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	<title>Arquivos Dano moral - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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	<description>Escritório de Advocacia</description>
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	<title>Arquivos Dano moral - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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		<title>Dano moral: empregado coagido a pedir demissão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 11:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse artigo quero falar com você sobre o dano moral no caso de empregado coagido a pedir demissão. Talvez você já tenha passado por isso, ou conheça alguém que enfrentou essa situação. A verdade é que esse tipo de abuso é muito mais comum do que a gente imagina. E, além de ser uma grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-11734 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/01/dano-moral-empregado-coagido-a-pedir-demissao.jpg" alt="dano moral empregado coagido a pedir demissão" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/01/dano-moral-empregado-coagido-a-pedir-demissao.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/01/dano-moral-empregado-coagido-a-pedir-demissao-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/01/dano-moral-empregado-coagido-a-pedir-demissao-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/01/dano-moral-empregado-coagido-a-pedir-demissao-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Nesse artigo quero falar com você sobre o dano moral no caso de empregado coagido a pedir demissão.</p>
<p>Talvez você já tenha passado por isso, ou conheça alguém que enfrentou essa situação. A verdade é que <strong>esse tipo de abuso é muito mais comum do que a gente imagina</strong>.</p>
<p>E, além de ser uma grande injustiça, <strong>coagir alguém a pedir demissão é completamente ilegal</strong>.</p>
<p>Por isso, meu objetivo aqui é <strong>te explicar tudo sobre o assunto de um jeito simples e direto</strong>: como funciona a indenização por dano moral, os valores médios, como você pode provar que foi coagido e quais são os seus direitos nessa situação.</p>
<p>Ah, e pra facilitar a sua leitura, eu coloquei um índice aqui embaixo. É só clicar no tema que mais te interessa e ir direto ao ponto.</p>
<h2>O que é empregado coagido a pedir demissão?</h2>
<p>Eu recebo muitos relatos de pessoas que foram coagidas a pedir demissão em algum momento da vida profissional. E, infelizmente, isso acontece com mais frequência do que deveria.</p>
<p>Na maioria das vezes, essa coação vem acompanhada de ameaças, como: &#8220;Se você não pedir demissão, vamos aplicar uma justa causa.&#8221;</p>
<p>Mas sabe qual é o problema? <strong>Nem sempre a justa causa realmente se aplicaria no caso</strong>.</p>
<p>Por exemplo, é muito comum que empregadores pressionem o trabalhador a pedir demissão por motivos como baixa produtividade, pequenas discussões ou até questões ainda mais banais.</p>
<p>Por medo, muita gente acaba acreditando que é melhor pedir demissão, achando que perderia todos os direitos se fosse demitido. <strong>Isso é um engano que pode custar caro para o trabalhador.</strong></p>
<p>Esses dias, atendi um operador de telemarketing que pediu demissão porque o gerente falou que, se ele não batesse a meta, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/3-advertencias-por-motivos-diferentes-gera-justa-causa/" target="_blank" rel="noopener">aplicaria justa causa</a></span> por desídia (o famoso &#8220;desleixo&#8221;).</p>
<p><strong>Um absurdo total!</strong> A desídia não tem nada a ver com não atingir metas, e usar essa ameaça é, sim, uma forma de coação.</p>
<p>Se você está passando por algo parecido, <strong>não tome nenhuma decisão no impulso</strong>.</p>
<p>A melhor coisa que você pode fazer é conversar com um advogado trabalhista. Ele vai te orientar e garantir que os seus direitos sejam respeitados.</p>
<h2>Empregado coagido a pedir demissão tem direito a Dano moral?</h2>
<p>Com certeza! <strong>O dano moral acontece quando a empresa abala profundamente o psicológico do empregado</strong>, e a coação para pedir demissão é um exemplo clássico disso.</p>
<p>Agora, imagine o impacto de conviver diariamente com o medo de levar uma justa causa e perder &#8220;todos&#8221; os seus direitos.</p>
<p>Pedir demissão nessas condições significa abrir mão de direitos importantes como FGTS, a multa de 40%, o seguro-desemprego e tantas outras verbas trabalhistas.</p>
<p><strong>É um verdadeiro terror psicológico que ninguém merece passar.</strong></p>
<p>E tem mais: a própria CLT deixa claro que é dever da empresa zelar pela saúde e pelo bem-estar dos seus colaboradores. Quando isso não acontece, o prejuízo não é só financeiro, mas também emocional.</p>
<p><strong>Ameaças como essas podem causar problemas sérios</strong>, como ansiedade, depressão, síndrome do pânico e até outras doenças psicológicas.</p>
<p>Por isso, a Justiça do Trabalho não tolera esse tipo de comportamento. <strong>Quando há provas da coação, a empresa pode ser condenada a pagar indenização por danos morais.</strong></p>
<p>Você não está sozinho, e a Justiça está do seu lado para proteger seus direitos.</p>
<h3>Qual o valor da indenização por danos morais nesses casos?</h3>
<p><strong>O valor da condenação por danos morais depende de muitos fatores, entre eles podemos citar:</strong></p>
<ul>
<li>O poder aquisitivo da empresa;</li>
<li>Por quanto tempo durou essa coação;</li>
<li>Como ocorreu essa coação;</li>
<li>As consequências para o empregado.</li>
</ul>
<p>Geralmente o valor dessas indenizações <strong>variam entre 3 mil a 10 mil reais</strong>, podendo ser um pouco menos ou um pouco maior.</p>
<p>Tudo vai depender do caso concreto e das provas que tiver em relação a coação.</p>
<h3>Como provar que fui coagido a pedir demissão?</h3>
<p>Se você quer buscar uma indenização por danos morais devido à coação, <strong>a prova é a peça-chave do seu processo trabalhista.</strong> Sem ela, fica muito difícil convencer a Justiça sobre o que aconteceu.</p>
<p>Mas calma, dá para reunir evidências com algumas estratégias:</p>
<ul>
<li><strong>Gravações de áudio ou vídeo:</strong> Sempre que estiver com quem faz as ameaças, deixe o celular gravando. Essas conversas geralmente acontecem mais de uma vez, então <strong>fique atento e registre tudo o que puder.</strong></li>
<li><strong>Testemunhas:</strong> Colegas de trabalho que viram ou ouviram as ameaças podem ser essenciais no processo.</li>
<li><strong>Mensagens ou e-mails:</strong> Se a coação foi feita por escrito, guarde tudo! <strong>Prints de conversas, e-mails ou qualquer tipo de registro é uma prova valiosa.</strong></li>
</ul>
<p><strong>Eu sei que essas provas nem sempre são fáceis de conseguir</strong>, mas elas são fundamentais para que você tenha sucesso no processo.</p>
<p>Se você está passando por isso, o mais importante é agir rápido.</p>
<h2>Quais os direitos do empregado coagido a pedir demissão?</h2>
<p>Além do <strong>dano moral</strong>, que já falamos antes, o empregado coagido a pedir demissão tem outros direitos importantes.</p>
<p>Se você já pediu demissão por conta da coação, pode entrar na Justiça do Trabalho para pedir a conversão em uma <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">rescisão indireta do contrato de trabalho</a></span>.</p>
<p><strong>E o que isso significa?</strong></p>
<p>Com a rescisão indireta, você passa a ter direito aos mesmos benefícios de uma demissão sem justa causa, como:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário proporcional;</li>
<li>Férias vencidas e proporcionais com 1/3;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% sobre o saldo do FGTS;</li>
<li>Seguro-desemprego (se estiver habilitado);</li>
<li>Demais direitos previstos na convenção coletiva da categoria.</li>
</ul>
<p>Além disso, <strong>se a coação causou ou agravou problemas psicológicos, como depressão ou ansiedade, você pode ter direito a outras indenizações, como:</strong></p>
<ul>
<li>Danos materiais (gastos com tratamentos médicos, remédios, etc.);</li>
<li>12 meses de estabilidade no emprego;</li>
<li>Pensão vitalícia, se houver incapacidade permanente para o trabalho.</li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Espero que este artigo tenha te ajudado a entender melhor os direitos de quem sofreu coação para pedir demissão.</p>
<p><strong>Falamos sobre o direito à indenização por danos morais, a possibilidade de complementar as verbas rescisórias e, em casos mais graves, até de garantir uma pensão vitalícia.</strong></p>
<p>Além disso, expliquei quais provas você pode reunir para fortalecer seu caso e a média dos valores que a Justiça costuma determinar como indenização.</p>
<p><strong>O mais importante é saber que você não está sozinho.</strong> Essa prática é ilegal e um desrespeito ao trabalhador.</p>
<p>Por isso, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">não deixe de buscar um advogado trabalhista de confiança</a></span> para lutar pelos seus direitos. Você merece justiça e reconhecimento.</p>
<p>Até a próxima, e lembre-se: <strong>seus direitos são importantes!</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Demissão durante atestado médico dano moral e o que fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2024 19:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagina só a empresa te demitir enquanto está de atestado médico ou logo após retornar dele. Com certeza, essa não é uma atitude que a Justiça aprova, e, na maioria das vezes, ela entende que a situação pode gerar dano moral. Neste artigo, quero te explicar tudo sobre a demissão durante o atestado médico, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11700 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/demissao-durante-atestado-medico-dano-moral.jpg" alt="demissão durante atestado médico dano moral" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/demissao-durante-atestado-medico-dano-moral.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/demissao-durante-atestado-medico-dano-moral-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/demissao-durante-atestado-medico-dano-moral-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/12/demissao-durante-atestado-medico-dano-moral-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Imagina só a empresa te demitir enquanto está de atestado médico ou logo após retornar dele.</p>
