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	<title>Arquivos horas extras - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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	<title>Arquivos horas extras - Alexandre Bastos Advocacia</title>
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		<title>Quantas horas extras posso fazer por dia? [Rescisão indireta]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 09:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas horas extras posso fazer por dia? Neste artigo, você vai entender por que ultrapassar o limite de 2h extras por dia pode anular o banco de horas, obrigando o pagamento dessas horas como extras e ainda possibilitar a rescisão indireta. Se preferir, pode ir direto para o tema do seu interesse no índice abaixo: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-12144 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/quantas-horas-extras-posso-fazer-por-dia.jpg" alt="Quantas horas extras posso fazer por dia" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/quantas-horas-extras-posso-fazer-por-dia.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/quantas-horas-extras-posso-fazer-por-dia-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/quantas-horas-extras-posso-fazer-por-dia-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2025/05/quantas-horas-extras-posso-fazer-por-dia-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Quantas horas extras posso fazer por dia?</p>
<p>Neste artigo, você vai entender por que <strong>ultrapassar o limite de 2h extras por dia pode anular o banco de horas, obrigando o pagamento dessas horas como extras</strong> e ainda possibilitar a rescisão indireta.</p>
<p>Se preferir, pode ir direto para o tema do seu interesse no índice abaixo:</p>
<h2>Qual é a jornada de trabalho definida por lei?</h2>
<p>Primeiramente, o funcionário saber que o tempo de jornada de trabalho é definido por lei e a empresa deve observar esses limites.</p>
<p>Respeitar o tempo de jornada é fundamental para <strong>evitar problemas de saúde nos empregados e ainda reduzir o risco de acidentes.</strong></p>
<p>Afinal, um trabalhador exausto está mais suscetível a se envolver em um acidente de trabalho.</p>
<p>Pois bem, <strong>a nossa Constituição Federal, junto com a CLT, estabelece como regra geral a jornada de 8h diárias e 44h semanais.</strong></p>
<p>Entretanto, a CLT e a Constituição permitem compensar a jornada em algumas situações.</p>
<p>Por exemplo, fazer 1h extra por dia para conseguir folgar aos sábados, ou então fazer 1h a menos para trabalhar em jornada 6&#215;1?</p>
<p>Contudo, como veremos adiante, <strong>desrespeitar os limites impostos na lei pode anular esses acordos de compensação.</strong></p>
<h3>Jornadas de trabalho diferenciadas</h3>
<p>Importante ressaltar que <strong>algumas categorias possuem jornadas diferenciadas e por isso não estão sujeitas àquelas 8h diárias e 44h semanais</strong>.</p>
<p>Um exemplo bem comum envolve os operadores de telemarketing. Conforme a NR 17, a jornada para essa função é de 6h diárias e 36h semanais, com a possibilidade de compensação.</p>
<p>Como a atividade de operador é muito estressante, <strong>a jornada reduzida busca evitar uma sobrecarga física e mental sobre esses trabalhadores.</strong></p>
<p>Outras categorias com jornadas especiais incluem os bancários, advogados, etc.</p>
<p>Além disso, também <strong>é importante ficar de olho nas regras presentes nas convenções coletivas de trabalho da sua categoria</strong>, tendo em vista a possibilidade de criar condições especiais de jornada.</p>
<p>Por fim, temos ainda algumas jornadas especiais como a 12&#215;36. A referida jornada apesar de superar, e muito, o limite diário de 8h, esse formato é mais vantajoso quando se observa a jornada semanal.</p>
<h2>Quantas horas extras posso fazer por dia?</h2>
<p>Vimos agora a pouco que a regra geral para a jornada de trabalho é de 8h diárias e 44h semanais sendo possível realizar acordos de compensação.</p>
<p>O acordo de compensação semanal ou o banco de horas tem como objetivo trazer mais efetividade para as empresas, afinal podem adequar a jornada conforme os períodos com maior ou menor demanda.</p>
<p>Contudo, a CLT estabelece um limite máximo de jornada diária.</p>
<p>Nesse sentido, o art. 59, da CLT, em seu parágrafo 2º determina expressamente que <strong>as empresas podem compensar a jornada dos empregados <span style="text-decoration: underline;">desde que não ultrapassem o limite de 10h diárias</span></strong>:</p>
<blockquote>
<p>§ 2<sup><u>o</u></sup>  Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, <strong>nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. </strong></p>
</blockquote>
<p>Dessa forma, considerando que a jornada &#8220;normal&#8221; é de 8h e o período máximo é de 10h, os Tribunais possuem o entendimento de limitar o tempo máximo de horas extras em até 2h.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2757.png" alt="❗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Portanto, <strong>o empregado pode fazer até no máximo 2h extras por dia</strong>, caso contrário a Justiça poderá anular o banco de horas e ter que pagar as horas extras compensadas ao funcionário.</p>
<h3>Escala 12&#215;36 pode fazer hora extra?</h3>
<p>Agora uma dica importante: quem trabalha na escala 12&#215;36 não pode fazer horas extras, conforme o entendimento dominante dos Tribunais.</p>
<p>Como essa escala já possui uma jornada diária muito superior a regra geral de 8h, permitir o empregado trabalhe além das 12h torna a escala mais exaustiva e aumenta o risco de doenças e acidentes.</p>
<p>Dessa forma, se o empregado estiver submetido a essa situação <strong>é importante reunir provas para ingressar com uma demanda judicial e reivindicar o pagamento das horas extras</strong>.</p>
<h2>O que fazer quando passo das horas extras que posso fazer por dia?</h2>
<p>Se o empregado está fazendo mais de duas horas extras por dia, ele pode tomar algumas medidas judiciais, como pedir a nulidade do banco de horas e até mesmo pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a0.png" alt="⚠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ao pedir a nulidade do acordo de compensação e comprovar que fazia mais de duas horas extras por dia <strong>o juiz pode determinar o pagamento de todas as horas extras que ultrapassarem a jornada de 8h diárias e 44h semanais.</strong></p>
<p>Então, como é bastante comum o empregador obrigar o empregado a trabalhar sob o regime de banco de horas para satisfazer os interesses da empresa, em caso de nulidade, este deverá efetuar o pagamento dessas horas.</p>
<p>Ademais, como a empresa não está observando os limites da CLT, ele pode pedir a rescisão indireta do seu contrato de trabalho.</p>
<p>Dessa forma,<strong> ele poderá sair da empresa e receber pelos dias trabalhados, férias, 13º, aviso prévio, sacar o FGTS, receber a multa de 40% e o seguro, se cumprir com os requisitos, ou seja, os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa.</strong></p>
<p>Se quiser saber mais sobre a rescisão indireta pode ler meu artigo:</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/rescisao-indireta-do-contrato-de-trabalho/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Rescisão indireta do contrato de trabalho: Entenda seus direitos de forma descomplicada</a></span></p>
<p>Vale lembrar que pedindo demissão o empregado recebe apenas os dias que trabalhou, férias proporcionais e o 13º proporcional.</p>
<h2>Como provar que faço mais de 2h extras por dia?</h2>
<p>A maneira mais fácil de comprovar o trabalho superior a 2h extras é por meio dos registros de ponto.</p>
<p>Se você tiver acesso aos espelhos de ponto, <strong>guarde todos os registros para conseguir comprovar as horas extras.</strong></p>
<p>Entretanto, sabemos que em muitos casos o empregado não bate ponto, ou pior, o empregado registra o horário de saída e continua trabalhando.</p>
<p>Infelizmente essa é uma situação muito comum e <strong>para comprovar o excesso de horas extras o empregado poderá tirar foto ou filmar o horário que chega e sai da empresa.</strong></p>
<p>O funcionário ainda pode comprovar as horas extras através de testemunhas, informando ao juiz qual era a jornada do empregado.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Nesse artigo, vimos que o limite máximo de horas extras que um funcionário pode fazer por dia é de 2h.</p>
