="" data-start="650" data-end="946">Para isso, será necessário <strong data-start="677" data-end="774">ingressar com uma ação trabalhista e comprovar que está sendo vítima de bullying no trabalho.</strong></p>
<p class="" data-start="650" data-end="946">Se a prova for convincente, o juiz reconhecerá a rescisão indireta e determinará que a empresa pague os mesmos direitos de um empregado dispensado sem justa causa, como:</p>
<ul>
<li data-start="950" data-end="964">Aviso prévio;</li>
<li data-start="950" data-end="964">Saldo de salário;</li>
<li data-start="988" data-end="1001">13º salário;</li>
<li data-start="1004" data-end="1021">Férias vencidas;</li>
<li data-start="1024" data-end="1054">Férias proporcionais com 1/3;</li>
<li data-start="1057" data-end="1072">Saque do FGTS;</li>
<li data-start="1075" data-end="1111">Multa de 40% sobre o saldo do FGTS;</li>
<li data-start="1114" data-end="1157">Seguro-desemprego (se estiver habilitado);</li>
<li data-start="1114" data-end="1157"><span style="font-size: revert;">Demais direitos da categoria.</span></li>
</ul>
<p class="" data-start="1192" data-end="1308">Se quiser aprender mais sobre a rescisão indireta, <strong data-start="1243" data-end="1286">eu explico detalhadamente aqui:</strong></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta: Entenda seus direitos de forma descomplicada!</a></span></p>
<h2>Como provar o bullying no trabalho?</h2>
<p class="" data-start="45" data-end="174">Quando você entra com um processo trabalhista por bullying, será necessário <strong data-start="121" data-end="172">comprovar ao juiz que foi vítima dessa prática.</strong></p>
<p class="" data-start="176" data-end="373">A melhor forma de fazer isso é ter <strong data-start="211" data-end="236">provas de testemunhas</strong> que viram você <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sou-alvo-de-piadas-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">ser alvo de piadas</a></span>, sofrer ameaças, xingamentos, agressões ou qualquer outro tipo de assédio que citamos anteriormente.</p>
<p class="" data-start="375" data-end="624">Além disso, <strong data-start="387" data-end="448">ter gravações em vídeo ou áudio pode ser uma grande ajuda</strong> nesses casos.</p>
<p class="" data-start="375" data-end="624">Quem pratica assédio moral uma vez, tende a repetir a conduta. Por isso, minha recomendação é colocar o celular para gravar quando estiver no mesmo ambiente do assediador.</p>
<p class="" data-start="626" data-end="730">Se a pessoa te chamar para uma sala ou quiser tratar de um assunto, <strong data-start="694" data-end="728">coloque o celular para gravar.</strong></p>
<p class="" data-start="732" data-end="819">As provas são fundamentais para que o juiz decida corretamente a causa trabalhista.</p>
<h2>Quanto vale uma causa trabalhista por bullying no trabalho?</h2>
<p class="" data-start="69" data-end="162">Primeiramente, <strong data-start="84" data-end="160">cada caso de bullying no trabalho precisa ser analisado individualmente.</strong></p>
<p class="" data-start="164" data-end="429">O juiz vai considerar vários fatores, como <strong data-start="207" data-end="229">o grau das ofensas</strong>, <strong data-start="231" data-end="275">quanto tempo a vítima sofreu os assédios</strong>, <strong data-start="277" data-end="310">o poder aquisitivo das partes</strong> e outros elementos importantes.</p>
<p class="" data-start="164" data-end="429">Tudo isso vai influenciar na definição do valor da indenização por danos morais.</p>
<p class="" data-start="431" data-end="634">Além disso, é possível que o trabalhador tenha direitos relacionados a doença ocupacional, como danos materiais e até mesmo a estabilidade no emprego, que pode ser paga em forma de indenização.</p>
<p class="" data-start="636" data-end="740">E se o empregado pedir a rescisão indireta, ainda será preciso calcular as verbas rescisórias.</p>
<p class="" data-start="742" data-end="871">Com isso, <strong data-start="752" data-end="818">ações trabalhistas nesses casos podem ultrapassar R$ 50.000,00</strong>, desde que os fatos sejam devidamente comprovados.</p>
<p class="" data-start="873" data-end="1020">De qualquer forma, cada caso é único, e a melhor forma de entender os seus direitos é conversando com um advogado trabalhista de confiança.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p class="" data-start="0" data-end="162">Um empregado que sofre bullying no trabalho tem, sim, direito a receber danos morais, além de poder pedir a rescisão indireta do seu contrato de trabalho.</p>
<p class="" data-start="164" data-end="277">Em casos mais graves, ainda pode ter direito a danos materiais e à estabilidade de 12 meses como indenização.</p>
<p class="" data-start="279" data-end="412"><strong data-start="279" data-end="318">A sua saúde é um bem muito precioso</strong>, e não vale a pena perder por causa de condutas abusivas de colegas de trabalho e superiores.</p>
<p class="" data-start="414" data-end="581">Eu digo isso porque, <strong data-start="435" data-end="518">como advogado, vejo de perto o quanto essas pessoas têm suas vidas prejudicadas</strong> por conta dos transtornos psicológicos causados pelo bullying.</p>
<p class="" data-start="583" data-end="724">Se você ou alguém que você conhece estiver passando por isso, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener"><strong data-start="645" data-end="719">não hesite em procurar a ajuda de um advogado trabalhista de confiança</strong></a></span>, ok?</p>
<p class="" data-start="726" data-end="744"><strong data-start="726" data-end="744" data-is-last-node="">Até a próxima!</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Posso pedir demissão durante as férias? Entenda seus direitos trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 11:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Posso pedir demissão durante as férias? Essa é uma pergunta que muita gente me faz, então resolvi escrever este artigo para te explicar tudo de forma simples e direta. As férias são aquele momento de descanso, mas também de reflexão. E, às vezes, no meio desse tempo livre, surge a vontade de mudar de emprego [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11836 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Posso-pedir-demissao-nas-ferias.jpg" alt="Posso pedir demissão durante as férias?" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Posso-pedir-demissao-nas-ferias.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Posso-pedir-demissao-nas-ferias-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Posso-pedir-demissao-nas-ferias-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Posso-pedir-demissao-nas-ferias-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Posso pedir demissão durante as férias?</p>
<p class="" data-start="140" data-end="269">Essa é uma pergunta que muita gente me faz, então resolvi escrever este artigo para te explicar tudo de forma simples e direta.</p>
<p class="" data-start="271" data-end="515">As férias são aquele momento de descanso, mas também de reflexão. E, às vezes, no meio desse tempo livre, surge a vontade de mudar de emprego ou até de sair do atual.</p>
<p class="" data-start="271" data-end="515"><strong data-start="438" data-end="513">Mas será que dá para pedir demissão enquanto você ainda está de férias?</strong></p>
<p class="" data-start="517" data-end="722">A resposta não é tão simples, porque tem algumas regrinhas importantes para prestar atenção. Vou te explicar sobre <strong data-start="632" data-end="719">aviso prévio, pagamento das verbas rescisórias, justa causa e até rescisão indireta</strong>.</p>
<p class="" data-start="724" data-end="800">Se quiser ir direto para um tema específico, é só clicar no índice abaixo:</p>
<h2>Posso pedir demissão durante as férias? A lei permite?</h2>
<p class="" data-start="147" data-end="329">Sim, pode! <strong data-start="158" data-end="221">Nada impede que você peça demissão enquanto está de férias.</strong> O único detalhe é que os efeitos desse pedido só começam a valer depois que o período de descanso acabar.</p>
<p class="" data-start="331" data-end="549">Isso acontece porque, durante as férias, o contrato de trabalho fica suspenso. Ou seja, <strong data-start="419" data-end="487">o aviso prévio só começa a contar quando você voltar ao trabalho</strong> e o pagamento das verbas rescisórias segue o mesmo caminho.</p>
<p class="" data-start="551" data-end="703">Então, se você já decidiu sair da empresa, pode comunicar a sua demissão ainda nas férias e também informar se pretende cumprir o aviso prévio ou não.</p>
<h2>Como ficam os direitos do empregado ao pedir demissão durante as férias?</h2>
<p class="" data-start="160" data-end="321">Como já expliquei, <strong data-start="179" data-end="259">os efeitos do pedido de demissão só começam a valer depois do fim das férias</strong>, já que o contrato de trabalho fica suspenso nesse período.</p>
<p class="" data-start="323" data-end="344">Isso significa que:</p>
<ul data-start="345" data-end="588">
<li class="" data-start="345" data-end="446">
<p class="" data-start="347" data-end="446"><strong data-start="347" data-end="444">Se você for cumprir o aviso prévio, os 30 dias só começam a contar quando voltar ao trabalho.</strong></p>
</li>
<li class="" data-start="447" data-end="588">
<p class="" data-start="449" data-end="588"><strong data-start="449" data-end="586">Se não quiser cumprir o aviso, o prazo de 10 dias para pagamento das verbas rescisórias também só começa a contar após o seu retorno.</strong></p>
</li>
</ul>
<p class="" data-start="590" data-end="829">Agora, tem um detalhe: <strong data-start="613" data-end="759">alguns juízes entendem que o contrato termina no momento do pedido de demissão e que o restante das férias deveria ser pago como indenização.</strong> Mas essa não é uma regra fixa, então pode variar de caso para caso.</p>
<p class="" data-start="831" data-end="1021">Outro ponto importante! <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/se-eu-nao-cumprir-aviso-previo-desconta-quanto/" target="_blank" rel="noopener">Se você não cumprir o aviso prévio, a empresa pode descontar esse valor da sua rescisão</a></span><strong data-start="855" data-end="947">.</strong>Então, pense bem antes de tomar essa decisão para não sair no prejuízo.</p>
<p class="" data-start="1023" data-end="1166">Mesmo pedindo demissão, você ainda tem direito a:</p>
<ul>
<li data-start="1023" data-end="1166">13º salário proporcional</li>
<li data-start="1023" data-end="1166">Férias vencidas (se houver)</li>
<li data-start="1023" data-end="1166">Férias proporcionais + 1/3</li>
</ul>
<p class="" data-start="1168" data-end="1384">Por outro lado, <strong data-start="1184" data-end="1281">você não pode sacar o FGTS, não recebe a multa de 40% e nem tem direito ao seguro-desemprego.</strong></p>
<p class="" data-start="1168" data-end="1384">Para conseguir esses direitos, só se for um caso de <strong data-start="1334" data-end="1355">rescisão indireta</strong>, que explico mais adiante.</p>
<h2>A empresa pode demitir o empregado nas férias?</h2>
<p class="" data-start="134" data-end="290"><strong data-start="134" data-end="152">Em regra, não!</strong> A empresa <strong data-start="163" data-end="175">não pode</strong> demitir o funcionário durante as férias, porque, como vimos, o contrato de trabalho fica suspenso nesse período.</p>
<p class="" data-start="292" data-end="486">Mas tem uma exceção: <strong data-start="313" data-end="355">se o empregado cometer uma falta grave</strong>, a empresa pode aplicar a <strong data-start="382" data-end="397">justa causa</strong>, encerrando o contrato imediatamente. Nesse caso, as férias são interrompidas na hora.</p>
<p class="" data-start="488" data-end="593">Então, fora essa situação específica, <strong data-start="526" data-end="591">a demissão só pode acontecer depois que as férias terminarem.</strong></p>
<h3>Danos morais</h3>
<p class="" data-start="104" data-end="238">Se a empresa quiser demitir o empregado enquanto ele estiver de férias, <strong data-start="176" data-end="235">precisa esperar o retorno dele para comunicar a decisão</strong>.</p>
<p class="" data-start="240" data-end="347">Se avisar antes, ainda durante as férias, <strong data-start="282" data-end="344">pode ser obrigada a pagar uma indenização por danos morais</strong>.</p>
<p class="" data-start="349" data-end="618">E nem precisa pensar muito para entender o motivo, né? <strong data-start="404" data-end="497">Imagina estar curtindo as férias com a família e, do nada, receber a notícia da demissão.</strong> O descanso vira preocupação, o clima acaba e o que era para ser um período de tranquilidade se transforma em estresse.</p>