<p>Com certeza, essa não é uma atitude que a Justiça aprova, e, na maioria das vezes, ela entende que a situação pode gerar <strong>dano moral</strong>.</p>
<p>Neste artigo, quero te explicar tudo sobre a demissão durante o atestado médico, o que caracteriza o dano moral e, claro, em que situações é possível pedir uma <strong>indenização</strong> por isso.</p>
<p>Se você quiser pular direto para algum tópico, é só clicar no índice abaixo:</p>
<h2>A empresa pode demitir durante o atestado médico? Cabe dano moral?</h2>
<p>Imagina só a situação: você está de atestado médico ou acabou de retornar dele, com todas aquelas contas acumuladas por causa do problema de saúde que enfrentou.</p>
<p>E, justo nesse momento em que você mais precisa do seu emprego, a empresa resolve encerrar o seu contrato.</p>
<p>Ou seja, quando você está lidando com a falta de dinheiro para cobrir despesas com medicamentos, consultas médicas, fisioterapia e o tratamento em si, a empresa te dispensa sem mais nem menos.</p>
<p><strong>Esse cenário não é só complexo, é angustiante.</strong></p>
<p>O medo de como vai pagar as contas, o nervosismo, a sensação de incerteza sobre o futuro… Tudo isso acaba pesando no psicológico e pode te deixar completamente sem saber como seguir em frente.</p>
<p><strong>Eu não sei você, mas ouço muitos depoimentos parecidos nesse tipo de situação.</strong></p>
<p>Infelizmente, esse tipo de atitude acontece com mais frequência do que deveria, especialmente em empresas que demitem logo após o retorno do atestado ou até mesmo durante o período em que o funcionário está afastado.</p>
<p>E isso ocorre com uma frequência ainda maior quando o <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/trabalhar-sem-carteira-assinada/" target="_blank" rel="noopener">funcionário trabalha sem carteira assinada</a></span>.</p>
<p><strong>Mas atenção:</strong> se a empresa agir dessa maneira, ela pode se meter em sérios problemas.</p>
<p><strong>É possível pedir uma indenização por danos morais</strong>, além de um possível processo por <strong>dispensa discriminatória</strong>, que vamos explicar mais adiante.</p>
<h3>Como a Justiça interpreta a demissão durante atestado médico</h3>
<p>Veja o que decidiu o Tribunal do Espirito Santo:</p>
<blockquote>
<p><strong>NULIDADE DA DISPENSA. DEMISSÃO DE EMPREGADO ENFERMO. REINTEGRAÇÃO.</strong> Em respeito aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e do valor social do trabalho, <span style="text-decoration: underline;"><strong>não pode ser admitida a demissão de empregado doente</strong></span>. Dessa forma, a demissão do empregado enfermo, mesmo em se tratando de doença comum, configura ofensa aos princípios da dignidade do ser humano e dos fins sociais da empresa, pelo que é devida a reintegração. <strong>DISPENSA ILEGAL DE EMPREGADO DOENTE. DANOS MORAIS. INDENIZAÇÃO.</strong> O dano moral está ínsito na própria ofensa, decorre da gravidade do ilícito em si. Se a ofensa é grave e de repercussão, por si só justifica a concessão de uma satisfação de ordem pecuniária ao lesado. No caso dos autos, a dispensa do empregado doente em decorrência de acidente do trabalho mostrou-se ilegal, violando a esfera personalíssima do obreiro.</p>
<p>(TRT-17 &#8211; RORSum: 00004896320225170003, Relator: ALZENIR BOLLESI DE PLA LOEFFLER, 1ª Turma &#8211; GAB. DESA. ALZENIR BOLLESI DE PLÁ LOEFFLER)</p>
</blockquote>
<p>Como podemos observar, nessa decisão, a empresa precisou reintegrar o empregado e ainda pagou danos morais por demitir o empregado doente.</p>
<h2>Quem tem direito a danos morais na demissão durante atestado médico?</h2>
<p>Primeiro, é importante deixar claro que <strong>nenhum empregado pode ser demitido durante o atestado médico</strong>. Isso porque, enquanto você estiver com o atestado, o seu contrato de trabalho está suspenso, ou seja, você não está de fato trabalhando.</p>
<p><strong>Existem exceções muito raras</strong>, como no caso de falência da empresa, mas fora isso, não é permitido.</p>
<p>Porém, se você trabalha <strong>sem carteira assinada</strong>, a empresa pode tentar demitir você durante o atestado, o que gera uma complicação extra.</p>
<p>Nesse caso, será necessário entrar com uma <strong>ação trabalhista</strong> para <strong>reconhecer o vínculo empregatício</strong> e buscar a <strong>indenização por danos morais</strong>.</p>
<p>Agora, é comum que a empresa <strong>não demita o funcionário diretamente durante o atestado</strong>, mas sim após algum tempo, talvez semanas ou até meses depois.</p>
<p>Mesmo assim, essa atitude também pode ser considerada nula pela Justiça, especialmente se, no momento da demissão, o trabalhador ainda estiver em tratamento ou em recuperação de uma doença.</p>
<p>Por exemplo, imagine que você tem<span style="font-size: revert; color: initial; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, 'Helvetica Neue', sans-serif;"> </span><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sindrome-do-tunel-do-carpo-indenizacao-trabalhista-e-pensao-vitalicia/" target="_blank" rel="noopener">Síndrome do Túnel do Carpo</a></span>, uma condição que exige atestados médicos periódicos.</p>
<p>Mesmo que o afastamento seja temporário, é possível que, ao comunicar à empresa sobre a sua condição, você perca o emprego depois de algum tempo.</p>
<p><strong>A justiça considera esse tipo de demissão discriminatória, e a empresa pode ser obrigada a pagar danos morais ao empregado.</strong></p>
<h3>Quem não tem esse direito?</h3>
<p>Agora, se, por outro lado, você está <strong>totalmente recuperado</strong>, sem sequelas ou qualquer tipo de doença, e retorna ao trabalho sem nenhum impedimento, a empresa tem o direito de te dispensar, mesmo que tenha ocorrido logo após o retorno do atestado.</p>
<p>De qualquer forma, <strong>é essencial procurar um advogado trabalhista</strong> para analisar a situação específica e verificar alguma possível violação dos seus direitos. Ele poderá orientar você sobre as melhores ações a tomar, seja para <strong>reconhecer o vínculo </strong>ou para <strong>buscar a indenização</strong> por danos morais.</p>
<h2>A empresa me demitiu doente, quais são os meus direitos?</h2>
<p>Você sabia que, muitas vezes, as lesões e doenças no trabalho resultam de fatores diretamente ligados à empresa?</p>
<p><strong>Movimentos repetitivos</strong>, <strong>excesso de carga</strong> ou até <strong>posturas inadequadas</strong> podem levar a sérios problemas de saúde.</p>
<p>E, em grande parte dos casos, a <strong>culpa é da empresa</strong>, que deixa de adotar procedimentos corretos de segurança ou até não oferece os <strong>equipamentos de proteção adequados</strong> — ou pior, oferece equipamentos já fora da validade.</p>
<p>Quando a empresa não cumpre com as normas trabalhistas, ela pode ser <strong>responsável</strong> pelos problemas de saúde que o trabalhador desenvolve.</p>
<p><strong>Esse tipo de negligência não é apenas um erro administrativo, é uma violação dos direitos do trabalhador</strong>.</p>
<p>Se você foi demitido enquanto estava doente, é possível que tenha direito a:</p>
<ul>
<li><strong>Danos morais</strong>: a empresa causou um sofrimento psicológico ao demitir você no momento em que você mais precisava de apoio.</li>
<li><strong>Danos materiais</strong>: você pode ter direito a compensação por perdas financeiras causadas pela demissão indevida, como a dificuldade de pagar tratamentos médicos ou sustentar a família.</li>
<li><strong>Estabilidade no emprego indenizável</strong>: dependendo do caso, você pode ter direito à <strong>estabilidade no emprego</strong>, ou seja, a empresa não pode demitir o trabalhador enquanto ele estiver doente sem justificar de maneira legal a demissão.</li>
<li><strong>Danos estéticos</strong>: se houver sequelas físicas ou estéticas devido à doença ou lesão, o empregado pode ter direito a uma compensação.</li>
<li><strong>Pensão vitalícia</strong>: em casos mais graves, quando a doença ou lesão impedir que o trabalhador siga com suas atividades profissionais, pode haver o direito a uma pensão vitalícia.</li>
</ul>
<p><strong>Tudo isso depende do grau da lesão, se houve sequelas e do quanto a empresa colaborou para minimizar os danos.</strong></p>
<p>Por isso, se você está nessa situação, é fundamental procurar um <strong>advogado trabalhista</strong> para analisar o seu caso e garantir que você tenha todos os seus direitos reconhecidos e a devida compensação.</p>
<h2>Demissão durante atestado médico é dispensa discriminatória?</h2>
<p>A Lei 9.029/95 existe para impedir que empregadores demitam funcionários com base em características pessoais, como condições físicas, psicológicas, credo, cultura e outras razões que não têm relação com o desempenho profissional.</p>
<p>Essa legislação visa combater a discriminação no ambiente de trabalho, garantindo que o trabalhador receba respeito, independentemente de sua condição.</p>
<p>A ideia por trás dessa lei é simples: <strong>o trabalho tem um valor social</strong>. Quando uma pessoa tem um emprego, não é só ela que se beneficia, mas também sua família e sua comunidade.</p>
<p><strong>As empresas não podem olhar apenas para o lucro</strong>, ignorando que elas têm um papel importante no bem-estar social.</p>
<p>Por isso, a demissão de um funcionário <strong>por questões de saúde</strong> ou <strong>doença</strong> é <strong>discriminatória</strong> e ilegal.</p>
<p><strong>Não é justo que um empregado que, enquanto estava saudável, gerava lucro para a empresa, seja descartado só porque não consegue mais trabalhar como antes devido a um problema de saúde.</strong></p>
<p>A <strong>Justiça do Trabalho</strong> tem uma visão bem clara sobre isso: <strong>não se pode dispensar um trabalhador apenas porque ele está doente ou com uma lesão</strong>.</p>
<p>Caso isso aconteça, ele tem o direito de buscar a <strong>indenização</strong> por danos morais e materiais, ou até mesmo a reintegração ao trabalho, caso a demissão seja <strong>abusiva e discriminatória</strong>.</p>
<p>Portanto, se a empresa te demitiu enquanto estava doente ou em tratamento, saiba que <strong>você pode e deve recorrer à Justiça </strong>para garantir seus direitos e buscar a compensação adequada pela forma injusta e discriminatória que te trataram.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Perder o emprego, especialmente no momento em que mais precisamos dele, é, sem dúvida, um golpe duro.</p>
<p>E quando isso acontece durante um atestado médico ou logo após o retorno, a situação se torna ainda mais injusta.</p>