<p><strong>Caso o empregado ultrapasse esse limite o banco de horas pode ser anulado e a empresa condenada a pagar as horas extras devidas.</strong></p>
<p>Além disso, será possível requerer a rescisão indireta do contrato de trabalho e receber os mesmos direitos de uma demissão sem justa causa.</p>
<p>Por isso, caso esteja nessa situação, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">converse com um advogado trabalhista</a></span> para entender melhor seus direitos e o que pode fazer para resolver esse problema.</p>
<p><strong>Lembre-se que o excesso de horas extras, aumenta o risco de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.</strong></p>
<p>Até a próxima!</p>


<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="239" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" class="wp-image-9731" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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		<title>Banco de horas e horas extras: 5 erros graves das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 10:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de horas]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem dúvida, o banco de horas é uma das melhores estratégias para evitar o pagamento de horas extras e reduzir significativamente os custos operacionais. E o melhor: tudo dentro da lei. Mas, ter um banco de horas anulado na Justiça do Trabalho é uma das piores dores de cabeça para qualquer empregador. Imaginar o impacto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11454 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1.jpg" alt="Banco de horas e horas extras" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1-300x123.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1-1024x421.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Banco-de-horas-e-horas-extras-1-768x316.jpg 768w" sizes="(max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></h2>
<p>Sem dúvida, o banco de horas é uma das melhores estratégias para evitar o pagamento de horas extras e reduzir significativamente os custos operacionais. E o melhor: tudo dentro da lei.</p>
<p>Mas, ter um banco de horas anulado na Justiça do Trabalho é uma das piores dores de cabeça para qualquer empregador.</p>
<p>Imaginar o impacto de <strong>ter que pagar todas aquelas horas extras acumuladas, com juros e correção, pode ser um golpe pesado nas finanças da empresa.</strong></p>
<p>Por isso, neste artigo, quero destacar os 5 erros graves que as empresas cometem e que levam à anulação do banco de horas.</p>
<h2>1º Erro: Deixar o funcionário fazer mais de 2h extras por dia</h2>
<p>Esse é, sem dúvida, um dos erros mais comuns e graves quando falamos de banco de horas.</p>
<p>A CLT, no art. 59, §2º, deixa bem claro que a jornada de trabalho não pode passar de 10 horas diárias, ou seja, 8 horas normais mais 2 horas extras, no máximo.</p>
<p>Porém, <strong>eu vejo com frequência, ao analisar os espelhos de ponto das empresas, que os empregados ultrapassam esse limite.</strong></p>
<p>Isso acontece muito em dias de inaugurações, eventos especiais, força-tarefas, auditorias ou por qualquer outro motivo.</p>
<p>Quando isso acontece e a jornada fica registrada, fica muito fácil para o empregado provar esse excesso na Justiça.</p>
<p><strong>Ele só precisa apontar essas violações nos espelhos de ponto.</strong></p>
<p>Agora, se a empresa já deixou claro que o limite de 2 horas extras não pode ser ultrapassado e o funcionário insiste em descumprir, o caminho é aplicar a punição cabível.</p>
<h2>2º Erro: Fraudar os registros de ponto</h2>
<p>Esse erro está diretamente ligado ao primeiro, ou acontece sempre que a empresa tenta <strong>&#8220;ajustar&#8221; os excessos no banco de horas</strong>.</p>
<p>Infelizmente, é bem comum a empresa chegar no fim do mês ou do período de compensação e perceber que o funcionário passou do limite.</p>
<p>E o que muitos fazem? <strong>Abrem os registros de ponto e alteram</strong> para que a jornada fique dentro do permitido.</p>
<p>Mas essa prática vai <strong>totalmente contra as regras trabalhistas</strong> e é muito fácil de ser descoberta.</p>
<p>Se o funcionário tiver prints ou guardou os comprovantes de seus registros, a empresa vai enfrentar um <strong>problemão na Justiça e com o Ministério do Trabalho</strong>.</p>
<p>Além disso, se os horários registrados não baterem com a realidade do funcionário, as <strong>testemunhas podem comprovar uma jornada diferente</strong> no processo, e o juiz pode <strong>anular o banco de horas</strong>.</p>
<h2>3º Erro: Não consultar a Convenção Coletiva da categoria</h2>
<p>Não basta simplesmente avisar ao empregado sobre a existência do banco de horas e obrigá-lo a cumprir uma jornada específica.</p>
<p>É fundamental que o banco de horas esteja <strong>em conformidade com as regras da convenção coletiva</strong> ou acordo coletivo de trabalho.</p>
<p>Digo isso porque <strong>cada convenção pode ter regras específicas sobre como e quando a compensação deve ocorrer.</strong></p>
<p>Por exemplo, pode ser que a convenção determine que a compensação seja feita a cada 4 meses, ou que as horas excedentes não ultrapassem o limite de jornada semanal.</p>
<p>São muitas as particularidades, e <strong>cada sindicato tem suas próprias regras</strong>.</p>
<p>Mais uma vez, não é difícil comprovar as irregularidades: <strong>basta comparar as regras da Convenção com os espelhos de ponto do empregado.</strong></p>
<p>E acredite, já vi muitos juízes anularem o banco de horas exatamente por esse motivo.</p>
<h2>4º Erro: não deixar o empregado consultar o saldo de horas</h2>
<p>Esse é um erro que, felizmente, é <strong>facilmente corrigível</strong>.</p>
<p>Eu sei que o RH fica sobrecarregado com perguntas sobre as horas extras e o saldo a ser compensado.</p>
<p>E é muito comum ouvir dos colaboradores: <strong>&#8220;nessa empresa só faço hora, nunca consigo tirar folga&#8221;</strong>.</p>
<p>Mas é bem pior para a empresa se o juiz <strong>anular o banco de horas</strong> pelo simples fato de o funcionário não poder <strong>consultar suas horas extras.</strong></p>
<p>Vale lembrar que, com o avanço da tecnologia, <strong>muitos sistemas de controle de jornada</strong> já permitem que o empregado tenha <strong>total controle</strong> sobre as horas trabalhadas e o seu banco de horas.</p>
<h2>5º Erro: não formalizar com o empregado o banco de horas</h2>
<p>O último erro, e um dos mais graves, é <strong>não formalizar o banco de horas</strong> com o empregado.</p>
<p>É fundamental que a empresa <strong>estabeleça as regras</strong> de forma clara com o colaborador, garantindo que todos saibam exatamente o que podem ou não fazer durante o período de compensação.</p>
<p>Quanto menos formalidade e clareza nas obrigações, <strong>maiores são as chances de ocorrerem ruídos na comunicação entre a empresa e seus funcionários.</strong></p>
<p>Além disso, a reforma trabalhista permite o ajuste individual do banco de horas, desde que a compensação ocorra em até seis meses. Acima desse período somente com norma coletiva.</p>
<p>E muitas empresas erram ao ultrapassar esse período sem observar as regras do sindicato e acabam enfrentando as consequências na Justiça.</p>
<h2>Quais as consequências da nulidade do banco de horas?</h2>
<p>Não, <strong>não vale a pena cometer os erros</strong> que mencionei acima e arriscar ter o banco de horas anulado na Justiça.</p>
<p>Sabe toda aquela <strong>economia de horas extras</strong> que sua empresa fez ao longo dos anos? Pois é, com a <strong>nulidade do banco de horas</strong>, <strong>essa economia vai toda por água abaixo</strong>.</p>
<p>E o pior: com juros, correção monetária, reflexo em diversas verbas trabalhistas, e ainda com repercussão no INSS.</p>
<p>Ou seja, <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/e-se-a-empresa-nao-pagar-as-dividas-trabalhistas/" target="_blank" rel="noopener">o prejuízo para a empresa é gigantesco</a></span>.</p>
<p>Além disso, como esses erros provavelmente ocorreram com <strong>outros funcionários</strong>, basta <strong>um ganhar na Justiça</strong> para que os outros comecem a ingressar com ações trabalhistas também.</p>
<p>Ademais, <strong>comprovar erros no banco de horas</strong> nem sempre precisa de testemunhas.</p>
<p>Os próprios <strong>espelhos de ponto revelam os equívocos</strong>, o que torna muito mais fácil anular o sistema no Judiciário.</p>