<p class="" data-start="620" data-end="744">Por isso, <strong data-start="630" data-end="711">a empresa deve esperar o funcionário voltar ao trabalho para dar essa notícia</strong> e evitar problemas na Justiça.</p>
<h3>Pedir o retorno antecipado das férias</h3>
<p class="" data-start="124" data-end="205">Não é raro ver empresas interrompendo as férias do empregado só para demiti-lo.</p>
<p class="" data-start="207" data-end="321">Aqui no escritório, já lidei com vários casos assim. E acredite: <strong data-start="272" data-end="319">essa prática pode sair cara para a empresa!</strong></p>
<p class="" data-start="323" data-end="512">Se isso acontecer, <strong data-start="342" data-end="400">a empresa pode ser obrigada a pagar as férias em dobro</strong> (caso o prazo legal para concessão já tenha passado) ou, no mínimo, <strong data-start="469" data-end="509">ter que conceder as férias novamente</strong>.</p>
<p class="" data-start="514" data-end="645">Ou seja, <strong data-start="523" data-end="643">forçar o retorno antes do fim das férias para aplicar a demissão pode gerar prejuízos desnecessários para a empresa.</strong></p>
<h2>Posso pedir rescisão indireta durante as férias?</h2>
<p class="" data-start="148" data-end="272">Lembra que falei que, ao pedir demissão, <strong data-start="189" data-end="269">você perde o direito ao saque do FGTS, à multa de 40% e ao seguro-desemprego</strong>?</p>
<p class="" data-start="274" data-end="334">Pois é&#8230; E esses valores fazem toda a diferença no bolso!</p>
<p class="" data-start="336" data-end="586">Agora, imagina que, durante as férias, você finalmente tem tempo para refletir sobre o trabalho e percebe que <strong data-start="446" data-end="490">não aguenta mais os problemas da empresa</strong>.</p>
<p class="" data-start="336" data-end="586">Mas e se houvesse um jeito de sair e ainda garantir <strong data-start="544" data-end="583">todos os seus direitos trabalhistas</strong>?</p>
<p class="" data-start="588" data-end="807">A boa notícia é que <strong data-start="608" data-end="704">a CLT permite que o empregado peça a rescisão indireta quando a empresa comete faltas graves</strong>. E, nesse caso, a demissão funciona como se fosse sem justa causa, garantindo todos os direitos.</p>
<p class="" data-start="809" data-end="891">Isso significa que, se a empresa estiver errando feio, você pode sair e receber:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário;</li>
<li>Férias vencidas;</li>
<li>Férias proporcionais acrescidas de 1/3;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% sobre o saldo do FGTS;</li>
<li>Seguro desemprego (se estiver habilitado);</li>
<li>Demais direitos da categoria e <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/banco-de-horas-negativo-pode-descontar-na-rescisao/" target="_blank" rel="noopener">pendências na empresa</a></span>.</li>
</ul>
<p>Agora, a grande pergunta: <strong data-start="1227" data-end="1296">quais são essas faltas graves que justificam a rescisão indireta?</strong> Vamos ver no próximo tópico!</p>
<h3>Quais erros graves permitem requerer a rescisão indireta do contrato?</h3>
<p class="" data-start="170" data-end="227">Nem todo erro da empresa justifica a rescisão indireta.</p>
<p class="" data-start="229" data-end="335"><strong data-start="229" data-end="333">Para isso, a falta precisa ser grave o suficiente a ponto de tornar impossível continuar no emprego.</strong></p>
<p class="" data-start="337" data-end="456">A CLT traz esses motivos de forma geral no <strong data-start="380" data-end="394">artigo 483</strong>, mas, na prática, podemos citar alguns exemplos bem comuns:</p>
<ol>
<li>Atraso recorrente no pagamento do salário;</li>
<li>Não pagamento de FGTS e INSS;</li>
<li>Redução salarial;</li>
<li>Assédio moral;</li>
<li>Assédio sexual;</li>
<li>Trabalhar em locais insalubres sem proteção;</li>
<li>Exigência de atividades ilegais;</li>
<li>Jornadas exaustivas;</li>
<li>Suspensão injustificada do trabalho;</li>
<li>Descumprimento de normas de saúde e segurança;</li>
<li>Violência física ou verbal;</li>
<li>Transferência abusiva.</li>
</ol>
<p>Esses são apenas alguns exemplos, mas recomendo procurar um advogado de confiança caso pretenda entender melhor se é possível <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">pedir a rescisão indireta</a></span> na sua situação.</p>
<h3>Como pedir a rescisão indireta?</h3>
<p class="" data-start="42" data-end="326">Se você está pensando em pedir a <strong data-start="75" data-end="96">rescisão indireta</strong>, saiba que, embora seja possível fazer o pedido diretamente à empresa, isso raramente vai dar certo.</p>
<p class="" data-start="42" data-end="326">A verdade é que a empresa dificilmente vai aceitar sua posição e, ainda por cima, pode se recusar a pagar as verbas rescisórias.</p>
<p class="" data-start="328" data-end="534"><strong data-start="328" data-end="388">Por isso, o mais comum é recorrer à Justiça do Trabalho.</strong> Nesse caso, você entra com uma ação trabalhista para que o juiz reconheça seu direito e determine o pagamento das verbas que você tem a receber.</p>
<p class="" data-start="536" data-end="698">Vale lembrar que <strong data-start="553" data-end="614">o pagamento dos direitos só acontece ao final do processo</strong>, ou seja, vai demorar um pouco, mas ao menos você garante o que é seu por direito.</p>
<p class="" data-start="700" data-end="874">Converse com seu advogado sobre a <strong data-start="734" data-end="778">viabilidade de pedir a rescisão indireta</strong>, pois ele poderá te orientar sobre o melhor caminho a seguir, considerando seu caso específico.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p class="" data-start="97" data-end="234">Neste artigo, vimos que o empregado pode pedir demissão durante suas férias, mas é fundamental refletir bem antes de tomar essa decisão.</p>
<p class="" data-start="236" data-end="375"><strong data-start="236" data-end="307">Cumprir ou não o aviso prévio pode ter um grande impacto financeiro</strong>, já que o valor correspondente pode ser descontado da sua rescisão.</p>
<p class="" data-start="377" data-end="553">Além disso, discutimos também a <strong data-start="409" data-end="430">rescisão indireta</strong>, um direito do empregado quando a empresa comete faltas graves, o que garante o pagamento de todas as verbas trabalhistas.</p>
<p class="" data-start="555" data-end="714">Portanto, se você está nessa situação, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener"><strong data-start="594" data-end="648">não deixe de conversar com um advogado trabalhista</strong></a></span> para entender melhor suas opções e tomar a decisão mais adequada.</p>
<p data-start="555" data-end="714">Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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			</item>
		<item>
		<title>Dano moral e pressão psicológica no trabalho: Saiba o que fazer para garantir os seus direitos</title>
		<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/dano-moral-pressao-psicologica-no-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 11:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Moral]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu objetivo com este artigo é que você entenda seus direitos em relação ao dano moral e à pressão psicológica no trabalho. Afinal, ninguém merece sair de casa e colocar a própria saúde mental em risco na empresa, certo? Então, vamos falar sobre assédio moral, doenças ocupacionais e o que a lei diz sobre indenizações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11610 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dano-moral-pressao-psicologica-no-trabalho.jpg" alt="dano moral pressão psicológica no trabalho" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dano-moral-pressao-psicologica-no-trabalho.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dano-moral-pressao-psicologica-no-trabalho-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dano-moral-pressao-psicologica-no-trabalho-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dano-moral-pressao-psicologica-no-trabalho-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Meu objetivo com este artigo é que <strong>você entenda seus direitos em relação ao dano moral e à pressão psicológica no trabalho</strong>.</p>
<p>Afinal, ninguém merece sair de casa e colocar a própria saúde mental em risco na empresa, certo?</p>
<p>Então, vamos falar sobre <strong>assédio moral, doenças ocupacionais</strong> e o que a lei diz sobre <strong>indenizações trabalhistas nesses casos</strong>.</p>
<p>Se preferir, você pode ir direto ao tópico do seu interesse no índice abaixo:</p>
<h2>Sofro com pressão psicológica no trabalho, tenho direito a dano moral?</h2>
<p>Você já ouviu algo assim no seu trabalho?</p>
<ul>
<li><em>“Se não bater a meta desse mês, é rua!”</em></li>
<li><em>“Não vai fazer o que falei não? Quer levar uma advertência?”</em></li>
<li><em>“Sabe que tem muita gente querendo a sua vaga, né?”</em></li>
<li><em>“Se continuar assim, vou te dar uma suspensão!”</em></li>
</ul>
<p>Eu trabalho na área trabalhista há mais de 10 anos e, acredite, isso é só o começo do que já ouvi em relatos de funcionários que enfrentam esse tipo de pressão no trabalho.</p>
<p><strong>Muitas empresas ainda acreditam que essa abordagem vai aumentar a produtividade</strong>, mas o efeito é totalmente o oposto.</p>
<p>Essa forma de tratar o funcionário não só desmotiva como gera <strong>prejuízos enormes para a saúde mental dele</strong>.</p>
<p>Além disso, tem empresas que utilizam esse tipo de pressão psicológica <strong>para forçar o empregado a pedir demissão</strong>.</p>
<p>Independentemente do caso, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/constrangimento-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">qualquer comportamento repetitivo que tenha como objetivo constranger</a></span>, humilhar ou ferir a dignidade do trabalhador é considerado assédio moral.</p>
<p>Portanto, empresas que aplicam pressão psicológica no ambiente de trabalho podem ser condenadas a pagar indenização por danos morais ao funcionário.</p>
<h3>Como provar a pressão psicológica no trabalho?</h3>
<p>Quando falamos em ações trabalhistas por <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sou-alvo-de-piadas-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">pressão psicológica</a></span>, a melhor maneira de <strong>provar esse comportamento</strong> é por meio de <strong>testemunhas</strong>.</p>
<p>São seus ex-colegas de trabalho que vão contar para o juiz como era a conduta do seu supervisor, coordenador, gerente ou qualquer outra pessoa que tenha praticado o assédio moral.</p>
<p>Eles poderão relatar <strong>como, quando e onde</strong> os assédios ocorreram.</p>
<p>Além das testemunhas, uma forma de reforçar sua prova é através de <strong>gravações em vídeo ou áudio</strong>.</p>
<p>Como é difícil saber quando a próxima atitude abusiva vai acontecer, o ideal é se precaver e gravar com o celular sempre que estiver na presença do agressor.</p>
<p>Por exemplo, <strong>as ameaças de demissão acontecem nas reuniões de alinhamento de metas?</strong> Deixe o celular gravando.</p>
<p><strong>As humilhações ocorrem quando vocês estão sozinhos?</strong> Coloque o celular para gravar.</p>
<p>Qualquer prova adicional, além das testemunhas, vai ajudar a comprovar suas alegações no processo trabalhista.</p>
<h2>Desenvolvi depressão e ansiedade por pressão psicológica, quais são meus direitos?</h2>
<p>Um dos maiores riscos de conviver com pressão psicológica no trabalho por tanto tempo é o desenvolvimento de <strong>doenças ocupacionais</strong>.</p>
<p>É bastante comum que o empregado sofra com <strong>depressão, ansiedade, ataques de pânico, burnout</strong> ou outras questões psicológicas devido a um ambiente de trabalho tóxico.</p>
<p>A boa notícia é que a <strong>lei garante o direito à indenização</strong> para quem comete atos ilícitos. <strong>Constranger um empregado a ponto dele adoecer é uma violação grave</strong> dos direitos trabalhistas.</p>
<p>Além disso, quem desenvolve uma doença ocupacional tem direito a:</p>
<ul>
<li>Danos morais;</li>
<li>Danos materiais;</li>
<li>Estabilidade de 12 meses no emprego;</li>
<li>Danos estéticos;</li>
<li>Pensão vitalícia, caso a lesão seja permanente.</li>
</ul>
<p>Por isso, não deixe de procurar um advogado trabalhista para ser orientado adequadamente nesses casos.</p>
<p><strong>Não é justo perder sua saúde por conta de um ambiente de trabalho que desrespeita suas responsabilidades sociais e trabalhistas.</strong></p>
<p>E, como mencionei no tópico anterior, siga as dicas para conseguir provas do assédio moral e garantir que seus direitos sejam respeitados.</p>
<h2>Não aguento mais a pressão, posso sair com todos meus direitos trabalhistas?</h2>