<p>Neste artigo, você aprendeu quais são os <strong>direitos</strong> de um trabalhador em casos de demissão durante o atestado médico ou após o seu retorno.</p>
<p>Como vimos, é possível que o empregado tenha direito a <strong>danos morais</strong>, <strong>danos materiais</strong>, <strong>estabilidade no emprego indenizável</strong>, <strong>pensão vitalícia</strong> e até mesmo ser vítima de <strong>dispensa discriminatória</strong>, com direito a compensações adicionais.</p>
<p><strong>Não deixe de buscar orientação de um advogado trabalhista</strong>. Ele poderá analisar o seu caso e te ajudar a tomar as melhores decisões, garantindo o respeito aos seus direitos.</p>
<p>Afinal, <strong>não é justo que você fique desamparado nesse momento tão delicado</strong>.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/mulher-adulta-trabalhando-casualmente-em-casa_10397580.htm#fromView=search&#038;page=1&#038;position=2&#038;uuid=c59f2d57-fae9-47b1-86ba-228d1ae2cadb">Imagem de freepik</a>
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		<title>Constrangimento no trabalho: entenda todos os seus direitos trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 15:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passou por um constrangimento no trabalho e agora quer saber quais são os seus direitos, correto? Então você chegou no lugar certo. Nesse artigo eu quero falar sobre a indenização por danos morais e seus valores, se o que aconteceu é crime, como provar esses fatos na Justiça, como se comportar diante do constrangimento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11345 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho.jpg" alt="Constrangimento no trabalho" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Constrangimento-no-trabalho-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Passou por um constrangimento no trabalho e agora quer saber quais são os seus direitos, correto?</p>
<p>Então você chegou no lugar certo.</p>
<p>Nesse artigo eu quero falar sobre a indenização por danos morais e seus valores, se o que aconteceu é crime, como provar esses fatos na Justiça, <strong>como se comportar diante do constrangimento e muito mais</strong>.</p>
<p>Se preferir, pode ir direto para o tema do seu interesse clicando no índice abaixo.</p>
<h2>Sofri um constrangimento no trabalho, posso receber danos morais?</h2>
<p>Passar por um constrangimento no trabalho, quando o objetivo do agressor é claramente nos atingir, é muito chato. Eu sei como isso pode ser desgastante.</p>
<p><strong>Esses constrangimentos podem ocorrer de forma isolada ou repetidas vezes</strong>. Quando são recorrentes, acabam caracterizando assédio, como vou explicar mais à frente.</p>
<p>Mas fique tranquilo, porque a nossa Constituição protege sua intimidade, honra e vida privada.</p>
<p><strong>Se houver violação desses direitos, você tem o direito de receber uma indenização.</strong></p>
<p>Veja o que diz a Constituição:</p>
<blockquote>
<p>X &#8211; são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;</p>
</blockquote>
<p>Além disso, <strong>tanto o Código Civil quanto a CLT têm artigos que protegem os trabalhadores contra atitudes que podem gerar danos.</strong></p>
<p>Por exemplo, os artigos 186 e 927 do Código Civil tratam da indenização por danos morais:</p>
<blockquote>
<p>Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. </p>
<p>Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.</p>
</blockquote>
<p>No mesmo sentido o art. 223-B da CLT:</p>
<blockquote>
<p>Art. 223-B.  Causa dano de natureza extrapatrimonial a ação ou omissão que ofenda a esfera moral ou existencial da pessoa física ou jurídica, as quais são as titulares exclusivas do direito à reparação.</p>
</blockquote>
<p>Como você pode ver, o trabalhador está bem protegido contra qualquer tipo de constrangimento que viole sua honra e intimidade.</p>
<p>Então, se você passou por isso, é essencial buscar seus direitos para garantir sua indenização.</p>
<p>Além de ser justo para você, <strong>isso também ajuda a evitar que outras pessoas passem pela mesma situação.</strong></p>
<h2>Qual o valor da indenização por danos morais?</h2>
<p>Quando falamos de indenização por danos morais, os valores podem variar bastante, dependendo da gravidade da situação.</p>
<p>Por isso, <strong>é normal vermos indenizações que vão desde R$ 3.000,00 até mais de R$ 100.000,00, dependendo do caso.</strong></p>
<p>Alguém que era <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/sou-alvo-de-piadas-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">alvo de piadas na empresa</a></span> receberá um valor, outra pessoa que<span style="color: #3366ff;"> <a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/quem-trabalha-em-pe-tem-direito-a-sentar/" target="_blank" rel="noopener">trabalhava em pé o dia todo</a></span> receberá outra indenização, e pessoas que foram alvo de racismo, preconceitos e doenças ocupacionais recebem outros valores.</p>
<p>Além disso, <strong>o juiz sempre vai levar em conta se o constrangimento aconteceu uma única vez ou se era uma prática constante.</strong></p>
<p>Isso faz toda a diferença.</p>
<p>Ou seja, cada detalhe do caso importa, e muito.</p>
<p>O constrangimento no trabalho pode vir de várias formas: ameaças, isolamento, preconceito, humilhações, assédio moral ou sexual. E, em todas essas situações, pode caber indenização por danos morais.</p>
<p>Por isso, <strong>é fundamental falar com um advogado trabalhista para entender como o seu caso específico pode ser interpretado pela Justiça.</strong></p>
<h2>13 exemplos de constrangimento no trabalho</h2>
<p>O constrangimento no trabalho pode se revelar de diversas formas, inclusive em situações incomuns como trabalhar em pé o dia inteiro sem poder sentar.</p>
<p>Então, <strong>mesmo nas condições mais inusitadas é possível caracterizar um constrangimento.</strong></p>
<p>De qualquer maneira, trouxe aqui 13 situações onde o dano moral pode acontecer:</p>
<ul>
<li><strong>Assédio moral</strong>: Comentários ofensivos, humilhações públicas ou cobranças exageradas e repetitivas.</li>
<li><strong>Assédio sexual</strong>: Propostas indevidas, toques inapropriados ou insinuações de cunho sexual.</li>
<li><strong>Discriminação</strong>: Tratamento desigual com base em raça, gênero, religião, orientação sexual, ou deficiência.</li>
<li><strong>Exposição de dados pessoais</strong>: Divulgação não autorizada de informações privadas, como salário ou condição de saúde.</li>
<li><strong>Humilhação pública</strong>: Repreender o funcionário na frente de colegas ou clientes, causando constrangimento.</li>
<li><strong>Revista íntima abusiva</strong>: Exigência de revistas pessoais que invadam a privacidade, como apalpamentos ou exames desnecessários.</li>
<li><strong>Imposição de apelidos pejorativos</strong>: Uso de apelidos que desqualifiquem ou desrespeitem a dignidade do trabalhador.</li>
<li><strong>Ameaças constantes de demissão</strong>: <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/ameaca-de-demissao-e-assedio-moral-o-que-fazer/" target="_blank" rel="noopener">Pressionar o trabalhador com ameaças</a></span> infundadas, gerando ansiedade e insegurança.</li>
<li><strong>Restrição ao uso de banheiro</strong>: Impedir ou dificultar o acesso ao banheiro durante a jornada de trabalho.</li>
<li><strong>Pressão psicológica excessiva</strong>: Estabelecer metas inatingíveis ou impor condições que afetem o bem-estar mental do empregado.</li>
<li><strong>Desvio de função injustificado</strong>: Exigir que o empregado realize tarefas muito abaixo ou acima de sua função habitual, sem razão válida.</li>
<li><strong>Exclusão social no ambiente de trabalho</strong>: Isolamento proposital do empregado, como não o convidar para reuniões ou eventos corporativos.</li>
<li><strong>Repreensão por adoecimento</strong>: Criticar ou discriminar o empregado por tirar licenças médicas ou apresentar atestados, gerando constrangimento.</li>
</ul>
<p>Se você passou por alguma dessas situações não deixe de procurar ajuda.</p>
<h2>Sofri constrangimento, posso pedir rescisão indireta do contrato e receber todos meus direitos?</h2>
<p>Geralmente, quando um empregado passa por uma situação muito desagradável na empresa, o que ele pensa?</p>
<p>A primeira coisa que vem à cabeça é pedir demissão, né? <strong>Afinal, ninguém merece conviver com constrangimento no trabalho todos os dias.</strong></p>
<p>Mas antes de tomar essa decisão, é importante pensar nas consequências.</p>
<p><strong>Pedir demissão faz com que você perca direitos importantes</strong>, como o saque do FGTS, a multa de 40% sobre o saldo e até o seguro-desemprego.</p>
<p>A boa notícia é que <strong>a CLT permite que você saia da empresa <em>com todos os seus direitos trabalhistas</em> quando a empresa comete faltas graves.</strong></p>
<p>E quando eu digo todos os direitos, estou falando dos mesmos de uma demissão sem justa causa. Ou seja, você pode receber:</p>
<ul>
<li>Aviso prévio;</li>
<li>Saldo de salário;</li>
<li>13º salário;</li>
<li>Férias vencidas;</li>
<li>Férias proporcionais acrescidas de 1/3;</li>
<li>Saque do FGTS;</li>
<li>Multa de 40% sobre o saldo do FGTS;</li>
<li>Seguro-desemprego (se estiver habilitado);</li>
<li>E outros direitos da sua categoria.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Inclusive, <strong>a Justiça do Trabalho reconhece que, em casos de assédio moral, o funcionário pode pedir a rescisão indiretado contrato</strong>, o que garante todos esses direitos.</p>
<p>Se você quiser entender mais sobre o assunto, recomendo a leitura deste artigo que escrevi:</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">Rescisão indireta do contrato de trabalho: entenda os seus direitos de forma descomplicada.</a></span></p>
<h2><strong>Constrangimento no trabalho, o que fazer?</strong></h2>
<p>Se você passou por um constrangimento no trabalho, o primeiro passo é tomar providências imediatas em relação ao que aconteceu.</p>
<p>Sério, não deixe para depois.</p>
<p><strong>Informe imediatamente a empresa, seu superior, o RH ou qualquer outra pessoa responsável por cuidar desses assuntos.</strong></p>
<p>Agora, se o problema foi causado pelo próprio dono da empresa, chame-o para uma conversa. É importante não deixar passar.</p>
<p><strong>Minha dica principal aqui é: registre tudo. Use WhatsApp, e-mail ou até grave a conversa para ter prova do que aconteceu.</strong></p>