<p>Por isso, tenha <strong>muito cuidado com o seu sistema</strong>, porque assim como ele pode <strong>ajudar a economizar</strong>, um simples erro pode trazer <strong>prejuízos inenarráveis</strong>.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo, citei os <strong>5 erros mais graves</strong> quando o assunto é banco de horas e horas extras.</p>
<p>No entanto, outros equívocos também podem levar à <strong>anulação do banco de horas</strong>, como permitir o trabalho em dias destinados ao descanso.</p>
<p>Por isso, a melhor forma de evitar erros é <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-empresarial/" target="_blank" rel="noopener">conversando com um advogado trabalhista</a></span> para que ele possa fazer uma análise da sua empresa.</p>
<p>Como já disse e reforço,<strong> um excelente sistema, se mal aplicado, pode trazer grandes dores de cabeça para o empregador.</strong></p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho, pode?</title>
		<link>https://alexandrebastosadvocacia.com.br/chefe-mandar-mensagem-fora-do-horario-de-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 19:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que pode acontecer se o chefe mandar mensagens fora do horário de trabalho? Será que o empregado tem algum direito trabalhista a receber? E será que a empresa pode ser punida por causa disso? Neste artigo, vou te ajudar a entender, da forma mais simples possível, o que a Justiça tem decidido [&#8230;]</p>
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<p>Você sabe o que pode acontecer se o chefe mandar mensagens fora do horário de trabalho?</p>
<p>Será que o empregado tem algum direito trabalhista a receber? E será que a empresa pode ser punida por causa disso?</p>
<p>Neste artigo, vou te ajudar a entender, da forma mais simples possível, <strong>o que a Justiça tem decidido sobre o envio de mensagens fora do horário de trabalho.</strong></p>
<p>Se preferir, pode clicar em algum tema do índice para ir direto ao assunto que te interessa.</p>
<h2>O direito do empregado à desconexão</h2>
<p>O mundo da tecnologia tem evoluído a passos largos, e isso é inegável.</p>
<p>Quando falamos de tecnologia voltada para comunicação, é impressionante o quanto as coisas mudaram nos últimos anos, não é verdade?</p>
<p>Embora facilite a comunicação entre as empresas e seus colaboradores, aumentando a produtividade nos negócios, <strong>novos problemas surgiram, e as empresas precisam lidar com esses desafios.</strong></p>
<p>A necessidade de ficar preso ao celular após o expediente virou uma forma de controlar os empregados mesmo depois de terminada a jornada de trabalho.</p>
<p>No entanto, essa situação tem gerado problemas na Justiça do Trabalho, <strong>resultando, inclusive, no pagamento de indenizações por danos morais.</strong></p>
<p>E isso não é apenas uma questão no Brasil; é um problema comum no mundo todo.</p>
<p>Por isso, <strong>tem se tornado cada vez mais relevante discutir o direito à desconexão do empregado, porque é essencial respeitar o período de descanso e lazer do trabalhador.</strong></p>
<p>Infelizmente, <strong>doenças ocupacionais de ordem psicológica têm se tornado cada vez mais comuns no ambiente de trabalho</strong> devido ao excesso de atividades, e o celular tem uma grande parcela de culpa nisso.</p>
<p>Por essa razão, a Justiça do Trabalho tem sido cada vez mais rigorosa quanto ao uso do celular fora do expediente.</p>
<h2>O que a legislação diz sobre o chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho</h2>
<p>Se você buscar nas leis trabalhistas, não vai encontrar nenhuma regra específica sobre enviar mensagens fora do horário de trabalho.</p>
<p>Pelo menos, não de forma tão detalhada.</p>
<p>O que você vai encontrar são regras que servem como base para que os juízes possam decidir sobre o assunto.</p>
<p>Por exemplo, uma das normas mais utilizadas da CLT é o artigo 4º:</p>
<blockquote>
<p align="justify">Art. 4º &#8211; Considera-se como de serviço efetivo o período em que o empregado esteja à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, salvo disposição especial expressamente consignada.</p>
</blockquote>
<p>Em outras palavras, para a CLT, <strong>o funcionário está trabalhando sempre que estiver à disposição do empregador, seja aguardando ou executando ordens</strong>.</p>
<p>Na prática, se um funcionário está fora do seu horário de trabalho comum, mas continua aguardando ou recebendo ordens por aplicativo de mensagens, ele estará em serviço efetivo.</p>
<p>E quem está em serviço deve ser remunerado por isso, certo?</p>
<h3 align="justify">Decisão da Justiça condenando empresa a pagar horas extras para empregado</h3>
<p>Vimos agora que o fato do funcionário estar recebendo mensagens fora da horário de trabalho pode configurar como tempo a disposição do empregador.</p>
<p><strong>Principalmente se ele conseguir comprovar que precisava executar as atividades relacionadas ao conteúdo da mensagem.</strong></p>
<p>Veja essa decisão do Tribunal de Santa Catarina:</p>
<blockquote>
<p><strong>HORAS EXTRAS. TRABALHO REPASSADO EM APLICATIVO DE MENSAGENS INSTANTÂNEAS FORA DO HORÁRIO DO EXPEDIENTE. PREJUÍZO AO LAZER E AO DESCANSO. RECONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DE LABOR EXTRAORDINÁRIO. OFENSA DO DIREITO À DESCONEXÃO</strong>. Comprovando o trabalhador que eram repassadas pelo empregador, em aplicativo de mensagens instantâneas, informações relacionadas ao trabalho, bem assim que era obrigatório acessar, ter conhecimento e responder estas informações mesmo após o término do expediente, sob pena de aplicação de advertência verbal, <strong>considera-se que o trabalhador estava à disposição do empregador, devendo este responder pelo pagamento das horas extras correspondentes</strong>. A tecnologia tem que ser usada com moderação e não pode significar exigir do trabalhador que fique conectado durante o dia todo à empresa, prejudicando, assim, o seu descanso e lazer. O direito à desconexão constitui importante direito fundamental e a sua vulneração deve importar no reconhecimento de que o trabalhador estava prestando serviços fora do horário do expediente, cabendo à empresa o pagamento das horas extras correspondentes.</p>
<p>(TRT-12 &#8211; ROT: 00007654620195120001, Relator: MARIA BEATRIZ VIEIRA DA SILVA GUBERT, 4ª Câmara, Data de Publicação: 20/02/2022)</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11188 size-large" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-1024x238.png" alt="" width="1024" height="238" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-1024x238.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-300x70.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07-768x178.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-04-as-16.33.07.png 1375w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p> </p>
<h3>Decisão condenando a empresa a pagar danos morais ao empregado</h3>
<p>Outro problema em relação às mensagens fora do horário de trabalho é o pagamento de danos morais.</p>
<p>Com o uso dos smartphones, a forma como as empresas se comunicam com seus funcionários mudou radicalmente.</p>
<p>Agora, mesmo que o expediente termine no horário combinado, é comum que os empregadores cobrem atividades por aplicativos como WhatsApp, Slack, Teams, entre outros.</p>
<p>No entanto, <strong>esse tipo de atitude viola o direito à desconexão do funcionário, gerando o dever de indenizar.</strong></p>
<p>Veja essa decisão do Tribunal Trabalhista de Minas Gerais sobre o tema:</p>
<blockquote>
<p><strong>DANO MORAL. DIREITO À DESCONEXÃO. GARANTIAS CONSTITUCIONAIS À SAÚDE E AO LAZER. BENS JURÍDICOS TUTELADOS INERENTES AO EMPREGADO. ART. 223-C DA CLT.</strong> Nos termos do art. 223-B da CLT, o dano extrapatrimonial se configura quando há ofensa de ordem moral ou existencial à pessoa física ou jurídica, decorrente de ação ou omissão, sendo que a saúde e o lazer se encontram elencados no rol dos bens juridicamente tutelados inerentes ao empregado (art. 223-C, CLT). Nesse aspecto, <strong>o direito à desconexão do trabalho se insere no âmbito das garantias fundamentais à saúde e ao lazer</strong> (art. 6º, caput, e art. 7º, IV, da Constituição da Republica), consectárias do Princípio da Dignidade da Pessoa Humana (art. 1º, III, CR), pelas quais o labor não pode ser um fim em si mesmo, mas sim o meio para o trabalhador promover sua subsistência e satisfazer suas necessidades e anseios pessoais, sem prejuízo ao repouso e ao convívio familiar e social. Violado o direito do empregado de se desconectar do trabalho, privando-lhe do devido descanso e do lazer, é cabível a reparação civil, consoante artigos 186 e 927 do Código Civil.</p>