<p>Quando o empregado não aguenta mais lidar com humilhações e constrangimentos, a tendência é pedir demissão.</p>
<p>No entanto, ao fazer isso, <strong>ele perde direitos importantes, como a multa de 40% do FGTS e o seguro-desemprego.</strong></p>
<p>Mas o que muitos colaboradores não sabem é que, quando a empresa comete assédio moral, o trabalhador pode pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho<strong> e sair com todos os seus direitos trabalhistas intactos.</strong></p>
<p>A CLT, no artigo 483, estabelece uma série de situações em que o empregado pode pedir a rescisão indireta.</p>
<p><strong>Nesses casos, o empregado tem direito a receber as mesmas verbas de uma demissão sem justa causa</strong>, como:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário;</li>
<li>Férias vencidas;</li>
<li>Férias proporcionais com 1/3;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% sobre o FGTS;</li>
<li>Seguro-desemprego (se estiver habilitado);</li>
<li>Demais direitos da categoria.</li>
</ul>
<p><strong>Se você quer entender mais sobre o assunto</strong>, pode conferir meu artigo abaixo:</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta do contrato de trabalho: conheça seus direitos de forma descomplicada.</a></span></p>
<h2>Qual o valor da indenização por danos morais por pressão psicológica no trabalho?</h2>
<p>Quando se trata de <strong>danos morais</strong>, não há um valor fixo. O juiz vai considerar várias condições antes de determinar o valor da indenização, como:</p>
<ul>
<li>A intensidade do sofrimento ou constrangimento que o empregado vivenciou;</li>
<li>A possibilidade de reversão do dano;</li>
<li>O tempo de exposição ao problema;</li>
<li>A tentativa de resolver a situação;</li>
<li>A situação financeira das partes envolvidas;</li>
<li>A extensão da lesão e os danos gerados.</li>
</ul>
<p>Por exemplo, um empregado que passou 6 meses sendo ameaçado de demissão provavelmente receberá uma indenização maior do que outro que enfrentou o mesmo tipo de pressão por apenas 3 meses.</p>
<p>Por isso, <strong>é fundamental que a testemunha descreva detalhadamente o assédio</strong>, para que o juiz possa entender completamente o impacto do problema.</p>
<p>Em termos de valores, as <strong>indenizações por danos morais</strong> em casos de assédio moral na justiça do trabalho geralmente variam entre <strong>5 mil e 20 mil reais</strong>.</p>
<p>Contudo, esse valor pode ser <strong>muito superior</strong> em casos mais graves, como <strong>racismo, doença ocupacional</strong> ou outras situações que envolvem lesões mais sérias.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo, você aprendeu o que fazer se estiver sofrendo <strong>pressão psicológica no trabalho</strong>, quais são <strong>seus direitos</strong> e como <strong>provar</strong> essa situação.</p>
<p>Além disso, você viu que, caso desenvolva uma <strong>doença ocupacional</strong> devido a esse tipo de pressão, há <strong>muitos outros direitos</strong> que você pode reivindicar.</p>
<p>E se estiver pensando em pedir demissão, lembre-se de considerar a <strong>rescisão indireta</strong> do contrato de trabalho como uma alternativa.</p>
<p>O mais importante é <strong>não deixar de buscar seus direitos</strong>. Se você se sente inseguro ou com dúvidas, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">procure um advogado trabalhista para te orientar.</a></span></p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Constrangimento no trabalho: entenda todos os seus direitos trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 15:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passou por um constrangimento no trabalho e agora quer saber quais são os seus direitos, correto? Então você chegou no lugar certo. Nesse artigo eu quero falar sobre a indenização por danos morais e seus valores, se o que aconteceu é crime, como provar esses fatos na Justiça, como se comportar diante do constrangimento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11345 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho.jpg" alt="Constrangimento no trabalho" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Passou por um constrangimento no trabalho e agora quer saber quais são os seus direitos, correto?</p>
<p>Então você chegou no lugar certo.</p>
<p>Nesse artigo eu quero falar sobre a indenização por danos morais e seus valores, se o que aconteceu é crime, como provar esses fatos na Justiça, <strong>como se comportar diante do constrangimento e muito mais</strong>.</p>
<p>Se preferir, pode ir direto para o tema do seu interesse clicando no índice abaixo.</p>
<h2>Sofri um constrangimento no trabalho, posso receber danos morais?</h2>
<p>Passar por um constrangimento no trabalho, quando o objetivo do agressor é claramente nos atingir, é muito chato. Eu sei como isso pode ser desgastante.</p>
<p><strong>Esses constrangimentos podem ocorrer de forma isolada ou repetidas vezes</strong>. Quando são recorrentes, acabam caracterizando assédio, como vou explicar mais à frente.</p>
<p>Mas fique tranquilo, porque a nossa Constituição protege sua intimidade, honra e vida privada.</p>
<p><strong>Se houver violação desses direitos, você tem o direito de receber uma indenização.</strong></p>
<p>Veja o que diz a Constituição:</p>
<blockquote>
<p>X &#8211; são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;</p>
</blockquote>
<p>Além disso, <strong>tanto o Código Civil quanto a CLT têm artigos que protegem os trabalhadores contra atitudes que podem gerar danos.</strong></p>
<p>Por exemplo, os artigos 186 e 927 do Código Civil tratam da indenização por danos morais:</p>
<blockquote>
<p>Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. </p>
<p>Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.</p>
</blockquote>
<p>No mesmo sentido o art. 223-B da CLT:</p>
<blockquote>
<p>Art. 223-B.  Causa dano de natureza extrapatrimonial a ação ou omissão que ofenda a esfera moral ou existencial da pessoa física ou jurídica, as quais são as titulares exclusivas do direito à reparação.</p>
</blockquote>
<p>Como você pode ver, o trabalhador está bem protegido contra qualquer tipo de constrangimento que viole sua honra e intimidade.</p>
<p>Então, se você passou por isso, é essencial buscar seus direitos para garantir sua indenização.</p>
<p>Além de ser justo para você, <strong>isso também ajuda a evitar que outras pessoas passem pela mesma situação.</strong></p>
<h2>Qual o valor da indenização por danos morais?</h2>
<p>Quando falamos de indenização por danos morais, os valores podem variar bastante, dependendo da gravidade da situação.</p>
<p>Por isso, <strong>é normal vermos indenizações que vão desde R$ 3.000,00 até mais de R$ 100.000,00, dependendo do caso.</strong></p>
<p>Alguém que era <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sou-alvo-de-piadas-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">alvo de piadas na empresa</a></span> receberá um valor, outra pessoa que<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/quem-trabalha-em-pe-tem-direito-a-sentar/" target="_blank" rel="noopener">trabalhava em pé o dia todo</a></span> receberá outra indenização, e pessoas que foram alvo de racismo, preconceitos e doenças ocupacionais recebem outros valores.</p>
<p>Além disso, <strong>o juiz sempre vai levar em conta se o constrangimento aconteceu uma única vez ou se era uma prática constante.</strong></p>
<p>Isso faz toda a diferença.</p>
<p>Ou seja, cada detalhe do caso importa, e muito.</p>
<p>O constrangimento no trabalho pode vir de várias formas: ameaças, isolamento, preconceito, humilhações, assédio moral ou sexual. E, em todas essas situações, pode caber indenização por danos morais.</p>
<p>Por isso, <strong>é fundamental falar com um advogado trabalhista para entender como o seu caso específico pode ser interpretado pela Justiça.</strong></p>
<h2>13 exemplos de constrangimento no trabalho</h2>
<p>O constrangimento no trabalho pode se revelar de diversas formas, inclusive em situações incomuns como trabalhar em pé o dia inteiro sem poder sentar.</p>
<p>Então, <strong>mesmo nas condições mais inusitadas é possível caracterizar um constrangimento.</strong></p>
<p>De qualquer maneira, trouxe aqui 13 situações onde o dano moral pode acontecer:</p>
<ul>
<li><strong>Assédio moral</strong>: Comentários ofensivos, humilhações públicas ou cobranças exageradas e repetitivas.</li>
<li><strong>Assédio sexual</strong>: Propostas indevidas, toques inapropriados ou insinuações de cunho sexual.</li>
<li><strong>Discriminação</strong>: Tratamento desigual com base em raça, gênero, religião, orientação sexual, ou deficiência.</li>
<li><strong>Exposição de dados pessoais</strong>: Divulgação não autorizada de informações privadas, como salário ou condição de saúde.</li>
<li><strong>Humilhação pública</strong>: Repreender o funcionário na frente de colegas ou clientes, causando constrangimento.</li>
<li><strong>Revista íntima abusiva</strong>: Exigência de revistas pessoais que invadam a privacidade, como apalpamentos ou exames desnecessários.</li>
<li><strong>Imposição de apelidos pejorativos</strong>: Uso de apelidos que desqualifiquem ou desrespeitem a dignidade do trabalhador.</li>
<li><strong>Ameaças constantes de demissão</strong>: <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/ameaca-de-demissao-e-assedio-moral-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noopener">Pressionar o trabalhador com ameaças</a></span> infundadas, gerando ansiedade e insegurança.</li>
<li><strong>Restrição ao uso de banheiro</strong>: Impedir ou dificultar o acesso ao banheiro durante a jornada de trabalho.</li>
<li><strong>Pressão psicológica excessiva</strong>: Estabelecer metas inatingíveis ou impor condições que afetem o bem-estar mental do empregado.</li>
<li><strong>Desvio de função injustificado</strong>: Exigir que o empregado realize tarefas muito abaixo ou acima de sua função habitual, sem razão válida.</li>
<li><strong>Exclusão social no ambiente de trabalho</strong>: Isolamento proposital do empregado, como não o convidar para reuniões ou eventos corporativos.</li>
<li><strong>Repreensão por adoecimento</strong>: Criticar ou discriminar o empregado por tirar licenças médicas ou apresentar atestados, gerando constrangimento.</li>
</ul>
<p>Se você passou por alguma dessas situações não deixe de procurar ajuda.</p>
<h2>Sofri constrangimento, posso pedir rescisão indireta do contrato e receber todos meus direitos?</h2>
<p>Geralmente, quando um empregado passa por uma situação muito desagradável na empresa, o que ele pensa?</p>
<p>A primeira coisa que vem à cabeça é pedir demissão, né? <strong>Afinal, ninguém merece conviver com constrangimento no trabalho todos os dias.</strong></p>
<p>Mas antes de tomar essa decisão, é importante pensar nas consequências.</p>
<p><strong>Pedir demissão faz com que você perca direitos importantes</strong>, como o saque do FGTS, a multa de 40% sobre o saldo e até o seguro-desemprego.</p>
<p>A boa notícia é que <strong>a CLT permite que você saia da empresa <em>com todos os seus direitos trabalhistas</em> quando a empresa comete faltas graves.</strong></p>
<p>E quando eu digo todos os direitos, estou falando dos mesmos de uma demissão sem justa causa. Ou seja, você pode receber:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário;</li>
<li>Férias vencidas;</li>
<li>Férias proporcionais acrescidas de 1/3;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% sobre o saldo do FGTS;</li>
<li>Seguro-desemprego (se estiver habilitado);</li>
<li>E outros direitos da sua categoria.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Inclusive, <strong>a Justiça do Trabalho reconhece que, em casos de assédio moral, o funcionário pode pedir a rescisão indiretado contrato</strong>, o que garante todos esses direitos.</p>
<p>Se você quiser entender mais sobre o assunto, recomendo a leitura deste artigo que escrevi:</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta do contrato de trabalho: entenda os seus direitos de forma descomplicada.</a></span></p>
<h2><strong>Constrangimento no trabalho, o que fazer?</strong></h2>
<p>Se você passou por um constrangimento no trabalho, o primeiro passo é tomar providências imediatas em relação ao que aconteceu.</p>
<p>Sério, não deixe para depois.</p>
<p><strong>Informe imediatamente a empresa, seu superior, o RH ou qualquer outra pessoa responsável por cuidar desses assuntos.</strong></p>
<p>Agora, se o problema foi causado pelo próprio dono da empresa, chame-o para uma conversa. É importante não deixar passar.</p>
<p><strong>Minha dica principal aqui é: registre tudo. Use WhatsApp, e-mail ou até grave a conversa para ter prova do que aconteceu.</strong></p>
<p>Além disso, exija uma resposta. Por exemplo, você pode mandar uma mensagem para o RH dizendo algo como: &#8220;Oi, Fulano, tudo bem? Aconteceu tal coisa comigo (relate o que houve) e gostaria de saber qual será a posição da empresa sobre isso.&#8221;</p>