<p>Além disso, exija uma resposta. Por exemplo, você pode mandar uma mensagem para o RH dizendo algo como: &#8220;Oi, Fulano, tudo bem? Aconteceu tal coisa comigo (relate o que houve) e gostaria de saber qual será a posição da empresa sobre isso.&#8221;</p>
<p>Se a empresa tiver um canal de denúncias, tire prints da tela e guarde o número de protocolo.</p>
<p><strong>Mesmo usando esse canal, recomendo que você também fale diretamente com o setor responsável, só para garantir que a empresa saiba do ocorrido.</strong></p>
<p>Depois disso, acompanhe qual será a solução da empresa para o seu caso.</p>
<p>Se o constrangimento continuar e for algo grave, pode ser possível pedir a <strong>rescisão indireta</strong>, como já comentei.</p>
<p>Agora, mesmo que a situação seja resolvida dentro da empresa, isso não significa que você perde o direito de receber uma indenização por danos morais. A não ser que a empresa ofereça isso voluntariamente (o que, para ser sincero, nunca vi acontecer).</p>
<p>E claro, converse com um advogado trabalhista para ele te orientar sobre a melhor forma de lidar com o problema e te informar sobre seus direitos.</p>
<h2>Como provar constrangimento no trabalho?</h2>
<p>Quando você entra com uma ação trabalhista pedindo indenização por danos morais, é <strong>fundamental ter provas</strong> do constrangimento.</p>
<p>Afinal, é a única maneira de aumentar as chances de sucesso no seu processo.</p>
<p>Uma das melhores formas de provar o que aconteceu é por meio de <strong>testemunhas</strong>.</p>
<p>Ex-colegas de trabalho, por exemplo, podem depor na audiência e confirmar os constrangimentos que você sofreu.</p>
<p>Além das testemunhas, ter <strong>fotos e vídeos</strong> também ajuda muito.</p>
<p>É comum que, em reuniões ou no dia a dia, colegas ou até você mesmo acabem gravando situações constrangedoras. Pode ser algo como danças forçadas, usar fantasias, pagar micos ou outras situações humilhantes.</p>
<p><strong>Tudo isso pode ser usado a seu favor</strong> no processo.</p>
<p>Se o constrangimento for mais direto, como <strong>ofensas, piadas ou assédio</strong>, minha dica é: sempre que estiver perto do agressor, <strong>grave o áudio</strong> ou até filme esses momentos com o celular. Se o agressor praticar atos que violam sua honra e intimidade, <strong>você pode usar esse material no seu processo</strong>.</p>
<p>Ou seja, para cada tipo de situação, existe uma maneira de <strong>conseguir provas</strong> do constrangimento no trabalho. Não deixe passar.</p>
<p> </p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Infelizmente, passar por constrangimentos no trabalho é mais comum do que deveria.</p>
<p>O que não pode acontecer é enfrentar esse tipo de situação sem <strong>se precaver</strong> e <strong>buscar os seus direitos</strong>.</p>
<p>Neste artigo, abordei temas essenciais para que você entenda mais sobre <strong>assédio moral</strong> e como agir nessas situações.</p>
<p>Se você está passando por isso, é bem provável que <strong>outros colegas também tenham sido vítimas</strong> de situações parecidas.</p>
<p>Então, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">não deixe de procurar ajuda conversando com um advogado trabalhista</a></span> para que ele possa te ajudar da melhor forma a cuidar do seu problema.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/funcionario-frustrado-discordando-recebendo-aviso-de-demissao-sendo-demitido-do-trabalho_3938333.htm#fromView=search&#038;page=1&#038;position=47&#038;uuid=9fb2f8e3-b3bf-401a-b6b0-6513533dd52a">Imagem de yanalya no Freepik</a>
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		<title>Chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho, pode?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 19:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que pode acontecer se o chefe mandar mensagens fora do horário de trabalho? Será que o empregado tem algum direito trabalhista a receber? E será que a empresa pode ser punida por causa disso? Neste artigo, vou te ajudar a entender, da forma mais simples possível, o que a Justiça tem decidido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11162 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Chefe-mandar-mensagem-fora-do-horario-de-trabalho.jpg" alt="chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Chefe-mandar-mensagem-fora-do-horario-de-trabalho.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Chefe-mandar-mensagem-fora-do-horario-de-trabalho-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Chefe-mandar-mensagem-fora-do-horario-de-trabalho-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Chefe-mandar-mensagem-fora-do-horario-de-trabalho-768x316.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Você sabe o que pode acontecer se o chefe mandar mensagens fora do horário de trabalho?</p>
<p>Será que o empregado tem algum direito trabalhista a receber? E será que a empresa pode ser punida por causa disso?</p>
<p>Neste artigo, vou te ajudar a entender, da forma mais simples possível, <strong>o que a Justiça tem decidido sobre o envio de mensagens fora do horário de trabalho.</strong></p>
<p>Se preferir, pode clicar em algum tema do índice para ir direto ao assunto que te interessa.</p>
<h2>O direito do empregado à desconexão</h2>
<p>O mundo da tecnologia tem evoluído a passos largos, e isso é inegável.</p>
<p>Quando falamos de tecnologia voltada para comunicação, é impressionante o quanto as coisas mudaram nos últimos anos, não é verdade?</p>
<p>Embora facilite a comunicação entre as empresas e seus colaboradores, aumentando a produtividade nos negócios, <strong>novos problemas surgiram, e as empresas precisam lidar com esses desafios.</strong></p>
<p>A necessidade de ficar preso ao celular após o expediente virou uma forma de controlar os empregados mesmo depois de terminada a jornada de trabalho.</p>
<p>No entanto, essa situação tem gerado problemas na Justiça do Trabalho, <strong>resultando, inclusive, no pagamento de indenizações por danos morais.</strong></p>
<p>E isso não é apenas uma questão no Brasil; é um problema comum no mundo todo.</p>
<p>Por isso, <strong>tem se tornado cada vez mais relevante discutir o direito à desconexão do empregado, porque é essencial respeitar o período de descanso e lazer do trabalhador.</strong></p>
<p>Infelizmente, <strong>doenças ocupacionais de ordem psicológica têm se tornado cada vez mais comuns no ambiente de trabalho</strong> devido ao excesso de atividades, e o celular tem uma grande parcela de culpa nisso.</p>
<p>Por essa razão, a Justiça do Trabalho tem sido cada vez mais rigorosa quanto ao uso do celular fora do expediente.</p>
<h2>O que a legislação diz sobre o chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho</h2>
<p>Se você buscar nas leis trabalhistas, não vai encontrar nenhuma regra específica sobre enviar mensagens fora do horário de trabalho.</p>
<p>Pelo menos, não de forma tão detalhada.</p>
<p>O que você vai encontrar são regras que servem como base para que os juízes possam decidir sobre o assunto.</p>
<p>Por exemplo, uma das normas mais utilizadas da CLT é o artigo 4º:</p>
<blockquote>
<p align="justify">Art. 4º &#8211; Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada.</p>
</blockquote>
<p>Em outras palavras, para a CLT, <strong>o funcionário está trabalhando sempre que estiver à disposição do empregador, seja aguardando ou executando ordens</strong>.</p>
<p>Na prática, se um funcionário está fora do seu horário de trabalho comum, mas continua aguardando ou recebendo ordens por aplicativo de mensagens, ele estará em serviço efetivo.</p>
<p>E quem está em serviço deve ser remunerado por isso, certo?</p>
<h3 align="justify">Decisão da Justiça condenando empresa a pagar horas extras para empregado</h3>
<p>Vimos agora que o fato do funcionário estar recebendo mensagens fora da horário de trabalho pode configurar como tempo a disposição do empregador.</p>
<p><strong>Principalmente se ele conseguir comprovar que precisava executar as atividades relacionadas ao conteúdo da mensagem.</strong></p>
<p>Veja essa decisão do Tribunal de Santa Catarina:</p>
<blockquote>
<p><strong>HORAS EXTRAS. TRABALHO REPASSADO EM APLICATIVO DE MENSAGENS INSTANTÂNEAS FORA DO HORÁRIO DO EXPEDIENTE. PREJUÍZO AO LAZER E AO DESCANSO. RECONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DE LABOR EXTRAORDINÁRIO. OFENSA DO DIREITO À DESCONEXÃO</strong>. Comprovando o trabalhador que eram repassadas pelo empregador, em aplicativo de mensagens instantâneas, informações relacionadas ao trabalho, bem assim que era obrigatório acessar, ter conhecimento e responder estas informações mesmo após o término do expediente, sob pena de aplicação de advertência verbal, <strong>considera-se que o trabalhador estava à disposição do empregador, devendo este responder pelo pagamento das horas extras correspondentes</strong>. A tecnologia tem que ser usada com moderação e não pode significar exigir do trabalhador que fique conectado durante o dia todo à empresa, prejudicando, assim, o seu descanso e lazer. O direito à desconexão constitui importante direito fundamental e a sua vulneração deve importar no reconhecimento de que o trabalhador estava prestando serviços fora do horário do expediente, cabendo à empresa o pagamento das horas extras correspondentes.</p>
<p>(TRT-12 &#8211; ROT: 00007654620195120001, Relator: MARIA BEATRIZ VIEIRA DA SILVA GUBERT, 4ª Câmara, Data de Publicação: 20/02/2022)</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11188 size-large" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-1024x238.png" alt="" width="1024" height="238" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-1024x238.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-300x70.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-768x178.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07.png 1375w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p> </p>
<h3>Decisão condenando a empresa a pagar danos morais ao empregado</h3>
<p>Outro problema em relação às mensagens fora do horário de trabalho é o pagamento de danos morais.</p>
<p>Com o uso dos smartphones, a forma como as empresas se comunicam com seus funcionários mudou radicalmente.</p>
<p>Agora, mesmo que o expediente termine no horário combinado, é comum que os empregadores cobrem atividades por aplicativos como WhatsApp, Slack, Teams, entre outros.</p>
<p>No entanto, <strong>esse tipo de atitude viola o direito à desconexão do funcionário, gerando o dever de indenizar.</strong></p>