<p>(TRT-3 &#8211; ROT: 00102857920215030043 MG 0010285-79.2021.5.03.0043, Relator: Mauro Cesar Silva, Data de Julgamento: 01/07/2022, Decima Turma, Data de Publicação: 04/07/2022.)</p>
</blockquote>
<p>Por isso, é muito importante ter cuidado, <strong>pois o chefe mandar mensagem foram do horário de trabalho pode trazer prejuízos para a empresa.</strong></p>
<h2>Quando o chefe pode mandar mensagem fora do horário de trabalho?</h2>
<p>Ao analisarmos as decisões judiciais que não condenam as empresas ao pagamento de horas extras ou danos morais, percebemos alguns pontos em comum.</p>
<p>Basicamente, <strong>as mensagens devem servir apenas como um mural de avisos</strong>, especialmente em grupos de setor, equipe, departamento, entre outros.</p>
<p>Por isso, o risco de mandar mensagem particular para o funcionário fora do expediente é muito alto.</p>
<p>Ademais, para uma melhor organização da empresa, é possível enviar as atividades da semana, do dia seguinte, escalas de trabalho ou outros avisos importantes.</p>
<p>No entanto, <strong>é essencial não exigir que os empregados interajam de qualquer forma em relação às mensagens publicadas.</strong></p>
<p>Especialmente ao obrigá-los a responder.</p>
<p>Outro ponto importante <strong>é estabelecer regras claras sobre o uso dos aplicativos de comunicação da empresa pelos funcionários, tanto dentro quanto fora da jornada de trabalho.</strong></p>
<p>Essas regras devem incluir as possíveis punições em caso de descumprimento.</p>
<p>Um <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/regulamento-interno-para-empresa/" target="_blank" rel="noopener">regulamento interno</a></span> para a empresa pode trazer inúmeros benefícios nesses casos.</p>
<p>Vale lembrar que, para alguns tribunais, o envio de mensagens entre os próprios empregados nos grupos da empresa, sem qualquer relação com as atividades profissionais e de cunho particular, não configura tempo à disposição do empregador.</p>
<p>De qualquer forma, <strong>para evitar qualquer risco de condenação, é fundamental que as mensagens sejam enviadas apenas durante o horário de expediente.</strong></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Neste artigo, eu te mostrei como a Justiça do Trabalho penaliza as empresas que não respeitam o direito à desconexão dos empregados.</p>
<p>Assim, se o chefe mandar mensagem fora do horário de trabalho, a empresa pode ser condenada ao pagamento de horas extras e danos morais, trazendo prejuízos para o negócio.</p>
<p>Portanto, <strong>é essencial estar atento às leis trabalhistas para evitar excessos e proteger a empresa de possíveis condenações.</strong></p>
<p>Não deixe de falar com um <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/advogado-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">advogado trabalhista</a></span> para trazer mais conforto e segurança nas suas decisões.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9731 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg" alt="Advogado trabalhista em salvador" width="1500" height="350" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2.jpg 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-300x70.jpg 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-1024x239.jpg 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Banner-artigos-2-768x179.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>


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		<title>Gerente tem direito a hora extra?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[cargo de confiança]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo gerente tem direito a hora extra quando não ocupa cargo de confiança dentro da empresa. Acontece que nem todos sabem disso. Dessa forma, quando o empregado recebe uma promoção já dizem para ele que não precisa mais bater ponto. É ou não é verdade? Sendo assim, ele não tem hora para entrar e nem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8487 size-full" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gerente-tem-direito-a-hora-extra.png" alt="gerente tem direito a hora extra" width="1500" height="617" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gerente-tem-direito-a-hora-extra.png 1500w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gerente-tem-direito-a-hora-extra-300x123.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gerente-tem-direito-a-hora-extra-1024x421.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/09/gerente-tem-direito-a-hora-extra-768x316.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1500px) 100vw, 1500px" /></p>
<p>Todo gerente tem direito a hora extra quando não ocupa cargo de confiança dentro da empresa.</p>
<p>Acontece que <strong>nem todos sabem disso</strong>.</p>
<p>Dessa forma, quando o empregado recebe uma promoção já dizem para ele que não precisa mais bater ponto.</p>
<p>É ou não é verdade?</p>
<p>Sendo assim, ele não tem hora para entrar e nem para sair, e as vezes nem consegue fazer uma pausa para almoço.</p>
<p>Só que <strong>sem ocupar verdadeiro cargo de confiança a empresa corre sérios riscos de pagar essa conta com um processo trabalhista</strong>.</p>
<p>E para que você entenda melhor sobre o assunto e o que fazer quando isso ocorrer eu resolvi escrever esse artigo.</p>
<h2>Quando o gerente tem direito a hora extra?</h2>
<p>Antes de mais nada, vale lembrar que a regra geral é que todo funcionário terá direito a um <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-jornada-de-trabalho-do-empregado/" target="_blank" rel="noopener">limite de jornada</a></span>.</p>
<p>Nesse sentido, tanto a CLT quanto a nossa Constituição já determinou que esse período seria de <strong>8h diárias ou 44h semanais</strong>.</p>
<p>E o objetivo é bem óbvio, impedir que o empregado praticamente more no trabalho.</p>
<p>Situação que infelizmente ainda é muito comum em algumas empresas.</p>
<p>Portanto, para coibir situações como essa, a lei trabalhista impõe um <strong>pagamento superior</strong> para as horas que ultrapassem esse limite.</p>
<p>E esse pagamento deve ser de <strong>pelo menos 50% superior em relação a hora normal de trabalho</strong>.</p>
<p>Contudo, algumas <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/convencao-coletiva-de-trabalho-porque-desconsidera-la-e-um-erro-grave/" target="_blank" rel="noopener">convenções coletivas de trabalho</a></span> definem um percentual um pouco maior e a empresa precisa ficar atenta quanto a isso.</p>
<p>Ademais, também é permitido que essas horas sejam compensadas no futuro.</p>
<p>Mas, <strong>é fundamental que o empregador saiba gerir essas horas</strong>, pois nunca houve antes na história um período com tantos empregados sofrendo com a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-sindrome-de-burnout-e-os-direitos-trabalhistas/" target="_blank" rel="noopener">síndrome de burnout</a></span>.</p>
<p>Entretanto, a CLT abriu algumas exceções para que em determinadas situações o empregado não tenha controle de horário.</p>
<p>Lembre-se, <span style="text-decoration: underline;"><strong>são exceções ok</strong></span>? Logo, é preciso muita cautela antes de tirar o controle de ponto.</p>
<p>Assim, quando falamos de gerente, é necessário que ele se enquadre na exceção de cargo de confiança.</p>
<p>E é sobre isso que falarei agora.</p>
<h3>Gerente e a exceção do cargo de confiança para horas extras</h3>
<p>Toda empresa ao promover um funcionário ao cargo de gerente já corta logo as horas extras e o controle de ponto.</p>
<p>Muitas vezes o responsável pela promoção nem sabe o motivo, mas faz isso por ser praticamente um senso comum.</p>
<p>Só que aí o gerente é demitido e veja só, <strong>ele ingressa com uma ação trabalhista requerendo horas extras</strong> questionando o seu cargo de confiança.</p>
<p>E quando a empresa é condenada a pagar lá seus 50 mil, 100 mil ou mais, só de horas extras, não entende o motivo.</p>
<p>Ocorre que, <strong>não é o simples fato do empregado ser gerente que retira automaticamente o seu recebimento a horas extras</strong>.</p>
<p>Conforme art. 62 da CLT, <strong>é necessário que o gerente ocupe verdadeiro cargo de gestão</strong> dentro do estabelecimento para não ter direito a hora extra.</p>
<p>Além disso, a empresa ainda deverá pagar o salário acrescido de 40%, em razão do cargo exercido.</p>
<h3>Mas o que é exercer cargo de confiança ou cargo de gestão?</h3>
<p>A CLT foi bem genérica em relação ao assunto.</p>