<p>Se a empresa tiver um canal de denúncias, tire prints da tela e guarde o número de protocolo.</p>
<p><strong>Mesmo usando esse canal, recomendo que você também fale diretamente com o setor responsável, só para garantir que a empresa saiba do ocorrido.</strong></p>
<p>Depois disso, acompanhe qual será a solução da empresa para o seu caso.</p>
<p>Se o constrangimento continuar e for algo grave, pode ser possível pedir a <strong>rescisão indireta</strong>, como já comentei.</p>
<p>Agora, mesmo que a situação seja resolvida dentro da empresa, isso não significa que você perde o direito de receber uma indenização por danos morais. A não ser que a empresa ofereça isso voluntariamente (o que, para ser sincero, nunca vi acontecer).</p>
<p>E claro, converse com um advogado trabalhista para ele te orientar sobre a melhor forma de lidar com o problema e te informar sobre seus direitos.</p>
<h2>Como provar constrangimento no trabalho?</h2>
<p>Quando você entra com uma ação trabalhista pedindo indenização por danos morais, é <strong>fundamental ter provas</strong> do constrangimento.</p>
<p>Afinal, é a única maneira de aumentar as chances de sucesso no seu processo.</p>
<p>Uma das melhores formas de provar o que aconteceu é por meio de <strong>testemunhas</strong>.</p>
<p>Ex-colegas de trabalho, por exemplo, podem depor na audiência e confirmar os constrangimentos que você sofreu.</p>
<p>Além das testemunhas, ter <strong>fotos e vídeos</strong> também ajuda muito.</p>
<p>É comum que, em reuniões ou no dia a dia, colegas ou até você mesmo acabem gravando situações constrangedoras. Pode ser algo como danças forçadas, usar fantasias, pagar micos ou outras situações humilhantes.</p>
<p><strong>Tudo isso pode ser usado a seu favor</strong> no processo.</p>
<p>Se o constrangimento for mais direto, como <strong>ofensas, piadas ou assédio</strong>, minha dica é: sempre que estiver perto do agressor, <strong>grave o áudio</strong> ou até filme esses momentos com o celular. Se o agressor praticar atos que violam sua honra e intimidade, <strong>você pode usar esse material no seu processo</strong>.</p>
<p>Ou seja, para cada tipo de situação, existe uma maneira de <strong>conseguir provas</strong> do constrangimento no trabalho. Não deixe passar.</p>
<p> </p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Infelizmente, passar por constrangimentos no trabalho é mais comum do que deveria.</p>
<p>O que não pode acontecer é enfrentar esse tipo de situação sem <strong>se precaver</strong> e <strong>buscar os seus direitos</strong>.</p>
<p>Neste artigo, abordei temas essenciais para que você entenda mais sobre <strong>assédio moral</strong> e como agir nessas situações.</p>
<p>Se você está passando por isso, é bem provável que <strong>outros colegas também tenham sido vítimas</strong> de situações parecidas.</p>
<p>Então, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">não deixe de procurar ajuda conversando com um advogado trabalhista</a></span> para que ele possa te ajudar da melhor forma a cuidar do seu problema.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/funcionario-frustrado-discordando-recebendo-aviso-de-demissao-sendo-demitido-do-trabalho_3938333.htm#fromView=search&#038;page=1&#038;position=47&#038;uuid=9fb2f8e3-b3bf-401a-b6b0-6513533dd52a">Imagem de yanalya no Freepik</a>
<p>O post <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/constrangimento-no-trabalho/">Constrangimento no trabalho: entenda todos os seus direitos trabalhistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br">Alexandre Bastos Advocacia</a>.</p>
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		<title>A empresa pode deixar de pagar comissão? Entenda o que o empregado pode fazer com esse absurdo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 20:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiramente, a empresa não pode deixar de pagar comissões para um empregado que sempre recebeu essa forma de pagamento desde o início do contrato. Se isso acontecer, o trabalhador pode pedir a rescisão indireta do contrato, garantindo os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa. Neste artigo, vou te explicar de forma simples e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11231 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-empresa-pode-deixar-de-pagar-comissao.jpg" alt="A empresa pode deixar de pagar comissão" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-empresa-pode-deixar-de-pagar-comissao.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-empresa-pode-deixar-de-pagar-comissao-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-empresa-pode-deixar-de-pagar-comissao-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-empresa-pode-deixar-de-pagar-comissao-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Primeiramente, a empresa não pode deixar de pagar comissões para um empregado que sempre recebeu essa forma de pagamento desde o início do contrato.</p>
<p>Se isso acontecer, <strong>o trabalhador pode pedir a rescisão indireta do contrato, garantindo os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa.</strong></p>
<p>Neste artigo, vou te explicar de forma simples e direta como isso funciona na prática.</p>
<p>Se preferir, pode ir direto ao ponto clicando no índice abaixo.</p>
<h2>O que a lei diz sobre se a empresa pode deixar de pagar comissão?</h2>
<p>Vamos ao ponto mais importante: segundo a CLT, <strong>a comissão faz parte do salário do funcionário.</strong></p>
<p>É só conferir o que diz o art. 457, § 1º da CLT:</p>
<blockquote>
<p>§ 1<u><sup>o</sup></u>  Integram o salário a importância fixa estipulada, as gratificações legais e as comissões pagas pelo empregador.</p>
</blockquote>
<p>Mas por que é tão importante entender que a comissão faz parte do salário?</p>
<p>Simples: <strong>porque a nossa legislação proíbe a redução do salário de forma arbitrária.</strong></p>
<p>A lei valoriza tanto o salário que até a Constituição Federal (a lei mais importante do país) proíbe essa prática expressamente.</p>
<p>Veja o que está no art. 7º, inciso VI da Constituição:</p>
<blockquote>
<p>VI &#8211; irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo;</p>
</blockquote>
<p>Ou seja, a empresa não pode reduzir o seu salário, a menos que esteja previsto em acordo ou convenção coletiva.</p>
<p>Por fim, a CLT também proíbe qualquer alteração no contrato que traga prejuízos ao funcionário. Essa proteção está no art. 468 da CLT:</p>
<blockquote>
<p>Art. 468 &#8211; Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e ainda assim desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia.</p>
</blockquote>
<p>Entendeu a importância desse tema na CLT? <strong>É um direito que não pode ser ignorado.</strong></p>
<h2>A empresa pode deixar de pagar comissão? Descubra as consequências.</h2>
<p>Em regra, a empresa não pode parar de pagar a comissão ao empregado, pois isso violaria a lei.</p>
<p>Infelizmente, é muito comum que empresas cortem as comissões por causa de alguma alteração contratual ou mudança na estrutura do negócio.</p>
<p>Em muitos casos, quando a empresa não precifica corretamente seus produtos, surgem ajustes como esses, mas <strong>a lei não permite essa mudança sem acordo</strong>.</p>
<p><strong>Cortar as comissões impacta diretamente a remuneração do trabalhador</strong>, prejudicando sua vida pessoal e o sustento da sua família.</p>
<p>Se isso acontecer, o funcionário pode pedir a <strong>rescisão indireta do contrato de trabalho</strong>, o que dá direito aos mesmos benefícios de uma demissão sem justa causa.</p>
<p>Viu como a lei protege o salário?</p>
<p>Portanto, de acordo com a lei, a empresa não pode deixar de pagar comissão. Se isso acontecer, o empregado pode entrar com uma ação trabalhista e pedir a rescisão indireta, recebendo todos os direitos de uma demissão sem justa causa.</p>
<h3>Como funciona a rescisão indireta para receber minhas verbas trabalhistas?</h3>
<p>É muito comum que empresas <strong>retirem ou reduzam as comissões</strong> dos empregados para forçar o trabalhador a pedir demissão.</p>
<p>Recebo essa dúvida com frequência, e já vi vários casos assim.</p>
<p>Mas quando o colaborador <strong>não conhece seus direitos</strong>, a primeira reação é pensar em pedir demissão.</p>
<p>Na cabeça dele, o raciocínio é: <strong>&#8220;Agora que meu salário diminuiu, não vou conseguir pagar minhas contas. Preciso arranjar outro emprego. Vou pedir para sair.&#8221;</strong></p>
<p>Porém, a CLT <strong>permite que o colaborador peça rescisão indireta</strong> sempre que a empresa deixar de cumprir as condições do contrato.</p>
<p><strong>E qual a vantagem disso?</strong> Ao invés de pedir demissão e perder vários direitos, o trabalhador pode receber as <strong>mesmas verbas de uma demissão sem justa causa</strong>:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio</li>
<li>Saldo de salário</li>
<li>13º salário proporcional</li>
<li>Férias vencidas e proporcionais</li>
<li>Multa de 40% sobre o FGTS</li>
<li>Liberação do FGTS</li>
<li>Seguro-desemprego (se cumprir os requisitos)</li>
</ul>
<p>Além disso, o funcionário <strong>não precisa continuar no trabalho</strong>, mas precisará entrar na Justiça para garantir que receberá todas as verbas rescisórias.</p>
<p>Se quiser entender como a <strong>rescisão indireta funciona na prática</strong>, confira meu outro artigo clicando aqui:</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta do contrato de trabalho: conheça seus direitos de forma descomplicada.</a></span></p>
<h3>Posso pedir a diferença de salário se a empresa deixar de pagar comissão?</h3>
<p>Sim, o empregado pode pedir judicialmente a diferença das comissões que deixou de receber, caso elas tenham sido reduzidas ou retiradas.</p>
<p>Vamos usar o exemplo de João para entender melhor.</p>
<p>João era um vendedor que recebia comissão sobre suas vendas. Todo mês, ele conseguia aproximadamente <strong>R$ 2.000,00</strong>só em comissões.</p>
<p>No entanto, a empresa reduziu esse valor, e agora ele só consegue ganhar <strong>R$ 700,00</strong> por mês.</p>
<p><strong>Notou a diferença?</strong> São <strong>R$ 1.300,00</strong> a menos por mês.</p>
<p>Agora imagine que João trabalhou durante <strong>12 meses</strong> com essa comissão reduzida antes de sair da empresa. Em uma ação trabalhista, ele poderia recuperar essa diferença, que seria de <strong>R$ 15.600,00</strong> (R$ 1.300,00 x 12 meses).</p>
<p>Claro, esse é apenas um exemplo.</p>
<p>Na prática, é necessário apurar a média das comissões que o empregado recebia antes da redução para calcular o valor exato do prejuízo.</p>
<h2>A empresa pode mudar a forma de comissionamento?</h2>
<p><strong>Depende.</strong></p>
<p>A mudança vai fazer o empregado ganhar menos ao longo dos meses?</p>
<p>Se sim, a empresa <strong>não pode realizar essa alteração</strong>, pois estará violando o princípio da <strong>irredutibilidade salarial</strong>, que garante que o salário do empregado não pode ser reduzido.</p>
<p>Na prática, o procedimento é o mesmo que já falamos anteriormente.</p>
<p>Nesse caso, o funcionário pode pedir a <strong>rescisão indireta do contrato de trabalho</strong> e, além disso, pedir as <strong>diferenças salariais</strong> referentes às comissões que deixou de receber.</p>
<p>Para simplificar: <strong>se a alteração na forma de comissionamento prejudicar o salário final</strong>, a empresa não pode fazer essa mudança.</p>
<p>Se isso acontecer, o empregado pode entrar com uma ação, solicitar a rescisão indireta e cobrar a diferença que deixou de receber.</p>
<h2>Mudei de setor e minha comissão caiu, o que fazer?</h2>
<p>Muitas empresas sabem que não podem reduzir ou retirar a comissão dos empregados diretamente, devido aos riscos legais que isso acarreta.</p>
<p>Então, <strong>como algumas empresas reduzem a comissão sem mexer diretamente no sistema de comissionamento?</strong></p>
<p>Elas fazem isso de forma indireta, simplesmente transferindo o empregado para um setor menos lucrativo.</p>
<p><strong>Por que a empresa faria isso, mesmo prejudicando a si própria?</strong></p>
<p>Na maioria dos casos, o objetivo é forçar o funcionário a pedir demissão. Afinal, um salário mais baixo pode levar o empregado a buscar um novo emprego por conta própria.</p>
<p>Mas aqui está o ponto importante: <strong>isso também é ilegal</strong>.</p>
<p>Se o empregado conseguir provar na Justiça do Trabalho que essa mudança de setor prejudicou suas comissões, ele pode pedir a <strong>rescisão indireta</strong> do contrato e cobrar a diferença salarial devida.</p>
<p>Além disso, se for comprovado que a transferência teve como objetivo humilhar ou prejudicar o empregado, caracterizando <strong>assédio moral</strong>, ele ainda pode ter direito a uma indenização por <strong>danos morais</strong>.</p>