<p>Veja essa decisão do Tribunal Trabalhista de Minas Gerais sobre o tema:</p>
<blockquote>
<p><strong>DANO MORAL. DIREITO À DESCONEXÃO. GARANTIAS CONSTITUCIONAIS À SAÚDE E AO LAZER. BENS JURÍDICOS TUTELADOS INERENTES AO EMPREGADO. ART. 223-C DA CLT.</strong> Nos termos do art. 223-B da CLT, o dano extrapatrimonial se configura quando há ofensa de ordem moral ou existencial à pessoa física ou jurídica, decorrente de ação ou omissão, sendo que a saúde e o lazer se encontram elencados no rol dos bens juridicamente tutelados inerentes ao empregado (art. 223-C, CLT). Nesse aspecto, <strong>o direito à desconexão do trabalho se insere no âmbito das garantias fundamentais à saúde e ao lazer</strong> (art. 6º, caput, e art. 7º, IV, da Constituição da Republica), consectárias do Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (art. 1º, III, CR), pelas quais o labor não pode ser um fim em si mesmo, mas sim o meio para o trabalhador promover sua subsistência e satisfazer suas necessidades e anseios pessoais, sem prejuízo ao repouso e ao convívio familiar e social. Violado o direito do empregado de se desconectar do trabalho, privando-lhe do devido descanso e do lazer, é cabível a reparação civil, consoante artigos 186 e 927 do Código Civil.</p>
<p>(TRT-3 &#8211; ROT: 00102857920215030043 MG 0010285-79.2021.5.03.0043, Relator: Mauro Cesar Silva, Data de Julgamento: 01/07/2022, Decima Turma, Data de Publicação: 04/07/2022.)</p>
</blockquote>
<p>Por isso, é muito importante ter cuidado, <strong>pois o chefe mandar mensagem foram do horário de trabalho pode trazer prejuízos para a empresa.</strong></p>
<h2>Quando o chefe pode mandar mensagem fora do horário de trabalho?</h2>
<p>Ao analisarmos as decisões judiciais que não condenam as empresas ao pagamento de horas extras ou danos morais, percebemos alguns pontos em comum.</p>
<p>Basicamente, <strong>as mensagens devem servir apenas como um mural de avisos</strong>, especialmente em grupos de setor, equipe, departamento, entre outros.</p>
<p>Por isso, o risco de mandar mensagem particular para o funcionário fora do expediente é muito alto.</p>
<p>Ademais, para uma melhor organização da empresa, é possível enviar as atividades da semana, do dia seguinte, escalas de trabalho ou outros avisos importantes.</p>
<p>No entanto, <strong>é essencial não exigir que os empregados interajam de qualquer forma em relação às mensagens publicadas.</strong></p>
<p>Especialmente ao obrigá-los a responder.</p>
<p>Outro ponto importante <strong>é estabelecer regras claras sobre o uso dos aplicativos de comunicação da empresa pelos funcionários, tanto dentro quanto fora da jornada de trabalho.</strong></p>
<p>Essas regras devem incluir as possíveis punições em caso de descumprimento.</p>
<p>Um <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/regulamento-interno-para-empresa/" target="_blank" rel="noopener">regulamento interno</a></span> para a empresa pode trazer inúmeros benefícios nesses casos.</p>
<p>Vale lembrar que, para alguns tribunais, o envio de mensagens entre os próprios empregados nos grupos da empresa, sem qualquer relação com as atividades profissionais e de cunho particular, não configura tempo à disposição do empregador.</p>
<p>De qualquer forma, <strong>para evitar qualquer risco de condenação, é fundamental que as mensagens sejam enviadas apenas durante o horário de expediente.</strong></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo, eu te mostrei como a Justiça do Trabalho penaliza as empresas que não respeitam o direito à desconexão dos empregados.</p>
<p>Assim, se o chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho, a empresa pode ser condenada ao pagamento de horas extras e danos morais, trazendo prejuízos para o negócio.</p>
<p>Portanto, <strong>é essencial estar atento às leis trabalhistas para evitar excessos e proteger a empresa de possíveis condenações.</strong></p>
<p>Não deixe de falar com um <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">advogado trabalhista</a></span> para trazer mais conforto e segurança nas suas decisões.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Agressão verbal no trabalho: O que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 18:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Infelizmente, a agressão verbal no trabalho é um problema comum nas empresas. Afinal, são horas e horas de trabalho, lidando com cobranças, metas, reclamações de clientes e tantos outros problemas que fazem os funcionários perderem a cabeça. Mas, quando esse problema surge, você sabe o que fazer nessas situações? Meu objetivo neste artigo é responder [&#8230;]</p>
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<p>Infelizmente, a agressão verbal no trabalho é um problema comum nas empresas.</p>
<p>Afinal, são horas e horas de trabalho, lidando com cobranças, metas, reclamações de clientes e tantos outros problemas que fazem os funcionários perderem a cabeça.</p>
<p>Mas, quando esse problema surge, você sabe o que fazer nessas situações?</p>
<p><strong>Meu objetivo neste artigo é responder exatamente a essa pergunta para que você não saia daqui com qualquer dúvida sobre o assunto.</strong></p>
<h2>O que a lei diz sobre agressão verbal no trabalho?</h2>
<p>Quando falamos de agressão verbal, você concorda comigo que a honra do funcionário é atingida?</p>
<p>E a dignidade também, não é mesmo?</p>
<p>Pois saiba que a nossa <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Constituição</a> protege justamente esses direitos contra aqueles que violam essas regras.</p>
<p>E a prova disso está no artigo 5º:</p>
<blockquote>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial;">X &#8211; são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;    </span></p>
</blockquote>
<p align="JUSTIFY"><strong>Percebe que fica garantido o direito a indenização por dano moral quando a pessoa tem sua honra violada?</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Além disso, o nosso Código Civil e a CLT também protegem esses direitos, garantindo o direito a indenização quando isso ocorre, até mesmo quando a ofensa surge no ambiente de trabalho.</p>
<p align="JUSTIFY">Portanto, se você foi vítima de agressão verbal, saiba que tem direito a indenização por danos morais.</p>
<h3 align="JUSTIFY">O assédio moral e as agressões verbais</h3>
<p>Primeiramente, é importante destacar que nem toda agressão verbal é assédio moral.</p>
<p>Isto porque o assédio moral, na verdade, precisa que a conduta se repita com certa frequência, pois o seu objetivo é desestabilizar o empregado para que ele peça demissão, por exemplo.</p>
<p>Então, se o empregado sofre constantemente com ameaças verbais ou alguma outra prática reiterada para desestabilizá-lo, aí sim podemos estar diante do assédio moral.</p>
<p>Entretanto, mesmo que a agressão verbal ocorra em apenas um caso isolado, <strong>isso não isenta a empresa de sofrer uma condenação e indenizar o funcionário.</strong></p>
<p>Basta que a ofensa seja grave o suficiente.</p>
<h2>Agressão verbal no trabalho dá justa causa?</h2>
<p>Outro ponto que merece ser abordado é a questão da justa causa.</p>
<p>Será que agredir verbalmente um funcionário no local de trabalho permite que a empresa aplique esse tipo de punição?</p>
<p>Bem, a CLT trata dessa questão sem abordar a agressão verbal de forma específica.</p>
<p>Porém, quando vamos para o artigo que aborda os motivos que justificam essa demissão, <strong>a CLT informa que qualquer ato que possa ofender a honra ou a intimidade de alguém pode ser punível com justa causa.</strong></p>
<p>Inclusive, contra qualquer pessoa.</p>
<p>Então, conforme interpretação da CLT, <strong>podemos dizer que, sim, a agressão verbal no trabalho pode causar a demissão por justa causa do empregado.</strong></p>
<p>Importante ressaltar que, a própria CLT também admite exceção, como, por exemplo, nos casos de legítima defesa.</p>
<p>Dessa forma, se o empregado sofreu uma demissão por justa causa, ou se a empresa tiver dúvidas para aplicar a justa causa, procure um advogado trabalhista para sanar as suas dúvidas.</p>
<p>Caso contrário, existe a possibilidade de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/reverter-uma-justa-causa-na-justica-do-trabalho-e-possivel/" target="_blank" rel="noopener">reversão da justa causa na Justiça do Trabalho</a></span> quando aplicada equivocadamente.</p>
<h2>Agressão verbal no trabalho pelo patrão</h2>
<p>Trabalhar em um ambiente de trabalho tóxico não é fácil. Muitas vezes o empregado se permite passar por alguns constrangimentos justamente em razão dos boletos que não param de chegar.</p>
<p>Entretanto, quando o funcionário chega no limite, qual é a atitude que ele toma?</p>
<p>Se você respondeu que ele provavelmente pedirá demissão, acertou.</p>
<p>Contudo, <strong>quando a empresa comete erros graves contra esse colaborador ele poderá pedir a rescisão indireta do seu contrato de trabalho.</strong></p>
<p>Isso permite que ele saia da empresa recebendo todos os direitos trabalhistas de uma demissão sem justa causa.</p>
<p><strong>Isso inclui a multa de 40% sobre o saldo do FGTS e até um indenização substitutiva do seguro desemprego.</strong></p>
<p>Tanto a agressão verbal realizada de forma isolada, caso seja uma ofensa grave, ou se esta ocorrer de forma reiterada, configurando o assédio moral, esse funcionário poderá pedir a rescisão indireta e garantir os seus direitos trabalhistas.</p>
<h2>Alguns exemplos de agressões verbais</h2>
<p>Apesar de parecer simples, nem todo tipo de comentário pode ser considerado uma agressão verbal.</p>
<p>Por isso, separei aqui 10 exemplos de agressões verbais que podem trazer algum tipo de problema na Justiça do trabalho:</p>
<ol>
<li>