<p>Dessa forma, como todo mundo tem a sua própria opinião do que é cargo de confiança, foi necessário o julgamento de diversos processos para que os Tribunais amadurecessem o tema.</p>
<p>Por isso, é muito importante que as empresas possuam uma <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/assessoria-juridica-trabalhista-para-pequenas-empresas/" target="_blank" rel="noopener">assessoria jurídica trabalhista</a></span> para aplicar na prática o entendimento dos Tribunais e <strong>evitar surpresas</strong>.</p>
<p>Então, ao promover um empregado para o cargo de gerente com poderes de gestão é importante ressaltar que o objetivo deve ser <strong>encontrar nesse colaborador a figura do próprio patrão</strong>.</p>
<p>Como o empregador não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo para tocar o seu negócio ele nomeia <strong>alguém capaz de representar as suas ideias</strong>.</p>
<p>Logo, são indícios de cargo de confiança, o gerente que:</p>
<ul>
<li>Contrata empregados;</li>
<li>Demite empregados;</li>
<li>Participa de reuniões com fornecedores;</li>
<li>Elabora estratégias de crescimento;</li>
<li>Contrata serviços bancários;</li>
<li>Possui subordinados;</li>
<li>Aplica punições aos subordinados;</li>
<li>Possui autonomia nas decisões;</li>
<li>É preposto em audiências;</li>
<li>Lida diretamente com autoridades administrativas;</li>
<li>Contrata advogados; e</li>
<li>Fiscaliza as atividades dos demais empregados</li>
</ul>
<p>Você percebe que todas as tarefas que acabei de citar podem ser tomadas pelo empregador?</p>
<p>É importante ressaltar que isso não quer dizer que o gerente tem plena autonomia para fazer o que bem entender na empresa.</p>
<p>O dono do negócio, por assumir os riscos do seu empreendimento, tem a capacidade de estabelecer normas gerais que servem como <strong>orientação</strong> para seus gerentes.</p>
<h3>As decisões do gerente são frequentemente questionadas, anuladas ou revisadas?</h3>
<p>Um gerente que exerce cargo de confiança não pode ter as suas <strong>ações constantemente revisadas</strong>, sob pena de condenações judiciais no futuro.</p>
<p>Pois, como a sua principal função é representar o empregador, o próprio ato de questionar suas decisões são indícios de que existe algum problema nessa gestão.</p>
<p>Igualmente, um gerente que tem a jornada controlada pelo estabelecimento merece ser questionado.</p>
<p>Saber que horas chega, que horas sai, para onde foi, <strong>pode colocar em xeque a sua autoridade</strong>.</p>
<p>Nem sempre o gerente com cargo de confiança vai poder estar no estabelecimento, tendo em vista que seu próprio cargo exige atividades burocráticas.</p>
<p>Então, é necessário ter<strong> cuidado</strong> antes de estabelecer determinadas regras.</p>
<h2>E se o gerente tem direito a hora extra, mas a empresa não paga?</h2>
<p>É comum esse tipo de situação quando a empresa não possui um suporte de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/consultoria-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">consultoria jurídica trabalhista com um advogado</a></span>.</p>
<p>Como <strong>as leis trabalhistas são complexas</strong> e de difícil compreensão, erros acabam sendo cometidos.</p>
<p>Logo, pode acontecer da empresa nem saber direito como funciona essa questão do cargo de confiança.</p>
<p>E mesmo quando o gerente tem direito a hora extra a empresa não paga por desconhecer essa informação.</p>
<p>Se o erro for descoberto com antecedência, ótimo, pois será possível corrigir.</p>
<p>Mas se o problema não for descoberto a tempo, é provável ter que <strong>enfrentar algumas ações trabalhistas no futuro</strong>.</p>
<p>Então diante dessas informações o que fazer?</p>
<h3>Uma conversa amigável é sempre a melhor solução</h3>
<p>Minha primeira recomendação é chamar a empresa ou o colaborador para conversar. Vale a pena e pode poupar dor de cabeça lá na frente.</p>
<p>Se a empresa possui um <strong>departamento jurídico</strong> essa é uma boa hora para consultá-los.</p>
<p>Exponha tudo o que está acontecendo, quais são suas atividades na empresa e se as atribuições são enquadradas como de confiança ou não.</p>
<p>Caso não exista um departamento interno, o empregador pode <strong>contratar um advogado externo</strong> para sanar essas dúvidas.</p>
<p><strong>Ter essa conversa agora é melhor do que na mesa de audiência na Justiça do Trabalho.</strong></p>
<p>Com base na resposta encontrada a empresa precisa tomar uma solução adequada para o problema.</p>
<p>E se o empregado não concordar com o que foi respondido, nada impede que ele procure um advogado particular para saber se seus direitos trabalhistas estão sendo violados.</p>
<h3>Procure um bom advogado trabalhista para seu caso</h3>
<p>Nem sempre você vai concordar com o que a empresa falou e tudo bem.</p>
<p>Por outro lado, o que não pode é continuar com a sensação de dúvida e injustiça na cabeça.</p>
<p>Dessa forma, pesquise bastante sobre o assunto na internet (saiba filtrar bons conteúdos) e se perceber que <strong>não está recebendo os direitos trabalhistas</strong> devidos procure um advogado trabalhista.</p>
<p>Ele é o profissional indicado para cuidar do seu problema, pois como ele conhece as leis, saberá informar se realmente houve uma violação.</p>
<p>E principalmente te orientar como proceder a partir desse momento.</p>
<p>Ser orientado em situações como essa são o diferencial para o sucesso em um processo trabalhista.</p>
<h2>Quais as consequências quando o gerente tem direito a hora extra e a empresa não paga?</h2>
<p>Quando a empresa não conta com um advogado trabalhista para prestar suporte de forma preventiva ela está expondo o negócio a riscos desnecessários.</p>
<p>É muito difícil ter que lidar com a complexidade das relações de trabalho de forma autodidata.</p>
<p>Além das diversas leis existentes, temos ainda as normas das autoridades administrativas e as convenções coletivas dos sindicatos.</p>
<p>Então, quando existe uma falha no cumprimento de alguma dessas regras é motivo suficiente para gerar um estrago muito grande na empresa.</p>
<p>Logo, se o estabelecimento possui um gerente que não exerce cargo de confiança, mas que também não recebe horas extras ela se expõe a dois principais riscos:</p>
<h3>Fiscalização dos órgãos administrativos</h3>
<p>Se o gerente perceber que seus direitos estão sendo violados ele pode fazer uma denúncia em alguma delegacia do trabalho da região.</p>
<p>Essa denúncia vai resultar em uma visita para averiguar se informações fazem sentido.</p>
<p>Se a resposta for positiva o empregador vai precisar se adequar as regras ou arcar com punições mais severas.</p>
<p>Além do pagamento de multas e etc.</p>
<h3>Ações trabalhistas</h3>
<p>Um gerente bem informado dos seus direitos vai procurar um advogado assim que for demitido da empresa.</p>
<p>E não tenha dúvidas de que <strong>ele vai entrar com uma ação trabalhista quando descobrir que tem direitos a receber</strong>.</p>
<p>Principalmente quando falamos de cargo de confiança e horas extras, pois são casos que tornam os processos com <strong>chances de conseguir valores muito altos</strong>.</p>
<p>Fora o fato de que, com tantas ferramentas tecnológicas tem se tornado cada vez mais simples produzir provas favoráveis nos processos.</p>
<p>Por exemplo, emails, áudios ou vídeos, que frequentemente revisam ou anulam as decisões do gerente podem <strong>convencer um juiz sobre a falta de poderes de gestão</strong>.</p>
<p>Além de testemunhas, é claro.</p>
<h2>Além de hora extra, o gerente tem direito a outras verbas?</h2>
<p>É importante lembrar que mesmo que possua cargo de confiança e seja o representante do empregador na empresa o gerente possui direitos trabalhistas e precisam ser respeitados.</p>
<p>Dessa forma, caso exerça verdadeiro cargo de confiança ele não tem direito a hora extra, intervalo fixo para descanso, adicional noturno e demais relacionados a jornada.</p>
<p>Além disso, a empresa pode transferir esse funcionário para outro local de trabalho sem a sua aprovação.</p>
<p>Essa situação é diferente dos outros empregados quando é necessário que esteja previsto no contrato.</p>
<p>Agora, mesmo que ocupe cargo de confiança, <strong>o gerente continua com seu direito a ter pelo menos uma folga por semana</strong>. E o mesmo se aplica para os feriados, ok?</p>
<p>Vale lembrar que estou citando alguns direitos que geralmente possuem dúvidas por conta do cargo e da função de confiança.</p>
<p>Isso que dizer que <strong>ainda que seja gerente e seja um cargo de gestão na empresa, os seus direitos constitucionais estão garantidos</strong>, como FGTS, férias e 13º.</p>