<h2>Como provar que a empresa deixou de pagar comissão?</h2>
<p>Nesses casos, <strong>o contracheque é o seu maior aliado</strong>.</p>
<p>O holerite é o principal documento para mostrar ao juiz que você passou a receber um salário inferior desde que a empresa deixou de pagar a comissão.</p>
<p>Essa regra também vale para situações em que houve uma mudança no sistema de comissionamento ou quando você foi transferido para um setor que prejudicou seu rendimento.</p>
<p><strong>Quanto mais contracheques você tiver, melhor!</strong> São eles que permitirão ao juiz calcular a média das suas comissões e determinar o pagamento das diferenças salariais.</p>
<p>Agora, se a empresa paga a comissão, ou parte dela, &#8220;por fora&#8221;, a estratégia muda.</p>
<p>Nesses casos, é essencial ter <strong>testemunhas</strong> que possam comprovar o pagamento informal, o valor médio que você recebia, e a redução da comissão ao longo do tempo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo, vimos como a lei trata o salário como algo <strong>sagrado</strong> e é bastante rígida em relação a qualquer alteração que possa prejudicar o trabalhador.</p>
<p>Além disso, expliquei quais são os caminhos que você pode seguir se a empresa deixar de pagar suas comissões, desde a possibilidade de <strong>rescisão indireta</strong> até o pedido de diferenças salariais.</p>
<p>O mais importante é não deixar que seu trabalho passe despercebido. <strong>Se você trabalhou, tem direito a receber por isso!</strong></p>
<p>De qualquer forma, não deixe de <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">falar com um advogado trabalhista</a></span> para tratar melhor do seu caso.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Não quero mais trabalhar na empresa: o que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 10:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chega a hora de sair da empresa, muitas dúvidas surgem na mente do funcionário, não é mesmo? Devo pedir demissão? Tentar um acordo com a empresa? Ou pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho? E com razão, afinal, uma escolha errada trará prejuízos que vão prejudicar as contas no final do mês. Por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10981 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/08/nao-quero-mais-trabalhar-na-empresa-o-que-fazer.jpg" alt="não quero mais trabalhar na empresa" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/08/nao-quero-mais-trabalhar-na-empresa-o-que-fazer.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/08/nao-quero-mais-trabalhar-na-empresa-o-que-fazer-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/08/nao-quero-mais-trabalhar-na-empresa-o-que-fazer-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/08/nao-quero-mais-trabalhar-na-empresa-o-que-fazer-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Quando chega a hora de sair da empresa, muitas dúvidas surgem na mente do funcionário, não é mesmo?</p>
<p>Devo pedir demissão? Tentar um acordo com a empresa? Ou pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho?</p>
<p>E com razão, afinal, uma escolha errada trará prejuízos que vão prejudicar as contas no final do mês.</p>
<p>Por isso, vamos tratar sobre as principais opções <strong>para que o funcionário não tenha prejuízos financeiros.</strong></p>
<p>Então vem comigo, e se preferir pode ir direto para algum dos assuntos abaixo, ok?</p>
<h2>Primeiro ponto: Por que eu não quero mais trabalhar na empresa? Sua resposta é crucial!</h2>
<p>O primeiro passo é entender o motivo de não querer mais trabalhar na empresa.</p>
<p>Pode parecer até desnecessário, <strong>mas a depender da razão a sua posição vai mudar completamente.</strong></p>
<p>Seja na forma como se posicionar perante a empresa, seja em relação aos direitos trabalhistas que receberá na rescisão.</p>
<p>Afinal, <strong>as verbas trabalhistas para quem pede demissão é totalmente diferente de quem pede a rescisão indireta do contrato.</strong></p>
<p>Por exemplo, como veremos logo mais, quem pede demissão não tem direito ao seguro desemprego e nem a multa de 40% do FGTS. Além disso, é preciso cumprir trinta dias de aviso prévio se não quiser ter o valor descontado na rescisão.</p>
<p><strong>Já quem pede a rescisão indireta tem os mesmo direitos trabalhistas de quem é demitido sem justa causa, incluindo todos os direitos que disse bem acima.</strong></p>
<p>Então te pergunto, você não quer mais continuar na empresa por motivos pessoais ou por insatisfação?</p>
<h2>Eu não quero mais trabalhar na empresa por questões pessoais</h2>
<p>Os motivos pessoais que levam as pessoas podem ser dos mais diversos possíveis:</p>
<ul>
<li>Encontrou um novo emprego</li>
<li>Deseja mudar de cidade</li>
<li>Precisa dedicar mais tempo a família</li>
<li>Cuidar de alguém com problemas de saúde</li>
<li>Começar um novo negócio pessoal, etc.</li>
</ul>
<p>Perceba que em nenhum momento o motivo para querer sair da empresa foram brigas internas, cobranças excessivas ou outros problemas que tratarei no tópico seguinte.</p>
<p>Nessas situações, a minha principal recomendação é <strong>sair da empresa sem fechar as portas definitivamente.</strong></p>
<p>Em outras palavras, caso deseje retornar para esse antigo emprego tenha certeza de ter feito um bom trabalho e não ter feito &#8220;inimigos&#8221; pelo caminho.</p>
<p>Afinal, não sabemos como será o dia de amanhã. Por isso, nada de sair de um bom emprego brigado com seus superiores.</p>
<p>Então, se você deu o melhor de si, superando até mesmo as expectativas do chefe <strong>é bem provável que as portas sempre estejam abertas para você.</strong></p>
<h3>O que tenho direito se pedir demissão? Perco algum direito?</h3>
<p>Se a empresa cumpriu com as leis trabalhistas e você também foi um bom funcionário e mesmo assim deseja sair da empresa, uma das formas de rescindir esse contrato é pedindo demissão.</p>
<p>Provavelmente <strong>você terá que elaborar uma carta escrita a mão informando que não deseja continuar mais na empresa por motivos pessoais</strong>.</p>
<p>Essa carta tem como objetivo resguardar a empresa de possíveis alegações futuras de fraude.</p>
<p>Mas calma, <strong>se você foi forçado ou induzido a pedir demissão você deve ir para o tópico que falo em relação ao desejo de sair da empresa por problemas internos.</strong></p>
<p>Continuando, Após entregar a carta de demissão você terá que cumprir o aviso prévio por 30 dias e nesses casos não terá direito a sair duas horas mais cedo e nem deixar de ir os últimos sete dias.</p>
<p>Esse é um direito para quem sofre com uma demissão sem justa causa.</p>
<p>Entretanto, caso a sua relação com a empresa seja boa, <strong>não custa nada pedir ao chefe para não cumprir o aviso prévio, não é mesmo?</strong></p>
<p>Agora um detalhe importante, se você não cumprir o aviso mesmo a empresa falando para você cumprir, saiba que esse valor vai ser descontado da sua rescisão, sendo proporcional aos dias que deixar de ir.</p>
<p>Então, caso você peça demissão <strong>os direitos trabalhistas que terá para receber são:</strong></p>
<ul>
<li class="TrT0Xe">Saldo de salário.</li>
<li class="TrT0Xe">13º salário proporcional.</li>
<li class="TrT0Xe">Férias vencidas, acrescidas de 1/3.</li>
<li class="TrT0Xe">Férias proporcionais, acrescidas de 1/3.</li>
</ul>
<p>Lembre-se que não terá direito ao seguro desemprego, ao saque do seu FGTS e nem a multa de 40%.</p>
<p>Ah, a empresa terá dez dias para pagar a sua rescisão após terminar de cumprir o aviso prévio.</p>
<h3>Aviso prévio no pedido de demissão, sou obrigado a cumprir?</h3>
<p>Muita confusão acontece em relação ao aviso prévio e o pedido de demissão.</p>
<p><strong>Inclusive, isso pode te trazer prejuízo caso deixe de cumprir aviso quando ele é obrigatório, pois a empresa vai descontar o valor referente na sua rescisão.</strong></p>
<p>Recebo muitas dúvidas sobre descontos que aconteceram na rescisão pelo fato de não ter cumprido o aviso.</p>
<p>E as queixas são diversas, entre elas ter encontrado um novo emprego e mesmo a assim a empresa descontou, ou ninguém informou na hora de entregar a carta que precisava cumprir o aviso.</p>
<p>Então para você não errar mais, saiba que a regra geral é: <strong>se você pedir demissão terá que cumprir o aviso prévio, ou a empresa poderá descontar esse valor na rescisão, ok?</strong></p>
<p>Não vale mais errar nisso, afinal, como diz o velho ditado, quem avisa amigo é.</p>
<p>Logo, você somente está dispensado de cumprir o aviso prévio se a empresa permitir e te dispensar do seu cumprimento.</p>
<p>Caso isso ocorra, peça para que eles te liberem por escrito ou tenha provas da liberação para depois não ter problemas.</p>
<p>Além disso, <strong>o aviso prévio deve ser cumprido de forma integral, ou seja, nada de sair duas horas mais cedo ou deixar de ir os últimos sete dias do aviso.</strong></p>
<p>Esse é um benefício para quem é demitido sem justa causa, certo?</p>
<p>E se a empresa te pedir para cumprir mais de 30 dias de aviso, discorde, pois esse é o tempo máximo que o empregado pode ficar de aviso.</p>
<h3>E se eu fizer um acordo para sair da empresa?</h3>
<p>Primeiramente, é importante definir que tipo de acordo é esse.</p>
<p>Isso porque, existem dois tipo de acordo: aquele em que você pede a empresa para te demitir tendo que devolver o aviso e a multa de 40% e o acordo que foi legalizado com a reforma trabalhista.</p>
<p>O primeiro exemplo, não é um acordo legal, <strong>pois existe uma fraude</strong> em relação ao recebimento do seguro desemprego e você pode acabar se prejudicando por isso.</p>
<p>Além disso, as empresas geralmente não costumam aceitar essa proposta,<strong> pois podem ser obrigadas na Justiça do Trabalho a pagarem novamente as verbas trabalhistas.</strong></p>
<p>Eu explico melhor sobre esse tema nesse artigo aqui: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/acordo-para-sair-da-empresa/" target="_blank" rel="noopener">Acordo para sair da empresa: quais os direitos trabalhistas?</a></span></p>
<p>No entanto, para evitar esse tipo de acordo ilegal, a reforma trabalhista criou a rescisão por acordo.</p>
<p>Nessa modalidade o empregado tem direito a receber:</p>
<ul>
<li class="TrT0Xe">Saldo de salário;</li>
<li class="TrT0Xe">13º salário proporcional;</li>
<li class="TrT0Xe">Férias vencidas, acrescidas de 1/3;</li>
<li class="TrT0Xe">Férias proporcionais, acrescidas de 1/3;</li>
<li>Saque de 80% do saldo do FGTS;</li>
<li>20% da multa do FGTS;</li>
<li>50% do aviso prévio.</li>
</ul>
<p>Importa ressaltar que nessa modalidade o funcionário também não terá direito ao seguro desemprego.</p>
<p>Dessa forma, caso a sua relação com a empresa seja amigável, você pode propor esse acordo para romper o seu contrato.</p>
<p>No entanto, <strong>por ser uma modalidade que traz um custo relativamente alto para os estabelecimento, geralmente eles não tem interesse em rescindo o contrato dessa forma.</strong></p>
<p>Agora vamos tratar dos casos em que existe uma insatisfação por problemas na empresa.</p>
<h2>Eu não quero mais trabalhar na empresa por insatisfação e não quero perder meus direitos</h2>
<p>Todo mundo sonha em trabalhar em um ambiente de trabalho em que os colegas sejam receptivos bem como seja respeitado os direitos trabalhistas.</p>
<p><strong>Infelizmente, isso não ocorre em muitos casos.</strong></p>
<p>Recebo diariamente queixas de empregados reclamante que as suas empresas estão violando direitos trabalhistas, e ainda, precisam lidar com colegas de trabalho insuportáveis diariamente.</p>
<p>E talvez você esteja pensando &#8220;eu não quero mais trabalhar na empresa e vou pedir demissão&#8221;.</p>
<p>Mas, antes que você pense eu rescindir o contrato dessa forma, <strong>é importante saber o que tem motivado você a querer pedir demissão da empresa.</strong></p>
<p>Digo isso, pois se a empresa estiver cometendo um erro grave com você, violando seus direitos trabalhistas é possível requerer a rescisão indireta do trabalho, <strong>e dessa forma, sair de lá com as mesmas verbas de uma demissão sem justa causa, inclusive, o seguro-desemprego.</strong></p>
<p>Vamos entender melhor sobre isso.</p>
<h3>Posso pedir a rescisão indireta e sair com todos os meus direitos?</h3>
<p>Sendo bem direto ao ponto, a melhor forma de rescindir o contrato de trabalho quando a empresa está violando direitos trabalhistas é por meio da rescisão indireta do contrato de trabalho.</p>
<p>Isto porque, o empregado ao sair da empresa terá os mesmos direitos de um funcionário que foi dispensado sem justa causa.</p>
<p>Provavelmente você deve estar se perguntando quais são essas violações que permitem requerer a rescisão indireta e elas constam lá no artigo 483 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452compilado.htm?=undefined" target="_blank" rel="noopener">CLT</a>.</p>