<p><strong>Insultos e Ofensas Pessoais</strong>: Chamadas de nomes depreciativos ou insultos diretos, como &#8220;incompetente&#8221;, &#8220;burro&#8221; ou &#8220;idiota&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Comentários Racistas ou Preconceituosos</strong>: Falas discriminatórias baseadas na raça, cor, etnia, orientação sexual, religião ou qualquer outra característica pessoal.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Humilhação Pública</strong>: Ridicularizar um funcionário na frente de colegas, clientes ou superiores.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Ameaças</strong>: Promessas de punição ou retaliação, como &#8220;Você vai ser demitido&#8221; ou &#8220;Vou arruinar sua carreira&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Críticas Destrutivas</strong>: Comentários negativos que não têm objetivo construtivo, como &#8220;Você não serve para nada&#8221; ou &#8220;Você nunca faz nada certo&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Assédio Sexual Verbal</strong>: Comentários ou insinuações de cunho sexual indesejados.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Denegrir Competência Profissional</strong>: Dizer que o funcionário é incapaz de realizar suas funções, como &#8220;Você é inútil nesse trabalho&#8221; ou &#8220;Não sei como você conseguiu esse emprego&#8221;.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Espalhar Boatos Maliciosos</strong>: Divulgar informações falsas ou rumores sobre um funcionário que podem prejudicar sua reputação.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Gritar ou Elevar a Voz</strong>: Falar de maneira agressiva ou gritar com um funcionário, criando um ambiente de intimidação.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Comentários Sarcásticos ou Irônicos</strong>: Usar o sarcasmo para menosprezar ou desvalorizar o trabalho de um funcionário, como &#8220;Nossa, que brilhante ideia&#8221; (quando na verdade se está desmerecendo a ideia).</p>
</li>
</ol>
<p>Essas agressões podem ser configuradas como assédio moral e, dependendo da gravidade e da recorrência, podem resultar em processos trabalhistas, indenizações por danos morais e outras penalidades para os agressores e para as empresas que não tomarem medidas para prevenir e combater tais comportamentos.</p>
<h2>O que fazer em caso de agressão verbal no trabalho?</h2>
<p>Saber o que fazer nessas situações é fundamental para ter êxito no caso de ações trabalhistas seja para o empregado, seja para a empresa.</p>
<p>Como disse, se o empregado for alvo de assédio verbal ele poderá requerer a rescisão indireta do contrato e a empresa pode demitir por justa causa o funcionário que pratica a agressão.</p>
<p>Entretanto, se algum equívoco for cometido, <strong>a chance de improcedência ou reversão da justa causa é alta.</strong></p>
<h3>No caso do empregado</h3>
<p>Se você é o funcionário que está sofrendo com esse tipo de agressão no trabalho o primeiro passo é <strong>procurar o RH</strong>.</p>
<p>Informe o que está acontecendo, o nome do agressor e quais os tipos de palavras estão sendo proferidas ou alguma outra conduta que caracterize a agressão.</p>
<p>Caso a empresa tenha um programa onde possa realizar uma denúncia anônima, não deixe de utilizar também.</p>
<p>Além disso, recomendo que se possível junte provas em relação ao assédio verbal.</p>
<p>Dessa forma, <strong>tente gravar algum áudio ou vídeo que comprove a agressão</strong>.</p>
<p>Sei que é muito difícil capturar esses momentos, afinal nunca se sabe quando o agressor vai proferir essas palavras.</p>
<p>Entretanto, <strong>caso perceba que essas situações ocorrem em momentos específicos, como em reuniões, durante o intervalo de almoço ou em alguma outra ocasião, deixa o celular gravando quando estiver no mesmo ambiente do agressor.</strong></p>
<p>Caso a empresa não tome providências, o ideal é registrar por e-mail ou WhatsApp que buscou auxílio da empresa e mesmo assim nada foi feito.</p>
<p>Tire prints desses registros e guarde-os com você, pois <strong>serão provas importantes caso ingresse com uma ação trabalhista.</strong></p>
<h3>No caso da empresa</h3>
<p>Quando um empregado se dirige ao seu RH ou para o setor responsável com alguma denúncia de agressão verbal é importante oferecer todo o suporte necessário.</p>
<p>Escute-o, <strong>busque entender o que está acontecendo e tome as medidas cabíveis.</strong></p>
<p>Após a denúncia realize uma investigação para apurar a veracidade das alegações e descobrir se a denúncia é verdadeira.</p>
<p>Ouça os demais funcionários e pergunte a respeito da postura do agressor sem informar necessariamente que ele tem proferido agressões verbais.</p>
<p>Caso a denúncia seja falsa, aquele que sofreu uma acusação injusta também poderá mover uma ação contra a empresa.</p>
<p>Por isso, <strong>todo cuidado é necessário para evitar injustiças.</strong></p>
<p>Sendo a informação procedente, a empresa deverá aplicar uma punição ao empregado que está praticando agressão verbal no trabalho.</p>
<p>E a punição deverá ser proporcional a gravidade da ofensa, <strong>podendo inclusive aplicar diretamente a demissão por justa causa, se for o caso.</strong></p>
<p>Entretanto, é fundamental <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-empresarial/" target="_blank" rel="noopener">consultar o setor jurídico</a></span> para receber uma opinião sobre o assunto e evitar a reversão da justa causa na Justiça do Trabalho.</p>
<p>Inclusive, mostrar à Justiça que a empresa tomou as medidas cabíveis e acolheu a vítima, pode reduzir o valor dos danos morais em caso de condenação.</p>
<h2>Qual valor da indenização por agressão verbal?</h2>
<p>Quando o funcionário vence o processo conseguindo provar que sofreu agressão verbal em seu vínculo empregatício ele receberá uma indenização por danos morais.</p>
<p>O valor da indenização vai depender de muitos fatores, como, por exemplo, <strong>a gravidade da ofensa e se a empresa buscou remediar a situação.</strong></p>
<p>Dessa forma, os valores giram em torno de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00 no caso de ofensas mais leves.</p>
<p>Quando as agressões são mais graves, envolvendo por exemplo expressões racistas e xenofóbicas <strong>os valores podem subir para R$ 10.000,00 ou até mais.</strong></p>
<p>Além disso, vale lembrar que estou falando apenas do pedido relacionado a danos morais, pois nada impede que o funcionário busque outros direitos como horas extras, e até mesmo a rescisão indireta do contrato.</p>
<p>Portanto, a melhor forma da empresa evitar esse tipo de prejuízo é zelar por um ambiente de trabalho saudável <strong>e ser bastante rígido nas punições que envolvem esses tipos de ofensa.</strong></p>
<p>Caso contrário, a Justiça do Trabalho poderá aplicar uma punição severa em relação ao fato.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Trabalhar em um ambiente saudável é o sonho de qualquer pessoa, não é mesmo?</p>
<p><strong>Infelizmente alguns locais de trabalho não refletem esse desejo e casos de agressões verbais são vivenciados pelos empregados.</strong></p>
<p>No entanto, neste artigo eu expliquei da forma mais simples possível os direitos trabalhistas envolvidos nessas situações e principalmente o que fazer nesses casos.</p>
<p><strong>O assédio moral precisa ser combatido, afinal todos merecem trabalhar em um local justo e igualitário.</strong></p>
<p>Por isso, em caso de dúvida, não deixe de falar com um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">advogado trabalhista</a></span>.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Empresa atrasando o salário o que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão indireta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Uma das situações mais chatas que podem ocorrer no trabalho é a empresa atrasando o salário. Em alguns casos esse atraso chega a durar dias ou meses. Consequentemente, isso acaba influenciando até mesmo na saúde do empregado. Não é por menos, o funcionário passa trinta dias se dedicando a empresa e no momento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-7765" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Empresa-atrasando-o-salario-1024x421.png" alt="Empresa atrasando o salário" width="1024" height="421" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Empresa-atrasando-o-salario-1024x421.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Empresa-atrasando-o-salario-300x123.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Empresa-atrasando-o-salario-768x316.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Empresa-atrasando-o-salario.png 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2>Introdução</h2>
<p>Uma das situações mais chatas que podem ocorrer no trabalho é a empresa atrasando o salário.</p>
<p><strong>Em alguns casos esse atraso chega a durar dias ou meses.</strong></p>
<p>Consequentemente, isso acaba influenciando até mesmo na saúde do empregado.</p>
<p>Não é por menos, o funcionário passa trinta dias se dedicando a empresa e no momento de receber o seu pagamento fica de mãos abanando.</p>
<p>Como resultado, fica impedido de arcar com seus compromissos.</p>
<p>Logo, não existe dinheiro para pagar contas, <strong>dificultando além do seu próprio sustento, o de sua família</strong>.</p>
<p>Isso gera inúmeros problemas emocionais, afetando até mesmo o rendimento do colaborador na empresa.</p>
<p>Afinal, qual é a motivação de alguém em saber que não receberá o seu salário em dia, sem poder fazer qualquer projeção em sua vida?</p>
<p>Contudo, <strong>para fugir de situações como essa o empregado tem algumas ferramentas para buscar os seus direitos.</strong></p>
<p>E é exatamente sobre elas que vou falar nesse artigo.</p>
<h2>O que a lei diz sobre o pagamento do salário</h2>
<p>Provavelmente você já reparou que o salário geralmente cai entre o primeiro e o quinto dia do mês, correto?</p>
<p>No entanto, isso não decorre de um costume, mas de imposição da lei.</p>
<p>Lá na CLT, em seu artigo 459, no parágrafo primeiro, é determinado que o pagamento ocorra até o quinto dia útil do mês, quando o pagamento for mensal.</p>
<p>Ao menos, essa é a regra geral.</p>
<p>Isto porque, dependendo da modalidade do contrato o salário pode ser pago de forma mais específica, como nos casos dos trabalhadores intermitentes.</p>
<p>Além disso, nada impede que as Convenções Coletivas de Trabalho estabeleçam um prazo mais benéfico ao empregado.</p>
<p>Algumas inclusive até determinam que a metade ou parte do salário seja pago de forma quinzenal.</p>
<p>Um adiantamento, por assim dizer.</p>
<p>Por essa razão é importante sempre conferir o que diz a Convenção coletiva da categoria, para evitar de infringir alguma regra e acabar sendo punido.</p>
<p><strong>Quando ocorre alguma infração as Convenções geralmente determinam uma multa a ser paga em favor do empregado, variando de categoria para categoria.</strong></p>
<p>Até escrevi um artigo sobre isso, e você pode conferir logo abaixo:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/convencao-coletiva-de-trabalho-porque-desconsidera-la-e-um-erro-grave/" target="_blank" rel="noopener">Convenção Coletiva de Trabalho: porque desconsiderá-la é um erro grave</a></span></p>