<p>Então, se a empresa não garantir esses direitos ou qualquer outra verba trabalhista o gerente pode muito bem buscar a Justiça do Trabalho.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Designar empregados para exercerem cargos de gerência é um pouco mais complexo do que parece.</p>
<p>Além de questões relacionadas ao próprio desenvolvimento pessoal, pois nem sempre o melhor vendedor será um bom gerente de vendas, <strong>é preciso analisar os impactos jurídicos dessa mudança</strong>.</p>
<p>Querer delegar um funcionário ao cargo de gerente para economizar nos custos da empresa principalmente com horas extras não será das melhores estratégias.</p>
<p>Se o empregador <strong>não confiar realmente no seu gerente</strong> a ponto de reiterar suas decisões e ficar revisando tudo o que ele decidir é uma porta para reclamações trabalhistas.</p>
<p>Contar com um profissional jurídico pode ser a solução para elaborar estratégias que vão reduzir os riscos e consequentemente trazer mais segurança para o negócio.</p>
<p>Afinal, <strong>o advogado saberá qual tipo de cobrança pode ser feita a esse gerente ou não</strong>.</p>
<p>Até a próxima!</p>


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		<title>Jornada 12&#215;36: respondendo as principais dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregado]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
		<category><![CDATA[Intervalo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução a jornada 12&#215;36 A jornada 12&#215;36 ainda é motivo de muitos debates no ambiente jurídico. Principalmente em razão dos impactos no empregado por conta da jornada extensa. E até hoje ela é alvo de críticas. Isso porque, as leis trabalhistas limitam a jornada diária em 8 horas podendo ser estendido em até 2 horas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-7823" src="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Jornada-12x36-1-1024x421.png" alt="Jornada 12x36" width="1024" height="421" srcset="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Jornada-12x36-1-1024x421.png 1024w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Jornada-12x36-1-300x123.png 300w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Jornada-12x36-1-768x316.png 768w, https://alexandrebastosadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Jornada-12x36-1.png 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2>Introdução a jornada 12&#215;36</h2>
<p>A jornada 12&#215;36 ainda é motivo de muitos debates no ambiente jurídico.</p>
<p><strong>Principalmente em razão dos impactos no empregado por conta da jornada extensa</strong>.</p>
<p>E até hoje ela é alvo de críticas.</p>
<p>Isso porque, as leis trabalhistas limitam a jornada diária em 8 horas podendo ser estendido em até 2 horas.</p>
<p>Dessa forma, parece ilógico imaginar uma pessoa trabalhando por 12 horas seguidas.</p>
<p>Só que, a própria Constituição passou a prever a compensação de jornada.</p>
<p>Além disso, o Tribunal Superior do Trabalho também elaborou a Súmula 444.</p>
<p>O seu objetivo foi regulamentar esse tipo de jornada adequando-a aos princípios trabalhistas.</p>
<p>Entretanto, <strong>novas dúvidas surgiram com a reforma trabalhista e as mudanças na CLT.</strong></p>
<p>Portanto, o objetivo desse artigo é responder as principais dúvidas em relação a jornada 12&#215;36.</p>
<h2>Quem pode trabalhar nesse regime de jornada?</h2>
<p>Quando pensamos nessa escala 12&#215;36, sempre nos vem a mente as mesmas profissões:</p>
<p>Vigias, médicos, enfermeiros, seguranças e etc&#8230;</p>
<p>Ou seja, sempre atividades relacionadas a saúde e guarda.</p>
<p>Porém, isto é apenas uma impressão social.</p>
<p>A própria CLT não limita o uso dessa escala para algumas atividades.</p>
<p>No entanto, <strong>é fundamental observar a Convenção Coletiva da sua categoria.</strong></p>
<p>Como eu escrevi no artigo abaixo, é um erro não observar as regras definidas nesse documento:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/convencao-coletiva-de-trabalho-porque-desconsidera-la-e-um-erro-grave/" target="_blank" rel="noopener">Convenção Coletiva de Trabalho: porque desconsiderá-la é um erro grave</a></span></p>
<p>Via de regra, as normas previstas na CCT devem prevalecer sobre a legislação.</p>
<p>Por esse motivo, <strong>é possível que os sindicatos criem regras específicas visando vantagens para a categoria</strong>.</p>
<p>Como a CLT trata a jornada 12&#215;36 de forma bem genérica, cabe aos sindicatos estabelecer melhores condições, conforme a realidade destes.</p>
<p>Vale ressaltar que <strong>com a reforma trabalhista agora é possível implementar a jornada 12&#215;36 por meio de acordo individual</strong>.</p>
<p>Antes, isto só era possível caso existisse alguma lei permitindo ou por norma coletiva (acordos e convenções coletivas de trabalho).</p>
<p>Assim, caso a Convenção Coletiva seja omissa, a empresa não precisará do aval do sindicato para ajustar com seus empregados esse tipo de jornada.</p>
<h2>Como fica o intervalo na jornada 12&#215;36?</h2>
<p>Esse é um ponto onde reside muitas dúvidas e discussões.</p>
<p>Isto porque, a reforma trabalhista criou novas regras em relação ao intervalo para almoço nesse tipo de escala.</p>
<p><strong>Agora, conforme a CLT, é possível que o intervalo seja usufruído ou indenizado.</strong></p>
<p>Isso quer dizer que, se a empresa desejar, ela pode pagar por aquele descanso impedindo que o funcionário tire a folga para seu descanso.</p>
<p>Contudo, <strong>é muito importante que a empresa analise muito bem qual decisão será melhor para ela.</strong></p>
<p>Quanto maior for a jornada de um funcionário, maiores são as chances de cometer erros em razão do cansaço.</p>
<p>E provavelmente a empresa precise arcar com os prejuízos.</p>
<p>Eu explico melhor nesse artigo aqui:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/a-empresa-pode-descontar-os-danos-causados-pelo-empregado/" target="_blank" rel="noopener">A empresa pode descontar os danos causados pelo empregado?</a></span></p>
<p>Por isso, vale a pena analisar com muito cuidado a complexidade das atividades e determinar se a folga será indenizada ou não.</p>
<p>Além disso, <strong>com a jornada extensa, é mais fácil ocorrer acidentes em virtude do trabalho.</strong></p>
<p>E nesses casos a empresa deverá indenizá-lo, conforme eu expliquei no artigo seguinte:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/indenizacao-por-acidente-de-trabalho-a-empresa-deve-pagar/" target="_blank" rel="noopener">E a indenização por acidente de trabalho, cadê?</a></span></p>
<h2>Como fica o trabalho nos domingos e feriados?</h2>
<p>A escala de trabalho na jornada 12&#215;36 é simples.</p>
<p>Basicamente ela se resume em trabalhar dia &#8220;sim&#8221; e dia &#8220;não&#8221;.</p>
<p>Até aí tudo bem, mas e quando esse trabalho cai no domingo ou feriado?</p>
<p>Antes da reforma trabalhista prevalecia o entendimento da Súmula 444 do TST, aquela que eu citei lá no começo do texto.</p>
<p>Segundo a Súmula, a empresa deveria pagar em dobro o trabalho realizado nos feriados.</p>
<p>Lembrando que, <strong>como regra geral, o pagamento em dobro é devido quando os domingos e feriados não são compensados.</strong></p>
<p>Entretanto, <strong>a reforma trabalhista novamente alterou esse entendimento em relação a escala 12&#215;36.</strong></p>
<p>Agora, nos termos do art. 59-A da CLT, o pagamento mensal engloba as folgas semanais e dos feriados.</p>
<p>Em tempo, <strong>também será considerado compensado o trabalho nos feriados.</strong></p>
<p>Todavia, o sindicato pode estabelecer outras condições para a categoria.</p>
<p>Nesse sentido, alguns sindicatos determinam uma remuneração somente pelo fato existir trabalho nos domingos ou feriados.</p>
<p>Serve como uma espécie de &#8220;indenização&#8221; por trabalhar nesses dias.</p>
<p>Afinal, seriam momentos dedicados para o descanso e convívio familiar.</p>
<p>Então é importante ficar atento ao que o seu sindicato determina.</p>
<h2>É possível fazer horas extras na jornada 12&#215;36?</h2>
<p>A Constituição define que o tempo máximo de trabalho será de 8 horas.</p>
<p>No entanto, ela também a compensação de jornada.</p>
<p>E esse é um dos argumentos que tornam possível existir uma jornada com 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso.</p>
<p>Mas, será que é possível realizar horas?</p>
<p>Inicialmente, <strong>vale destacar que a jornada 12&#215;36, apesar de muito utilizada em determinadas atividades, é uma exceção.</strong></p>