<p>Para facilitar a sua vida, <strong>vou citar aqui 10 exemplos práticos:</strong></p>
<ul>
<li>
<p>Atraso contínuo no pagamento de salários;</p>
</li>
<li>
<p>Exigência de tarefas perigosas sem equipamento de segurança;</p>
</li>
<li>
<p>Assédio moral;</p>
</li>
<li>
<p>Alteração unilateral do contrato de trabalho;</p>
</li>
<li>
<p>Não recolhimento do FGTS;</p>
</li>
<li>
<p>Redução salarial ilícita;</p>
</li>
<li>
<p>Falta de pagamento de horas extras;</p>
</li>
<li>
<p>Ambiente de trabalho insalubre sem adoção de medidas de proteção;</p>
</li>
<li>
<p>Descumprimento de normas de segurança;</p>
</li>
<li>
<p>Adoção de regime de compensação de jornada sem acordo.</p>
</li>
</ul>
<p>Lembrando que esses são apenas alguns exemplos,<strong> caso a sua situação não esteja nesses exemplos que acabei de citar, vale a pena conversar com um advogado trabalhista sobre o assunto.</strong></p>
<h3>Quais direitos eu recebo se pedir a rescisão indireta</h3>
<p>Como havia dito, quem pede a rescisão indireta do contrato de trabalho tem direito a receber as mesmas verbas de quem é demitido sem justa causa.</p>
<p>As verbas são:</p>
<ul>
<li class="TrT0Xe">Saldo de salário;</li>
<li class="TrT0Xe">13º salário proporcional;</li>
<li class="TrT0Xe">Férias vencidas, acrescidas de 1/3;</li>
<li class="TrT0Xe">Férias proporcionais, acrescidas de 1/3;</li>
<li>Saque do saldo total do FGTS;</li>
<li>40% da multa do FGTS;</li>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Seguro-desemprego.</li>
</ul>
<p>Além desses direitos, se a convenção coletiva do trabalho prever algum outro benefício você também terá direito no momento da rescisão.</p>
<p>Contudo, <strong>a rescisão indireta é um procedimento que deve ser requerido através da Justiça do Trabalho</strong>, pois será necessário provar que a empresa estava violando os seus direitos.</p>
<h2>Como provar na Justiça que não quero mais trabalhar na empresa por violarem meus direitos?</h2>
<p>Agora que você já sabe que vai entrar na justiça com a rescisão indireta, talvez tenha dúvidas em como você vai provar na justiça que estão violando os seus direitos.</p>
<p>Isso depende de cada caso.</p>
<p>De forma geral, documentos, vídeos, áudios, prints de WhatsApp, E-mails e testemunhas vão te ajudar a comprovar as suas alegações.</p>
<p>No entanto, <strong>cada circunstância pode precisar de uma prova diferente.</strong></p>
<p>Por exemplo, se a empresa não está depositando o seu FGTS, é importante que junte no processo o extrato para demonstrar as violações.</p>
<p>Se o problema for o não pagamento das horas extras, cópias dos espelhos de ponto juntamente com os contracheques vão te auxiliar nisso.</p>
<p>Testemunhas são fundamentais quando falamos de assédio moral, por exemplo, quando o funcionário é <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sou-alvo-de-piadas-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">alvo de piadas na empresa</a></span>.</p>
<p>A melhor maneira de descobrir como vai provar na justiça a violação dos seus direitos é conversando com um advogado trabalhista.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Pronto, agora toda vez que você pensar &#8220;eu não quero mais trabalhar na empresa&#8221; você vai lembrar desse artigo.</p>
<p>Nesse artigo eu detalhei especificamente o que você deve fazer se o desejo de sair da empresa for por motivos pessoais ou por estarem violando os seus direitos.</p>
<p><strong>O importante é não ficar no prejuízo, não é mesmo?</strong></p>
<p>Entretanto, caso ainda tenha dúvidas sobre o assunto não deixe de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">consultar um advogado trabalhista</a></span> para te auxiliar.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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			</item>
		<item>
		<title>Ameaça de demissão e assédio moral: o que fazer?</title>
		<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/ameaca-de-demissao-e-assedio-moral-o-que-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 22:40:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Moral]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://alexandrebastosadvocacia.com.br/?p=10911</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que fazer quando sofre ameaça de demissão no trabalho? Sabia que isso é assédio moral? Nada pior do que ir trabalhar e precisar lidar com aquele chefe, gerente ou supervisor ameaçando os funcionários de demissão, não é mesmo? Isso sem contar a vontade de pedir demissão, só para se ver livre dessa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10914 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ameaca-de-demissao-no-trabalho.jpg" alt="Ameaça de demissão e assédio moral" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ameaca-de-demissao-no-trabalho.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ameaca-de-demissao-no-trabalho-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ameaca-de-demissao-no-trabalho-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ameaca-de-demissao-no-trabalho-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Você sabe o que fazer quando sofre ameaça de demissão no trabalho? Sabia que isso é assédio moral?</p>
<p>Nada pior do que ir trabalhar e precisar lidar com aquele chefe, gerente ou supervisor ameaçando os funcionários de demissão, não é mesmo?</p>
<p>Isso sem contar a vontade de pedir demissão, só para se ver livre dessa pessoa insuportável.</p>
<p>Por isso, <strong>nesse artigo vou dizer quais são os seus direitos trabalhistas nesses casos e o que você pode fazer para reverter a situação</strong>.</p>
<p>Se preferir ir direto para algum tema, basta clicar no índice abaixo:</p>
<h2>Você sabia que ameaça de demissão é assédio moral?</h2>
<p>O assédio moral é toda prática que a empresa comete, através de seus empregados, visando desestabilizar o emocional de outro funcionário.</p>
<p>Primeiramente, essa conduta, utilizada de forma equivocada, geralmente busca alcançar algum objetivo, como, por exemplo, <strong>fazer o colaborador atingir as metas estabelecidas pela empresa</strong>.</p>
<p>Além disso, pode até mesmo <strong>forçar determinado empregado a pedir demissão</strong>.</p>
<p>Provavelmente, você já viu algum colega de trabalho ser alvo de assédio moral para forçá-lo a pedir demissão, não é mesmo?</p>
<p>Outra prática muito comum é ameaçar o funcionário com demissão, e até mesmo com justa causa, para pressioná-lo a atingir as metas da empresa.</p>
<p>Entretanto, como veremos ao longo do texto, esse tipo de comportamento traz sérias consequências tanto para a empresa quanto para o empregado.</p>
<h2>Alguns exemplos de assédio moral</h2>
<p>Conforme mostrarei a seguir, além de ameaçar o empregado a pedir demissão, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sou-alvo-de-piadas-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">muitos outros comportamentos</a></span> podem ser classificados como assédio moral.</p>
<p>Por isso, resolvi listar aqui <strong>10 práticas comuns que as empresas cometem, mas que são completamente equivocadas</strong>:</p>
<ul>
<li>
<p><strong>Sobrecarga de trabalho</strong>: Atribuir tarefas excessivas ao empregado, além do que é razoável ou possível de ser realizado no tempo disponível.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Isolamento</strong>: Ignorar ou excluir o empregado de reuniões, decisões ou eventos importantes da empresa.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Humilhação pública</strong>: Repreender ou criticar o empregado em frente a colegas de trabalho, expondo-o ao ridículo.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Imposição de metas impossíveis</strong>: Estabelecer metas inatingíveis e pressionar o empregado de forma agressiva para que as alcance.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Difamação</strong>: Espalhar rumores ou informações falsas sobre o empregado, prejudicando sua reputação.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Desqualificação do trabalho</strong>: Desmerecer e desvalorizar sistematicamente o trabalho realizado pelo empregado, independentemente da qualidade.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Mudança constante de função</strong>: Transferir o empregado repetidamente para diferentes funções sem motivo claro, gerando instabilidade.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Monitoramento excessivo</strong>: Vigiar constantemente o empregado, limitando sua autonomia e gerando um ambiente de pressão.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Retirada de responsabilidades</strong>: Remover tarefas importantes do empregado, desvalorizando seu papel e criando um ambiente de subutilização.</p>
</li>
<li><strong>Negligência no fornecimento de recursos necessários</strong>: Negar ou atrasar propositalmente o acesso do empregado a ferramentas, informações ou suporte necessários para a execução de suas tarefas, dificultando seu desempenho e causando frustração.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, é fundamental que o empregado esteja atento para que, caso esse tipo de comportamento esteja ocorrendo na empresa, ele possa tomar as medidas judiciais cabíveis.</p>
<h2>Consequências da ameaça de demissão</h2>
<p>O assédio moral no ambiente de trabalho é um problema sério que pode gerar consequências devastadoras tanto para os empregados quanto para as empresas.</p>
<p>O comportamento abusivo por parte de superiores ou colegas não apenas afeta o desempenho profissional, mas também <strong>tem repercussões profundas na saúde mental dos trabalhadores</strong>.</p>
<p>Entre os problemas mais comuns causados pelo assédio moral estão <strong>a ansiedade, a depressão e o burnout</strong>, e é sobre eles que vamos discutir agora.</p>
<h3>Ansiedade</h3>
<p>A ansiedade é uma das consequências mais imediatas do assédio moral.</p>
<p>Os trabalhadores submetidos a situações de humilhação, intimidação e ameaças constantes começam a desenvolver uma <strong>sensação persistente de medo e apreensão</strong>.</p>
<p>Essa ansiedade pode se manifestar em sintomas físicos como palpitações, sudorese excessiva e dificuldades respiratórias, além de sintomas psicológicos como preocupação constante e dificuldade de concentração.</p>
<p>Com o tempo, a ansiedade crônica pode levar a outros problemas de saúde, incluindo insônia e transtornos digestivos.</p>
<h3>Depressão</h3>
<p>Além da ansiedade, a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/depressao-por-causa-do-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">depressão</a></span> é outra consequência grave do assédio moral.</p>
<p>A exposição contínua a <strong>um ambiente de trabalho hostil pode minar a autoestima e a confiança dos trabalhadores</strong>, levando a sentimentos de desesperança e desvalorização.</p>
<p>Os sintomas da depressão podem incluir tristeza profunda, perda de interesse nas atividades diárias, fadiga extrema e alterações no apetite e no sono.</p>
<h3>Burnout</h3>
<p>O burnout, ou esgotamento profissional, também é uma consequência comum do assédio moral.</p>
<p>Este <strong>estado de exaustão física, emocional e mental resulta de um estresse crônico</strong> no trabalho que não é adequadamente gerenciado.</p>
<p>Os trabalhadores que sofrem de burnout podem se sentir emocionalmente exauridos, despersonalizados e ineficazes em suas funções.</p>
<p>Esse estado de esgotamento não apenas prejudica a produtividade e a qualidade do trabalho, mas também pode levar a um afastamento prolongado das atividades laborais.</p>
<h2>Doenças ocupacionais e o pagamento de indenização por ameaça de demissão</h2>
<p>Como vimos acima, a prática de assédio moral, incluindo a ameaça de demissão, pode ocasionar problemas psicológicos nos funcionários.</p>
<p>Esses problemas, quando causados ou agravados pelo trabalho, são classificados como doenças ocupacionais e geram direitos para os colaboradores.</p>
<p>Alguns desses direitos estão aqui abaixo:</p>
<h3>Dano moral</h3>
<p>Um colaborador que tem o seu psicológico afetado por causa de alguma doença ocupacional vive em constante apreensão em relação ao seu futuro, principalmente.</p>
<p>Ele não sabe se vai conseguir retornar ao trabalho, tem medo de ter novas crises, não sabe como sustentar a família e inúmeros outros pensamentos.</p>
<p>Tudo isso, somado a diversos outros fatores, <strong>prejudica a dignidade do empregado</strong>.</p>
<p>Por essa razão, a nossa Constituição assegura que aqueles que têm sua honra e dignidade abaladas sejam compensados com indenização por danos morais.</p>
<h3>Danos materiais</h3>