<p>Ademais, a empresa atrasando o salário também leva a outras consequências.</p>
<p>Uma delas é o pagamento do salário corrigido com as atualizações monetárias devidas.</p>
<p>Caso contrário, <strong>em se tratando de um erro recorrente, poderá ser condenada no pagamento das diferenças salariais em uma possível ação trabalhista</strong>.</p>
<h2>O que posso fazer com a empresa atrasando salário?</h2>
<p>Só quem convive com o salário atrasado constantemente sabe a angústia que é.</p>
<p>Ver as contas do mês se acumulando sem ter o que fazer é desesperador.</p>
<p>Pior ainda quando os atrasos são frequentes e por um longo período de tempo.</p>
<p>Entretanto, como vimos logo acima, o pagamento, via de regra, até o quinto dia útil do mês é uma determinação da CLT.</p>
<p>Por esta razão, a empresa não poderá atrasar o pagamento do salário, mesmo que esteja passando por dificuldades financeiras.</p>
<p>Isto porque, com base nos princípios trabalhistas, <strong>o risco do empreendimento é do empregador e não poderá ser repassado ao funcionário</strong>.</p>
<p>Diante desse cenário, como sempre recomendo em meus artigos, vale a pena o colaborador conversar com o RH ou o setor responsável para lidar com esses problemas administrativos.</p>
<p>Ademais, outra opção seria efetuar uma <strong>denúncia aos órgãos públicos de proteção ao trabalho</strong> para que tomem uma providência em relação aos funcionários da empresa.</p>
<p>Por fim, após a análise da situação por um advogado será possível ainda <strong>ingressar com uma ação trabalhista requerendo a rescisão indireta do contrato de trabalho</strong>.</p>
<h3>Ação trabalhista requerendo a rescisão indireta do contrato</h3>
<p>Quando um funcionário se encontra nessa situação de atrasos constantes de salário ou por longos períodos uma das alternativas que lhe passam pela cabeça é pedir demissão do emprego.</p>
<p>Afinal, todo mundo tem contas a pagar.</p>
<p>Contudo, <strong>ao pedir demissão, o funcionário deixa de receber inúmeras verbas a que teria direito em uma demissão sem justa causa.</strong></p>
<p>E vamos combinar, ter que pedir demissão e ainda ser prejudicado por erros cometidos pela empresa não é justo, correto?</p>
<p>Assim, a CLT permite em casos específicos requerer a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/quais-os-motivos-para-pedir-a-rescisao-indireta/" target="_blank" rel="noopener">rescisão indireta do contrato de trabalho</a></span>.</p>
<p>Muitas pessoas também a chamam de &#8220;justa causa do empregado&#8221;.</p>
<p><strong>Lá no artigo 483 da CLT existe uma série de atitudes que se praticadas pela empresa permitem que o empregado rescinda o seu contrato de forma indireta.</strong></p>
<p>Por consequência, será garantido ao funcionário todos os direitos de uma <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/demitido-sem-justa-causa-quais/" target="_blank" rel="noopener">demissão sem justa causa</a></span>.</p>
<p>Ou seja:</p>
<p>I – 13° salário proporcional;</p>
<p>II – Multa rescisória de 40% sobre o valor total depositado do FGTS;</p>
<p>III – Saldo de salário;</p>
<p>IV – Férias vencidas;</p>
<p>V &#8211; Férias de forma proporcional ao tempo de serviço sempre acrescido no valor de 1/3;</p>
<p>VI – Aviso prévio;</p>
<p>VII &#8211; Saque do FGTS</p>
<p>Além de outros benefícios decorrentes de acordos coletivos.</p>
<p>Sendo assim, <strong>é importante procurar um advogado trabalhista capaz de analisar a sua situação e verificar se valerá a pena pedir a rescisão indireta.</strong></p>
<p>O que não pode é o empregado se encontrar prejudicado e nada fazer em relação a sua situação.</p>
<p>Caso tenha interesse em entender melhor sobre a rescisão indireta eu tenho um artigo específico sobre o tema e pode ser conferido logo abaixo:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/quais-os-motivos-para-pedir-a-rescisao-indireta/" target="_blank" rel="noopener">Quais os motivos para pedir uma rescisão indireta?</a></span></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Infelizmente o Brasil é um país difícil para o crescimento de empresas.</p>
<p>Tanto que, a quantidade de empresas quebradas todos os anos é desanimador.</p>
<p>Contudo, o motivo na maioria dos casos é por falta de um planejamento efetivo.</p>
<p>Infelizmente isso acaba reverberando nos funcionários se tornando muitas vezes a causa dos salários atrasados.</p>
<p>No entanto, <strong>o trabalhador é digno do seu salário e não pode ser responsabilizado pela falta de planejamento da empresa</strong>.</p>
<p>Por esse motivo, antes de tomar medidas mais drásticas vale a pena conversar com seu empregador e resolver os problemas de forma pacífica.</p>
<p>Mas, <strong>se o problema não for solucionado é importante consultar um advogado trabalhista para estudar as suas possibilidades diante da situação.</strong></p>
<p>Inclusive, se é o caso de requerer uma rescisão indireta do contrato de trabalho.</p>
<p>Por fim, não esqueça de compartilhar e até a próxima!</p>


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		<title>Empregado vítima de assalto: a empresa deve indenizar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Uma frase que vejo sempre aqui pela internet é que o Brasil não é para amadores. E um desses motivos é a alta taxa de violência que nos assola. Basta olhar o noticiário para entender o nível dos absurdos que ocorrem por aqui. Não é por acaso que provavelmente você conhece algum empregado que [&#8230;]</p>
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<h2>Introdução</h2>
<p>Uma frase que vejo sempre aqui pela internet é que o Brasil não é para amadores.</p>
<p>E um desses motivos é a alta taxa de violência que nos assola.</p>
<p>Basta olhar o noticiário para entender o nível dos absurdos que ocorrem por aqui.</p>
<p>Não é por acaso que provavelmente você conhece algum empregado que já foi assaltado no lugar em que ele trabalha.</p>
<p>E quando isso acontece, fica aquela dúvida se a empresa deve indenizar esse funcionário ou não.</p>
<p>Seja <strong>ressarcindo os bens que foram roubados ou até mesmo um dano moral pelo ocorrido</strong>.</p>
<p>Afinal, dependendo da pessoa e da gravidade do ato, é possível que existam sequelas.</p>
<p>Como eu recebo dúvidas de funcionários perguntando se a empresa deve pagar pelos pertences perdidos e de empresas com o mesmo questionamento, eu resolvi escrever esse artigo.</p>
<h2>O dever de indenizar não é por acaso</h2>
<p>Quando algum juiz decide que uma pessoa será indenizada ele não faz isso porque teve pena da situação.</p>
<p>A lei determina que o agente causador do dano deve reparar a vítima.</p>
<p>Lá na Constituição, se por curiosidade você for no artigo 5º inciso X, vai descobrir que ela nos garante o direito de <strong>reparação por danos morais e materiais</strong> sempre que forem violados a nossa intimidade, a vida privada, a honra e a imagem.</p>
<p>O nosso Código Civil também nos protege contra esse tipo de dano lá no artigo 927.</p>
<p>Quando existe um dano causado por ato ilícito, a pessoa ficará obrigada a sua reparação.</p>
<p>Ademais, quando falamos especificamente do Direito do Trabalho, nossa legislação foi construída com base em princípios importantes.</p>
<p>Por exemplo, <strong>o empregador deverá providenciar um ambiente que garanta a integridade física e moral de seus empregados.</strong></p>
<p>Quando isso não ocorre, o empregado fica exposto a situações prejudiciais a sua saúde, como por exemplo a <strong>síndrome de Burnout</strong>.</p>
<p>Doença que infelizmente tem se tornado cada vez mais comum no ambiente de trabalho.</p>
<p>Inclusive tenho um artigo falando sobre esse assunto.</p>
<p>E ele pode ser conferido aqui:</p>
<p><a href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/"><span style="color: #0000ff;">A Síndrome de Burnout e os direitos trabalhistas</span></a></p>
<p>Só que, quando falamos de reparação por danos morais e materiais aqui no Brasil é importante diferenciar a responsabilidade subjetiva e objetiva e eu vou te falar o motivo.</p>
<h3>Responsabilidade subjetiva</h3>
<p><strong>A regra geral é que a responsabilidade pelos danos causados seja analisada de forma subjetiva.</strong></p>
<p>Em termos práticos, o que a justiça vai analisar é se a pessoa que causou o dano teve culpa ou dolo no prejuízo causado.</p>
<p>E para quem não sabe, o dolo é a vontade de atingir determinado objetivo.</p>
<p>No nosso caso, um dano a outro.</p>
<p>Quando falamos de culpa <strong>o juiz vai analisar se houve imprudência, negligência ou imperícia</strong>.</p>
<p>Saber diferenciar as situações é importante na hora de construir a tese sobre a qual será formulado o pedido de reparação do dano.</p>
<p>Uma pessoa que intencionalmente deixa as câmeras de segurança desligadas para bandidos invadirem o estabelecimento age com intenção de causar um dano.</p>
<p>E nesse caso, caberá a empresa reparar os funcionários pelos danos causados <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-empresa-pode-processar-o-empregado/" target="_blank" rel="noopener">ainda que o agente causador do dano seja processado futuramente.</a></span></p>
<h3>Responsabilidade objetiva</h3>
<p>Se você foi no artigo 927 do Código Civil que eu indiquei lá em cima percebeu que existe um parágrafo único.</p>
<p>Lá consta uma tal de reparação independente de culpa.</p>
<p>Essa reparação onde não se leva em consideração a culpa é o que chamamos na lei de responsabilidade objetiva.</p>
<p>Trata-se de uma exceção a regra.</p>
<p>Ela só existe nos casos determinados por lei, ou em razão do tipo de atividade desenvolvida.</p>
<p>E é sobre isso que vou falar agora.</p>
<h2>Atividades de risco e a obrigação de reparação da empresa</h2>
<p>No Direito do Trabalho existem algumas atividades consideradas de risco.</p>
<p>E conforme parágrafo único do artigo 927 do Código Civil, a responsabilidade nesses casos será objetiva.</p>
<p>Algumas empresas <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/saiba-quem-tem-direito-ao-adicional-de-periculosidade/" target="_blank" rel="noopener">trabalham com uma exposição diária de seus colaboradores a riscos de assalto</a></span>.</p>
<p>Bancários, por exemplo, já trabalham sabendo que a qualquer momento sua agência poderá ser alvo de criminosos.</p>
<p>Da mesma forma quem tem como função o transporte de valores.</p>
<p>Inclusive <strong>muitos gerentes são obrigados a transportar dinheiro</strong> para realizar depósito nos bancos e acabam sendo vítimas frequentes de assaltos por isso.</p>