<p>Desta forma, <strong>é fundamental que suas regras sejam cumpridas rigorosamente.</strong></p>
<p>Sobretudo pelos impactos negativos causados no empregado.</p>
<p>Seja de ordem física, psicológica ou social.</p>
<p>Com isso, de nada adianta pactuar essa forma de trabalho se as regras não vão ser observadas.</p>
<p>Não é atoa que existem inúmeras condenações no TST para empresas que não cumprem as regras.</p>
<p>Nesse casos <strong>é comum a condenação quando os empregados realizam horas extras de forma habitual.</strong></p>
<p><strong>Consequentemente a jornada fica descaracterizada e o funcionário passa a receber horas extras a partir da 8ª hora diária.</strong></p>
<p>O mesmo se aplica para jornadas muito extenuantes.</p>
<p>Nestes casos, a depender da situação, caiba até mesmo um <strong>dano moral existencial</strong>, como eu falei aqui:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/o-dano-existencial-e-o-excesso-de-horas-extras/" target="_blank" rel="noopener">O dano existencial e o excesso de horas extras.</a></span></p>
<p>No entanto, os Tribunais são mais maleáveis quando essas horas extras ocorrem de forma excepcional.</p>
<p>Dessa forma, entendo que não vale a pena para a empresas correr esse risco.</p>
<p>De qualquer forma, em caso de dúvidas, consulte sempre um advogado.</p>
<h2>Existe adicional noturno para quem trabalha 12&#215;36?</h2>
<p>Vale lembrar que <strong>o adicional noturno também é um direito trabalhista garantido na Constituição.</strong></p>
<p>O trabalho noturno deverá ser remunerado de forma superior a diurna.</p>
<p>Obviamente, essa compensação decorre dos efeitos negativos por trabalhar nesse período.</p>
<p>Isso implica dizer que <strong>quem trabalha nessa jornada de 12&#215;36 também terá direito ao adicional noturno.</strong></p>
<p>Importante destacar que o trabalho noturno é aquele entre as 22h e as 5h do dia seguinte.</p>
<p>No entanto, <strong>a reforma trabalhista trouxe algumas mudanças em relação ao trabalho noturno na jornada 12&#215;36.</strong></p>
<p>A primeira dela diz respeito a hora reduzida.</p>
<p>Conforme a CLT, a hora noturna será de 52 minutos e 30 segundos.</p>
<p>Isso acaba refletindo no tempo total de trabalho e no pagamento das horas extras ou compensação da jornada.</p>
<p>Contudo, <strong>com a reforma trabalhista, as prorrogações de trabalho noturno serão considerados compensados.</strong></p>
<p>Portanto, com base na CLT, o empregado não tem como usufruir dos benefícios da hora reduzida.</p>
<p>Além disso, o pagamento do adicional noturno também era devido após as 5h, caso o trabalho fosse realizado por todo o período da noite.</p>
<p>Esse entendimento parece estar ultrapassado com as novas regras da reforma trabalhista.</p>
<h2>Vale a pena para a empresa?</h2>
<p>Adotar a jornada 12&#215;36 pode trazer muitas vantagens para a empresa.</p>
<p>E <strong>a reforma trabalhista ampliou ainda mais os horizontes.</strong></p>
<p>Com a nova lei agora é possível implementar a jornada 12&#215;36 através de acordo individual.</p>
<p>Portanto, não é mais necessário, via de regra, o aval por meio de acordo ou convenção coletiva.</p>
<p>Isso gera uma <strong>liberdade e segurança</strong> muito maior para as empresas.</p>
<p>Mas é importante ficar atento.</p>
<p>Nada impede que o sindicato proíba a utilização da jornada 12&#215;36 em determinada categoria.</p>
<p>Além disso, por ser uma exceção, a Justiça do Trabalho é bem rigorosa quanto ao cumprimento das regras.</p>
<p><strong>Qualquer infração é mal vista e pode gerar condenações em ações trabalhistas.</strong></p>
<p>E nem queira imaginar o tamanho desse prejuízo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Chegamos ao fim de mais um artigo.</p>
<p>Como vimos ao longo do texto a jornada 12&#215;36 necessita de cuidados especiais para ser implementada.</p>
<p>Por esse motivo não deixe de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/consultoria-trabalhista-online/" target="_blank" rel="noopener">consultar um advogado trabalhista</a></span> sempre que surgir dúvidas.</p>
<p>Isso vai te poupar muita dor de cabeça.</p>
<p>Tanto para a empresa quanto para o empregado.</p>
<p>Até a próxima!</p>


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		<title>Como evitar ações trabalhistas em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empregador]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Acúmulo de função]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução 2021 começou e com ele a esperança de um ano melhor. Sabemos que a pandemia do COVID-19 está longe de acabar, contudo o mundo precisa se adaptar a essa nova realidade. Na verdade, adaptação foi a palavra que definiu 2020 para as empresas. Aquelas com um planejamento efetivo e uma rotina menos  burocrática alcançaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;"><strong>Introdução</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">2021 começou e com ele a esperança de um ano melhor.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Sabemos que a pandemia do COVID-19 está longe de acabar, contudo o mundo precisa se adaptar a essa nova realidade.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Na verdade, <strong>adaptação</strong> foi a palavra que definiu 2020 para as empresas.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Aquelas com um planejamento efetivo e uma rotina menos  burocrática alcançaram bons resultados.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Muitas expandiram o seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, outras também ficaram para trás, infelizmente.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Importante ressaltar que a <strong>tecnologia</strong> foi o grande pilar de sustento na maioria dos negócios.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Home-office, entregas delivery, reuniões pelo Google Meets, Zoom, foi a realidade de muitos empreendimentos.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, até encontrar um ponto ideal, algumas medidas foram tomadas diante da crise.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">E <strong>nem todas estavam de acordo</strong> com a legislação.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Assim, para evitar ações trabalhistas em 2021 preparei esse post para que você possa analisar, refletir e aplicar a sua realidade.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">E o principal objetivo é trazer mais segurança para o seu negócio.</span></p>
<h2><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;"><strong>Revisar as atitudes tomadas ANTES das medidas provisórias em 2020</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O início da pandemia precisou de atitudes emergenciais para que as empresas conseguissem operar.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Principalmente nos primeiros dois meses após as cidades decretarem quarentena.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Enquanto aguardavam uma posição do governo, observavam a queda abrupta do faturamento, estoques parados, ausência de clientes dentre tantas outras circunstâncias.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Desta forma, sem saber como <strong>honrar a folha de pagamento</strong>, muitas empresas simplesmente optaram por suspender o contrato de trabalho de seus funcionários.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Ocorre que esta atitude não é permitida por lei, em virtude dos prejuízos causados ao funcionário pelo não pagamento dos salários.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Outras optaram pela <strong>demissão de seus funcionários</strong>, ainda que sequer houvesse dinheiro em caixa para o correto pagamento da rescisão.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Sem uma reserva de emergência, estas empresas estiveram em apuros para honrar seus compromissos.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Isso quando conseguiram. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, aquelas com algum <strong>suporte jurídico</strong>, foram orientadas a adotar estratégias trabalhistas.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O homeoffice, rescisão por mútuo acordo, concessão de férias, dentre outras, foram algumas soluções apresentadas. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Tais medidas garantiram um fôlego extra até surgir as primeiras medidas provisórias do governo.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">No entanto, as providências anteriores, se não revisadas, podem trazer prejuízos para as empresas em caso de ações judiciais.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Neste sentido, as <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/auditoria-trabalhista-para-minha-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">auditorias trabalhistas</a></span> são fortes aliadas para descobrir os erros cometidos e corrigi-los da melhor forma possível.</span></p>