<p>Certamente, um trabalhador afastado de suas funções devido a um acidente de trabalho terá <strong>gastos com profissionais de saúde, medicamentos, tratamentos, entre outros</strong>.</p>
<p>Contudo, por que esses custos devem ser arcados pelo empregado quando a responsabilidade pela doença ocupacional é da empresa, devido ao assédio moral cometido?</p>
<p>É precisamente por isso que a compensação por danos financeiros é um direito do funcionário que possui uma doença ocupacional.</p>
<p>Portanto, a empresa deve cobrir as despesas com medicamentos, tratamentos, atendimento psicológico e outros gastos relacionados.</p>
<h3>Estabilidade no emprego</h3>
<p>Outro direito do empregado com doença ocupacional é a estabilidade no emprego pelo período de 12 meses após a sua alta junto ao INSS.</p>
<p>Lembrando que é fundamental o afastamento por causa de doença ocupacional. Caso você tenha recebido auxílio-doença comum, não terá esse direito, a menos que consiga comprovar na justiça que o trabalho foi o motivo do seu afastamento.</p>
<h3>Pensão vitalícia</h3>
<p>Outro direito do empregado que tem uma sequela permanente é o pagamento de pensão vitalícia por parte da empresa.</p>
<p><strong>Em alguns casos, por exemplo, a depressão é tão profunda que o empregado assediado moralmente não consegue mais voltar ao trabalho.</strong></p>
<p>Nessas situações a empresa terá que pagar o salário de forma integral ou proporcional ao grau da incapacidade.</p>
<p>Portanto, não deixe de conversar com um profissional se este foi o seu caso.</p>
<h2>Problemas também para as empresas</h2>
<p>As empresas também tem prejuízos internos quando não combatem a prática de assédio moral em seu estabelecimento.</p>
<p>A alta rotatividade de funcionários e a diminuição da produtividade são alguns dos impactos diretos.</p>
<p>A moral da equipe cai, e a confiança entre colegas e superiores é comprometida. <strong>Um ambiente de trabalho tóxico pode impedir a colaboração e a inovação, já que os funcionários se sentem inseguros e desmotivados.</strong></p>
<p>Isso pode levar a uma perda de talentos, pois os trabalhadores qualificados procuram outras oportunidades onde se sintam valorizados e respeitados.</p>
<p>Portanto, <strong>é essencial que as empresas tomem medidas proativas para prevenir o assédio moral e promover um ambiente de trabalho saudável e respeitoso</strong>.</p>
<h2>Posso entrar na Justiça por causa de ameaça de demissão?</h2>
<p>Caso o colaborador não consiga resolver o problema de assédio moral por meio do RH ou até mesmo diretamente com o superior responsável é muito importante que ele procure a Justiça do Trabalho.</p>
<p>Calma, eu sei que o emprego é importante e infelizmente, nem sempre podemos nos dar ao luxo de sair da empresa.</p>
<p>Afinal, os boletos estão sempre chegando, não é mesmo?</p>
<p>Entretanto, <strong>caso esta não seja a sua situação, ou até mesmo após a empresa te demitir é importante ingressar com um processo trabalhista</strong>.</p>
<p>Como acabamos de ver, o assédio moral é um ato que gera danos morais ao empregado, além de outros direitos nos casos mais graves, como, por exemplo, as doenças ocupacionais.</p>
<p>Além disso, <strong>eu tenho certeza que a empresa não vai te pagar cinco, dez, vinte mil ou mais de indenização, apenas por ter feito uma reclamação na empresa</strong>.</p>
<p>Pior ainda quando falamos de uma pensão vitalícia.</p>
<p>Assim, entrar com um processo trabalhista é a melhor forma de lutar pelos seus direitos que foram violados.</p>
<h3>Como provar ameaça de demissão no processo trabalhista?</h3>
<p>Provar o assédio moral na Justiça do Trabalho pode ser complicado, mas com as evidências certas, você pode montar um bom caso.</p>
<p>Aqui estão algumas dicas de como fazer isso:</p>
<ul>
<li><strong>Mensagens de WhatsApp.</strong> Se as ameaças acontecem pelo celular, guarde todas as mensagens que mostram o comportamento abusivo, como insultos ou intimidações de chefes ou colegas. Essas mensagens ajudam a mostrar que o assédio realmente aconteceu.</li>
<li><strong>Testemunhas.</strong> Se colegas de trabalho viram as ameaças de demissão, eles podem ajudar muito com depoimentos. Eles devem contar o que viram de forma clara, para confirmar o que você está dizendo sobre o comportamento abusivo.</li>
<li><strong>Gravações de áudio e vídeo.</strong> Se a ameaça de demissão acontece em reuniões ou outros lugares onde você consegue gravar, use isso a seu favor! Sempre que aquela pessoa responsável por ameaçar os empregados estiver presente, deixa o celular gravando, vai participar de alguma reunião? Deixa o celular gravando.</li>
</ul>
<p>Manter um registro detalhado dos incidentes também ajuda muito.</p>
<p><strong>Anote datas, horários, o que aconteceu e onde.</strong> Isso cria um padrão que mostra que o comportamento abusivo é constante, e não só um evento isolado.</p>
<p><strong>Além das provas diretas, relatórios médicos e psicológicos podem ser importantes.</strong> Se um médico ou psicólogo diz que o assédio está afetando sua saúde, isso fortalece seu caso e mostra que o assédio tem um impacto real.</p>
<p>Por fim, <strong>é sempre bom contar com a ajuda de um advogado especializado.</strong></p>
<p>Eles podem te orientar sobre como reunir e apresentar todas as provas de maneira eficaz para garantir que seus direitos sejam defendidos da melhor forma possível.</p>
<h2>Rescisão indireta do contrato de trabalho por ameaça de demissão</h2>
<p>Conviver com situações de assédio é insuportável, e, acredite, continuar nessas condições pode trazer problemas sérios à sua saúde.</p>
<p><strong>Por isso, muitos empregados acabam pedindo demissão para não terem que passar mais por essas situações.</strong></p>
<p>Entretanto, o que você provavelmente não sabia é que, nos casos de assédio moral, é possível pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho. Na prática, isso muda tudo.</p>
<p>Enquanto no pedido de demissão você abre mão de direitos importantes, como a multa de 40% do FGTS e o seguro-desemprego, <strong>com a rescisão indireta você recebe todos os direitos trabalhistas de uma demissão comum.</strong></p>
<p>E, se você já pediu demissão, saiba que através da Justiça do Trabalho também é possível convertê-lo em rescisão indireta.</p>
<p>Caso você tenha se interessado pelo assunto eu tenho um artigo muito completo sobre o tema:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta: conheça todos os seus direitos de maneira descomplicada</a></span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ameaçar funcionários com demissão é uma falta grave cometida pelas empresas.</p>
<p>Neste artigo, <strong>você aprendeu sobre os direitos que os empregados possuem quando enfrentam situações de assédio moral.</strong></p>
<p>Inclusive, citei dez exemplos de condutas que configuram assédio moral além das ameaças.</p>
<p>Por isso, é fundamental que o colaborador esteja atento caso isso esteja acontecendo no seu ambiente de trabalho, para evitar consequências ainda mais graves, como ansiedade, depressão e burnout.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">Não deixe de conversar com um advogado trabalhista</a></span>, caso esteja com dúvida sobre a sua situação.</p>
<p>Seus direitos trabalhistas são inegociáveis.</p>
<p>Até a próxima!</p>


<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="239" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" class="wp-image-9731" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/violencia-no-local-de-trabalho-ocorrendo-entre-colegas_24998455.htm#fromView=search&#038;page=2&#038;position=28&#038;uuid=74a4212f-0e9d-469d-a86f-6e1d0aaa9015">Imagem de freepik</a>
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		<title>Posso pedir demissão e sair no mesmo dia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No escritório costuma ser muito comum recebermos a pergunta: &#8220;Posso pedir demissão e sair no mesmo dia?&#8221;. Esse tipo de dúvida pode surgir de duas situações, motivos pessoais, ou problemas existentes no ambiente de trabalho.  Mas quais seriam os danos que o trabalhador pode sofrer ao sair do emprego tão rapidamente? O trabalhador nestes casos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10419 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/posso-pedir-demissao-e-sair-no-mesmo-dia.jpg" alt="Posso pedir demissão e sair no mesmo dia" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/posso-pedir-demissao-e-sair-no-mesmo-dia.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/posso-pedir-demissao-e-sair-no-mesmo-dia-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/posso-pedir-demissao-e-sair-no-mesmo-dia-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/posso-pedir-demissao-e-sair-no-mesmo-dia-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>No escritório costuma ser muito comum recebermos a pergunta: &#8220;Posso pedir demissão e sair no mesmo dia?&#8221;.</p>
<p>Esse tipo de dúvida pode surgir de duas situações, motivos pessoais, ou problemas existentes no ambiente de trabalho. </p>
<p>Mas quais seriam os danos que o trabalhador pode sofrer ao sair do emprego tão rapidamente?</p>
<p><strong>O trabalhador nestes casos estará sujeito ao desconto do aviso prévio na rescisão além de adiantamentos realizados pelo estabelecimento.</strong></p>
<p>Entretanto, este artigo vai te mostrar como um trabalhador pode sair da empresa no mesmo dia, sem prejuízos, <strong>se valendo da possibilidade da rescisão indireta</strong>.</p>
<h2>Direitos do empregado ao pedir demissão da empresa</h2>
<p>Uma questão frequente envolve os direitos do empregado ao decidir se desligar voluntariamente da empresa.</p>
<p>Principalmente aquilo que deixará de receber ao pedir demissão, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/empresa-nao-deposita-a-multa-do-fgts/" target="_blank" rel="noopener">como a multa de 40% do FGTS</a></span>.</p>
<p>Esse inclusive é um motivo que mantem funcionários em seus empregos mesmo insatisfeito.</p>
<p>E em certos casos com razão, pois <strong>ao pedir demissão o colaborador receberá as seguintes parcelas</strong>:</p>
<ul>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário e;</li>
<li>Férias vencidas e proporcionais.</li>
</ul>
<p>Além dos direitos acima, o empregado poderá receber valores que tiver em atraso, como o salário, horas extras, comissões, etc.</p>
<p>Ademais, <strong>poderá também ter descontado valores que foram adiantados</strong>, como vale refeição, vale transporte ou algo nesse sentido.</p>
<p>Outro ponto importante é que <strong>a empresa tem o prazo de 10 dias após o fim do contrato para realizar o pagamento da rescisão.</strong></p>
<p>Porém, decidir se vai ou não cumprir o aviso prévio ao solicitar a demissão é o que pode impactar nas compensações financeiras relacionadas aos direitos trabalhistas na hora da rescisão.</p>
<h2>Quais prejuízos posso ter ao pedir demissão e sair no mesmo dia?</h2>
<p>Diversos podem ser os motivos que levam o empregado a pedir demissão.</p>
<p>Seja uma proposta de emprego melhor, dificuldades cotidianas como choque de horários, mudanças de moradia <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/como-pedir-demissao-por-insatisfacao/" target="_blank" rel="noopener">ou até mesmo por motivos de insatisfação.</a></span></p>
<p>Mesmo diante das diversas situações que levam ao pedido de demissão, ele não deixa de ser uma quebra contratual.</p>
<p>Dessa forma,<strong> a CLT determina a necessidade de aviso prévio para aquele que deseja romper o contrato.</strong></p>
<p>Caso contrário, existe a possibilidade do desconto desse valor na rescisão.</p>
<p>Acredito que não seja esse o seu desejo, certo?</p>
<p>Afinal,<strong> o valor descontado equivale a um salário</strong>, logo é necessário muito cuidado com a escolha a tomar.</p>
<p>Contudo, em algumas situações o empregado poderá dispensar o aviso prévio.</p>
<p>Então, tudo dependerá do motivo que levou você a querer sair da empresa.</p>
<h2>Vai pedir demissão por motivos pessoais ou insatisfação?</h2>
<p>Como eu disse, existem muitas razões para que o funcionário deseje sair do estabelecimento em que trabalha.</p>
<p>Só que, no geral, <strong>o pedido de demissão sempre ocorrerá por duas razões: motivos pessoais ou por insatisfação.</strong></p>
<p>Nos casos de insatisfação, o colaborador quer sair o mais rápido possível, <strong>pois não aguenta mais estar no seu ambiente de trabalho.</strong></p>
<p>Inclusive, boa parte sequer cumpre o aviso prévio.</p>
<p>Conforme mencionado, esse montante será deduzido no acerto rescisório, e trata-se de uma quantia significativa, considerando que corresponde ao valor integral do salário.</p>
<p>Entretanto, <strong>quando a insatisfação ocorre por erros graves cometidos na empresa o funcionário poderá deixar o estabelecimento, sem cumprir o aviso prévio, e ainda, recebendo todos os seus direitos trabalhistas através da rescisão indireta.</strong></p>