<p>Muitos <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/cargo-de-confianca/" target="_blank" rel="noopener">Tribunais acabam condenando o pagamento de indenização para esses gerentes</a></span> em razão da atitude dessas empresas.</p>
<p>Esse empregado vítima de assalto durante o trabalho acaba sendo ressarcido pelos prejuízos sofridos.</p>
<p>Desta forma, <strong>sendo a atividade de risco a responsabilidade será objetiva</strong>.</p>
<p>Consequentemente a empresa deverá indenizar o empregado vítima de assalto.</p>
<p>É importante lembrar que o risco da atividade é do empregador.</p>
<p>A própria CLT diz isso lá no artigo 2º.</p>
<p>Assim, se o empresário decidiu explorar um ramo de atividade considerada perigosa, deverá arcar com os obstáculos dele.</p>
<p>Por isso é tão <strong>importante realizar um estudo base antes de abrir qualquer negócio</strong>.</p>
<p>Agindo assim, dificilmente será pego de surpresa por condenações como essas.</p>
<h2>E quando não é atividade de risco, a empresa deve indenizar o empregado vítima de assalto?</h2>
<p>Esse é o ponto que mais gera dúvida.</p>
<p>E a resposta vai depender muito do que de fato ocorreu na situação.</p>
<p>Calma, eu explico o motivo.</p>
<p>Quando não existe atividade de risco, geralmente a o resultado final da ação será:</p>
<p>a) condenar a empresa por não oferecer um ambiente seguro aos seus funcionários.</p>
<p>b) livrar a empresa da condenação pelo fato da segurança pública ser uma obrigação do Estado.</p>
<p>Dessa forma é muito importante que você procure um advogado.</p>
<p>Ele vai te explicar se vale a pena entrar com uma ação contra a empresa ou não.</p>
<p>Da mesma forma a empresa, <strong>ao consultar o profissional, terá mais segurança ao tomar a sua decisão se ressarcirá o empregado vítima de assalto ou não</strong>.</p>
<p>Ou até mesmo para saber se a atividade da empresa é de risco ou não.</p>
<p>Por exemplo, uma empresa que decide manter um estabelecimento aberto num domingo a noite, pela madrugada, em um local considerado perigoso na região, assume o risco de expor seus funcionários a assaltos.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Como eu disse no início do texto, o Brasil é um país muito violento.</p>
<p>Por esse motivo, <strong>é quase um requisito obrigatório para as empresas investirem na segurança</strong>.</p>
<p>E mesmo assim, apesar de reduzir, não elimina por completo o risco de ser o empregado vítima de assalto.</p>
<p>Principalmente se a atividade da empresa for de risco.</p>
<p>Lembrando que isso torna a responsabilidade objetiva e junto com ela o dever de indenizar.</p>
<p>E quando a atividade não for de risco <strong>é muito importante verificar com um advogado se o caso é passível de indenização.</strong></p>
<p>Além de analisar se os pertences devem ser ressarcidos ou não.</p>
<p>Principalmente nos casos mais graves onde existe um trauma mais grave em razão do assalto.</p>
<p>Não esquece de compartilhar.</p>
<p>Até a próxima!</p>


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			</item>
		<item>
		<title>Passei no processo seletivo do emprego e não me chamaram, o que fazer?</title>
		<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/passei-no-processo-seletivo-do-emprego-e-nao-fui-chamado-o-que-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução Imagine essa cena comigo. A pessoa desempregada, com as contas chegando todos os meses, encontra uma oferta de emprego e se candidata para a vaga. Gasta dinheiro com transporte e alimentação, pega fila para o processo seletivo do emprego e passa. Depois disso a empresa marca o exame admissional com o empregado e tudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-7460" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/04/processo-seletivo-do-emprego-1024x421.png" alt="Processo seletivo do emprego" width="1024" height="421" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/04/processo-seletivo-do-emprego-1024x421.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/04/processo-seletivo-do-emprego-300x123.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/04/processo-seletivo-do-emprego-768x316.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/04/processo-seletivo-do-emprego.png 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2>Introdução</h2>
<p>Imagine essa cena comigo.</p>
<p>A pessoa desempregada, com as contas chegando todos os meses, encontra uma oferta de emprego e se <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/contratacao-de-empregados/" target="_blank" rel="noopener">candidata para a vaga</a></span>.</p>
<p><strong>Gasta dinheiro com transporte e alimentação, pega fila para o processo seletivo do emprego e passa</strong>.</p>
<p>Depois disso a empresa marca o exame admissional com o empregado e tudo ok.</p>
<p>O empregador então pede a sua carteira de trabalho e já diz que você vai começar na mesma semana.</p>
<p>A alegria dessa pessoa vai até as alturas, finalmente vai honrar com suas dívidas.</p>
<p>Espalha para os familiares e amigos que vai ser contrato e todos ao redor ficam felizes.</p>
<p>Passa alguns dias a empresa liga e diz &#8220;boa tarde senhor fulano, infelizmente aquela vaga não está mais disponível, pedimos desculpas pelo ocorrido e precisamos que o senhor retorne a sede da empresa para pegar os seus documentos&#8221;.</p>
<p>Diante dessa situação eu te pergunto.</p>
<p><strong>É justo o que a empresa fez com essa pessoa?</strong></p>
<p>Nesse artigo vou te explicar o dano moral pela promessa de emprego não cumprida.</p>
<h2>Organização no procedimento de admissão é fundamental</h2>
<p>É importante deixar claro que nenhuma empresa tem a obrigação de contratar empregados, ou de ofertar vagas no mercado.</p>
<p><strong>A culpa pela alta taxa de desemprego em nosso país não deve ser jogada nas costas dos empresários.</strong></p>
<p>Entretanto, se for um desejo ampliar o quadro de funcionários é necessário que a oferta seja realizada com cautela.</p>
<ol>
<li>Existe demanda realmente para novas contratações?</li>
<li>Essa demanda não consegue ser resolvida com um reposicionamento estratégico entre os próprios funcionários?</li>
<li>A empresa tem saúde financeira para contratar?</li>
</ol>
<p>Responder essas perguntas é importante, pois, <strong>sem uma justificativa plausível será difícil convencer o juiz para não aplicar o dano moral pré contratual.</strong></p>
<p>Dessa forma a empresa deverá realizar um estudo prévio sobre a sua real necessidade de contratação e se estará apta a suportar contratempos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Um dos principais motivos que impedem as empresas de efetivarem o empregado é a alegação de crise econômica.</strong></span></p>
<p>Ou a falta de planejamento interno.</p>
<p>Determinado setor fecha ou é reduzido, e o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/4-erros-do-empregador-que-geram-acoes-trabalhistas/" target="_blank" rel="noopener">empregador</a></span> acaba aproveitando destes funcionários para alocarem nas vagas emergentes.</p>
<p>Em contra partida acaba desistindo de contratar quando muitos candidatos já passaram no processo seletivo do emprego.</p>
<p>Sendo assim <strong>os empregadores devem se preocupar com o processo de admissão</strong> para não se prejudicarem no futuro com a falta de organização.</p>
<h2>Dano moral pela contratação não efetivada</h2>
<p>Quando a empresa deixa de contratar um empregado ela precisa tomar alguns cuidados, pois corre o risco de ser condenada.</p>
<p>Isso porque <span style="text-decoration: underline;"><strong>a Justiça do Trabalho tem entendido que a quebra da real expectativa na contratação gera dano moral.</strong></span></p>
<p>Importante focar aqui na palavra &#8220;real&#8221;, uma vez que, nem toda quebra de expectativa gera o dever de indenizar.</p>
<p>Uma empresa que abre vagas para contratação, mas acaba se arrependendo sem realizar nenhuma entrevista provavelmente não terá problemas.</p>
<p>Contudo, a situação começa a se complicar se potenciais empregados se escreveram no processo seletivo do emprego e passaram por entrevistas ou provas.</p>
<p><strong>Pior ainda se realizou exames médicos para admissão e foi aprovado.</strong></p>
<p><strong>Em alguns casos a empresa até abre conta salário.</strong></p>
<p>Veja que para chegar até esse ponto o candidato já se sente praticamente contratado.</p>
<p>Existe aí uma real expectativa de contratação.</p>
<p>E quando esse sentimento é frustrado, o sofrimento interno gera o dever de reparar.</p>
<p><strong>Na justiça do trabalho é chamado de dano moral pré contratual.</strong></p>
<p>Tal medida visa ainda coibir que esse tipo de atitude se torne um hábito no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>Isso sem mencionar os casos em que o empregado pede demissão do emprego anterior, com a promessa de contratação e a empresa simplesmente o deixa a ver navios.</strong></p>
<p>Quando o candidato consegue comprovar que a sua real expectativa de contratação foi frustrada após passar no processo seletivo do emprego, <a href="https://portal.trt12.jus.br/noticias/promessa-de-emprego-nao-cumprida-pode-gerar-indenizacao-decide-3a-camara" target="_blank" rel="noopener">os Tribunais, em sua maioria, têm se mostrado favoráveis ao pagamento da indenização compensatória</a>.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Relações de trabalho são complexas, sobretudo pelo fato de envolver pessoas.</p>
<p>Sempre que uma decisão empresarial é tomada isso acaba afetando diretamente a vida de seus colaboradores ou propensos empregados.</p>
<p>Dessa forma é necessário uma aplicação correta das leis e princípios trabalhistas para minimizar esses impactos.</p>
<p>E até mesmo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/e-se-a-empresa-nao-pagar-as-dividas-trabalhistas/" target="_blank" rel="noopener">reduzir ações trabalhistas</a></span> no futuro.</p>
<p>Processos admissionais podem até parecer simples, mas não quer dizer &#8220;vou abrir uma vaga aqui na empresa e pronto&#8221;.</p>
<p>Como eu disse ao longo do texto muitos cuidados precisam ser tomados para não ter problemas com a Justiça do Trabalho.</p>
<p>Principalmente em caso de desistência da vaga ofertada.</p>
<p><strong>Quanto mais o candidato avança e se aproxima do emprego, maiores são as chances de configuração do dano moral e aumento no valor da indenização.</strong></p>
<p>Obrigado por ficar comigo e até a próxima!</p>


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