<h2><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;"><strong>Revisar as atitudes tomadas DURANTE a vigência das medidas provisórias</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Após um longo período de espera, o governo finalmente passou a publicar as primeiras medidas provisórias.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Dentre elas, a MP 927 desburocratizou muitas regras da CLT.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A dispensa de comunicação prévia para o sindicato no caso das férias coletivas foi uma delas.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar do esforço para diminuir os impactos da COVID-19 no âmbito trabalhista, <strong>o principal problema naquele período não foi solucionado</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">As empresas ainda precisavam lidar com a folha de pagamento de seus funcionários mesmo com a brusca redução de seu faturamento.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Com a criação da MP 936, convertida posteriormente na lei 14.020/20, parte do problema foi resolvido.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Ainda que os prejuízos continuassem <strong>devastadores</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A referida medida criou o benefício emergencial permitindo as empresas suspenderem ou reduzirem a jornada de trabalho de seus empregados.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Sem dúvidas a MP 936 foi <strong>um grande aliado</strong> nesse período.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Entretanto, é estritamente necessário o seu cumprimento de forma integral, pois burlar a medida pode trazer prejuízos imensuráveis para o negócio.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Isto porque, algumas empresas, sem o devido planejamento, simplesmente suspenderam ou reduziram a jornada de seus empregados sem uma prévia estratégia.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Isso resultou em funcionários trabalhando normalmente mesmo com seus contratos supostamente suspensos ou em jornada integral quando deveria ser reduzida.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Consequentemente, em caso de reclamação trabalhista <strong>os acordos firmados serão anulados pela justiça</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;"> Nestes casos, a empresa deverá pagar as diferenças de salário, além da devida correção monetária.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Para evitar ações trabalhistas em 2021 as empresas precisam revisar as estratégias utilizadas nesse período da pandemia.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O banco de horas está sendo respeitado?</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/beneficios-teletrabalho-home-office-para-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">teletrabalho/homeoffice</a></span> ocorreu de forma efetiva? Foi fornecido material de trabalho para a execução das atividades? Houve acordo nesse sentido?</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O funcionário usufruiu do período de férias concedido pela empresa? houve alguma interrupção?</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Foi utilizado acordo individual escrito ou convenção coletiva para validar as medidas da empresa?</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Essas são algumas perguntas que as empresas devem observar para evitar surpresas desnecessárias.</span></p>
<h2><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;"><strong>Planejar as estratégias APÓS a vigência das medidas provisórias</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O benefício emergencial encerrou em 31 de dezembro de 2020, juntamente com a maioria dos efeitos do estado de calamidade decretado pelo governo.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Contudo, é preciso estar atento.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Apesar do crescimento comercial em alguns ramos durante a pandemia, a realidade de muitas empresas é inversa.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Reestruturar o negócio vai ser essencial nesse período.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">E por isso, possuir <strong>uma boa estratégia será fundamental</strong> para minimizar os impactos do &#8220;novo normal&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">O principal problema a ser enfrentado será o retorno dos empregados com contratos suspensos ou que tiveram a sua jornada reduzida.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Estes <strong>possuem estabilidade</strong> pelo mesmo período do acordo firmado.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Ou seja, um colaborador que teve seu contrato suspenso por 5 meses, terá 5 meses de estabilidade, sob pena de pagamento indenizatório deste período.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Mas, se o faturamento não é o mesmo do período anterior a pandemia, o que fazer?</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Como a conta não vai fechar e muitas empresas vão precisar demitir, a solução será <strong>negociar com os sindicados</strong> buscando a melhor alternativa para cada caso.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Vale destacar ainda que grande parte das empresas vão retornar as suas atividades com o quadro de funcionários reduzido.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Sugiro então que as empresas não comentam três erros:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/o-dano-existencial-e-o-excesso-de-horas-extras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Excessos de horas extras</a></span>;</span></li>
<li><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Desvio de função;</span></li>
<li><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://alexandrebastosadvocacia.com.br/acumulo-de-funcao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Acúmulo de função</span></a></span></li>
</ul>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Observar a necessidade de contratar colaboradores intermitentes, em regime de jornada parcial, instaurar banco de horas ou acordo para compensação, dentre outras medidas possíveis.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A tecnologia continuará sendo forte aliada durante esse período. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>informatizar o negócio</strong> pode ser a diferença do sucesso nesse momento conturbado.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Dessa forma, é importante planejar corretamente as medidas que serão tomadas para contornar a situação.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Planejamento é fundamental!</span></p>
<h2><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 18pt;"><strong>Conclusão</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">2020 foi um ano difícil, isso é inegável.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">A COVID-19 pegou a todos de surpresa e mudou a forma como olhamos e vivemos o mundo.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Contudo, 2021 deve ser um ano para reparar os erro cometidos e colocar em prática planos para crescer diante da crise.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Muitos serviços jurídicos podem auxiliar nesse período, sobretudo as <strong>auditorias e assessorias trabalhistas</strong>.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">No Direito do Trabalho a prevenção é a melhor solução para a saúde da empresa.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Sobretudo para evitar ações trabalhistas em 2021.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Uma vez li uma frase que dizia &#8220;na crise o dinheiro não some, ele apenas muda de mão&#8221;</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Não esqueça de deixar seu comentário logo abaixo!</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12pt;">Até a próxima.</span></p>
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