<h2>Rescisão indireta do contrato de trabalho</h2>
<p>Importante ressaltar que<strong> a CLT permite ao empregado rescindir o seu contrato de trabalho quando a empresa comete erros graves.</strong></p>
<p>É basicamente a mesma situação quando o empregado recebe uma justa causa, mas nesse caso é o empregador.</p>
<p>Ocorre que, é necessário ingressar com uma ação trabalhista pedindo a rescisão indireta do contrato para que o juiz analise a situação e determine que a empresa pague todos os direitos trabalhistas.</p>
<p><strong>Sem o processo, a empresa não pagará as verbas devidas</strong> e a única solução será pedir demissão perdendo alguns direitos importantes.</p>
<p>Mas como mencionei, será possível requerer a rescisão indireta nos casos previstos na lei.</p>
<h3>Erros graves que permitem o empregado pedir a rescisão indireta</h3>
<p>Erro grave é aquele que torna impossível a manutenção no emprego sem prejuízos ao colaborador.</p>
<p><strong>Alguns exemplos de erros cometidos pela empresa são</strong>:</p>
<ul>
<li>Não depositar o FGTS ou depositar com atrasos frequentes;</li>
<li>Deixar de recolher o INSS prejudicando a aposentadoria;</li>
<li>Permitir piadas desagradáveis no trabalho;</li>
<li>Assédio moral;</li>
<li>Excesso de horas extras;</li>
<li>Rebaixamento de função;</li>
<li>Atrasos frequentes no salário;</li>
<li>Não fornecer os equipamentos de segurança para as atividades;</li>
<li>Xingamentos ao colaborador;</li>
<li>Agressões físicas;</li>
<li>Promover fofocas;</li>
<li>Manchar a honra e a dignidade do empregado;</li>
<li>Reduzir o salário ou as condições da comissão.</li>
</ul>
<p>Esses são apenas alguns exemplos de erros graves que possibilitam o empregado pedir a rescisão indireta.</p>
<p>Caso você esteja insatisfeito no trabalho, mas seu caso não esteja entre os exemplos acima, <strong>não deixe de questionar um bom advogado trabalhista sobre o seu caso.</strong></p>
<h3>Quais direitos recebo na rescisão indireta?</h3>
<p>Quando o empregado vence o processo contra a empresa e o juiz reconhece a rescisão indireta, <strong>ele terá os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa.</strong></p>
<p>Então, o empregado receberá:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio indenizado;</li>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário proporcional</li>
<li>Férias vencidas e proporcionais;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% do FGTS;</li>
<li>Seguro-desemprego de forma indenizada;</li>
</ul>
<p>Portanto, se a empresa estiver cometendo um erro grave que esteja prejudicando o empregado, é válido considerar a opção da rescisão indireta.</p>
<h2>Como saber se posso pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho</h2>
<p>Apesar de ser uma importante alternativa para o empregado sair da empresa com todos os seus direitos trabalhistas reconhecidos, não é sempre que poderá requerer.</p>
<p>Afinal, as possibilidades estão previstas na CLT.</p>
<p>Mas, na prática, <strong>são inúmeras as situações que podem garantir o empregado requerer este direito</strong>.</p>
<p>Nesses casos, se tiver dúvidas se poderá ou não pedir a rescisão do seu contrato é melhor falar com um advogado.</p>
<p>Explique para ele o que está passando na empresa e ao analisar a situação ele terá condições de dizer se você tem esse direito.</p>
<p>Vale lembrar que <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">muitos advogados trabalhistas atendem de forma online</a></span>, facilitando o acesso a esse tipo de serviço, no conforto da sua casa e com economia de dinheiro.</p>
<p>Logo, não tem desculpas para não tirar suas dúvidas, certo?</p>
<h2>Posso pedir demissão e sair no mesmo dia sem perder direitos?</h2>
<p>Bem, o empregado pode sim pedir demissão e sair no mesmo dia.</p>
<p>De fato, ninguém é obrigado a permanecer em um emprego no qual não deseja mais estar.</p>
<p>Agora, <strong>para não perder direitos saindo no mesmo dia, somente se a empresa te liberar do cumprimento do aviso prévio ou pedindo a rescisão indireta</strong>.</p>
<p>Ah, deixar de cumprir o aviso prévio por ter encontrado um novo emprego só é possível quando é a empresa que demite o funcionário.</p>
<p>Ou seja, <strong>se foi você quem pediu demissão por ter encontrado um novo emprego, terá que cumprir o aviso prévio</strong> ou sairá sabendo que provavelmente o valor será descontado na rescisão.</p>
<p>Entretanto, em alguns casos pode até a valer a pena.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Chegamos ao final de mais um artigo e <strong>você aprendeu que é possível pedir demissão e sair no mesmo dia, mas que será descontado o valor do aviso prévio na rescisão</strong>.</p>
<p>Porém, se a insatisfação ocorre por erros graves cometido na empresa você poderá pedir a rescisão indireta e sair com todos os seus direitos garantidos.</p>
<p>Por isso é fundamental <strong>conversar com um bom advogado trabalhista</strong> sobre os problemas que você tem enfrentado na empresa.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p> </p>


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		<title>Como pedir demissão por insatisfação sem perder direitos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando as coisas não vão bem no trabalho é comum o funcionário ter dúvida em como pedir demissão por insatisfação. Afinal, está cada vez mais difícil encontrar o emprego dos sonhos, não é mesmo? Entretanto, ao pedir para sair, o empregado deixa direitos importantes para trás. A não ser que peça uma rescisão indireta do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10401 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Como-pedir-demissao-por-insatisfacao.jpg" alt="Como pedir demissão por insatisfação" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Como-pedir-demissao-por-insatisfacao.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Como-pedir-demissao-por-insatisfacao-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Como-pedir-demissao-por-insatisfacao-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/Como-pedir-demissao-por-insatisfacao-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Quando as coisas não vão bem no trabalho é comum o funcionário ter dúvida em como pedir demissão por insatisfação.</p>
<p>Afinal, está cada vez mais difícil encontrar o emprego dos sonhos, não é mesmo?</p>
<p>Entretanto, ao pedir para sair, o empregado deixa direitos importantes para trás.</p>
<p><strong>A não ser que peça uma rescisão indireta do contrato de trabalho e garanta todos os seus direitos.</strong></p>
<p>Quer saber mais? Vem comigo.</p>
<h2>Quais direitos eu perco ao pedir demissão?</h2>
<p>É comum que um funcionário comece a pensar em se demitir quando está em um emprego ruim ou que tenha se deteriorado por algum motivo.</p>
<p>No entanto, muitos colaboradores preferem se manter nessa situação pois <strong>sabem que ao pedir demissão vão perder</strong>:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% do FGTS;</li>
<li>Seguro-desemprego;</li>
</ul>
<p>Portanto, via de regra, <strong>terá acesso a apenas as seguintes parcelas</strong>:</p>
<ul>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>Férias vencidas e proporcionais, acrescidas de 1/3;</li>
<li>13º proporcional</li>
</ul>
<p>Além disso, terá que devolver parcelas que foram adiantadas como vale alimentação e vale transporte.</p>
<p>E para piorar, caso o período de aviso prévio de 30 dias não seja observado, o montante correspondente a esse período poderá ser deduzido do pagamento da rescisão.</p>
<p>Bastante prejuízo, né?</p>
<h2>Qual o motivo da sua insatisfação na empresa?</h2>
<p>O desejo de todo funcionário é estar em um emprego agradável, apesar de ser cada diz mais difícil.</p>
<p>Hoje em dia é um querendo derrubar o outro, fofocas, cobranças e mais cobranças.</p>
<p>Sem falar que <strong>o salário parece diminuir a cada ano que passa</strong>.</p>
<p>Porém, é fundamental sabe distinguir um emprego ruim de uma empresa que não observa as leis trabalhistas.</p>
<p>Se a sua insatisfação ocorre por não te promoverem ou o salário ser baixo é uma coisa.</p>
<p>Agora, <strong>se a insatisfação existe em razão de assédio moral, atrasos no salário, não depositarem o FGTS ou por descumprir alguma outra lei, saiba que você não precisa pedir demissão para sair da empresa</strong>.</p>
<p>É possível pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho, <strong>garantindo todos os seus direitos</strong>, e é sobre isso que falaremos agora.</p>
<p>Ficou curioso?</p>
<h2>Pedir demissão por insatisfação e a rescisão indireta do contrato de trabalho</h2>
<p>Quando um empregado comete um erro grave na empresa, o que acontece com ele?</p>
<p>Se você pensou na demissão por justa causa, acertou.</p>
<p>No entanto, <strong>o que você não deve saber é que se a empresa também comete erros graves acontece algo semelhante com ela.</strong></p>
<p>Calma, não estou dizendo que você vai aplicar uma justa causa na empresa, mas os efeitos são parecidos.</p>
<p>Em outras palavras, é possível pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho.</p>
<p>Ok, entendi, mas o que muda na prática?</p>
<p>Muita coisa! <strong>Na rescisão indireta o empregado sai da empresa com todos os direitos trabalhistas, ou seja, ele garante o saque do FGTS, a multa de 40%, aviso prévio e outros direitos que possam ter na categoria!</strong></p>
<p>Interessante, né? Mas quando é possível requerer?</p>
<h2>Quais os motivos para pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho?</h2>
<p>A CLT traz alguns motivos que permitem o empregado pedir a rescisão indireta.</p>
<p>Dessa forma, caso o desejo de pedir demissão por insatisfação ocorra por algum desses motivos abaixo, <strong>você poderá rescindir seu contrato de forma indireta</strong>:</p>
<ul>
<li>Cobrança excessiva de metas;</li>
<li>Assédio moral causado por perseguições, ameaças de demissão, piadas indesejadas, isolamento, fofocas, xingamentos ou outros motivos;</li>
<li>Não cumprir com obrigações do contrato, como atrasos no FGTS, INSS, salário, desvio de função etc.;</li>
<li>Trabalho fisicamente superior as condições pessoais do empregado;</li>
<li>Atividades perigosas sem o fornecimento de equipamentos de proteção;</li>
<li>Atos contra o empregado ou a sua família que o desonrem;</li>
<li>Reduzir o trabalho com o objetivo de prejudicar a remuneração, comum nos casos dos comissionados.</li>
</ul>
<p>Esses são alguns exemplos, mas <strong>caso tenha dúvidas se o motivo da sua insatisfação é motivo para pedir a rescisão indireta, não deixe de conversar com um advogado trabalhista</strong>.</p>
<p>E se quiser entender mais sobre o assunto eu tenho um artigo completo sobre isso, basta clicar no link abaixo:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta do contrato de trabalho: saiba tudo sobre os seus direitos de forma descomplicada.</a></span></p>
<h2>Como pedir demissão e não perder meus direitos?</h2>
<p>Bem, se você chegou até aqui provavelmente já entendeu que pedir demissão vai trazer alguns prejuízos.</p>
<p>Logicamente, se a vontade de sair da empresa é motivada por questões pessoais essa será a única solução.</p>
<p>Entretanto, <strong>quando você deseja pedir demissão por insatisfação em razão de erros cometidos na empresa, a melhor forma é pedir a rescisão indireta.</strong></p>
<p>Além disso, é comum o funcionário não saber disso e pedir demissão.</p>
<p>Mas calma, <strong>saiba que você pode entrar com uma ação trabalhista e requerer que o pedido de demissão seja convertido em uma rescisão indireta.</strong></p>
<p>Nessas situações o juiz vai determinar que a empresa pague as diferenças da rescisão.</p>
<p>Ou seja, as outras verbas trabalhistas caso tivesse sido dispensado sem justa causa, como por exemplo, a multa de 40% do FGTS.</p>
<p>Portanto, é muito importante que você <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">converse com um bom advogado trabalhista</a></span> para que ele possa apresentar a melhor solução para o seu caso.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Chegamos à conclusão deste artigo, e neste ponto, você está bem informado sobre as medidas a serem tomadas para proteger seus interesses caso considere deixar a empresa devido ao não cumprimento das leis trabalhistas por parte do empregador.</p>
<p>Ademais, você aprendeu que <strong>a rescisão indireta do contrato de trabalho é uma excelente alternativa para não ter prejuízos.</strong></p>
<p>No entanto, é essencial lembrar que as razões que justificam a solicitação desse tipo de rescisão são particulares. Portanto, para determinar a aplicabilidade ao seu cenário, é aconselhável discutir a situação com um advogado.</p>
<p>E então, o que você vai fazer?</p>
<p>Até a próxima!</p>


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